1/31/2012

Como ouvir Deus falar?

Como ouvir Deus falar?

Texto: Lucas 8:4-15

Introdução:

 Uma das reivindicações básicas do Cristianismo  é que Deus fala com as pessoas. Através de toda a Bíblia encontramos a frase "E disse Deus...".  Rapidamente você percebe a idéia de que Deus realmente fala às pessoas. Deus deseja ter um relacionamento com você. Ele quer ter um relacionamento com você. Porém, não há relacionamento sem comunicação. Deus quer falar conosco.

Esta noite vamos falar sobre: “Aprendendo a ouvir a voz de Deus.” Nada é mais importante do que você entender o que Deus deseja falar com você e que realmente você pode ouvi-Lo.  Jesus disse aqui”: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.” (Lucas 8.8)    Prepare seu ouvido!

Há vezes quando Deus fala comigo e eu sei exatamente quem é que está colocando aquela idéia em minha mente. Eu sei de onde aquela impressão está vindo.  O que faz a diferença? A diferença é atitude.

Ilustração:

Às vezes quando atentemos o telefone celular a ligação não está clara, tem muito chiado, porém, se você dá uns passos para o lado o sinal melhora, a ligação fica clara. Nesta parábola Jesus ensina que há quatro tipos de atitudes que podemos ter ao ouvir sua Palavra, e essas atitudes determinarão se vamos entender ou não aquilo que foi dito.

Então, Ele diz: Havia um fazendeiro que saiu para semear e na medida em que ele saiu lançando a semente, sua semente se espalhou por quatro diferentes tipos de solo.

Naqueles dias, o fazendeiro tinha na cintura uma sacola cheia de sementes e, na medida em que ele andava pelo do campo, ele jogava as sementes, espalhando-as. Obviamente algumas sementes caiam em solos bons e outras não.

Tema: Se queremos ouvir Deus falando precisamos desenvolver uma atitude correta.
Tese: Quatro maneiras de ouvirmos a voz de Deus:

A primeira maneira de ouvirmos a voz de Deus é...

1. Estar desejoso de ouvir a voz de Deus

a.    Eu tenho que querer ouvir de Deus, ser desejoso, ser receptivo. Eu tenho que estar pronto e desejando ouvir Deus.

b.    Este é o primeiro tipo de solo.(Luc. 8:5) e (Luc. 8:12).

i.    Em todos os campos existia o lugar por onde o fazendeiro anda (o caminho). Na medida em que ele lançou as sementes, algumas delas caíram no caminho.

ii.    Existem características desse caminho que impedia a semente de germinar:

(1)    Era um solo endurecido por causa do tráfego constante de pessoas que passavam por ele e por isso não era fértil.

(2)    Existem pessoas assim, elas não estão abertas nem mesmo para a possibilidade de que Deus possa lhes falar.

(3)    Deus quer falar conosco, mas Ele não tem uma chance porque nossas mentes estão fechadas, nossos corações endurecidos.

c.    Infelizmente algumas mentes estão fechadas para Deus, por isso, eu quero algumas atitudes que causam  uma mente fechada?

i.    Orgulho - O orgulho nos leva a ter uma mente fechada. Quando eu penso: Eu não preciso de Deus. Eu não preciso ouvir a Deus. Eu posso tomar esta decisão por mim mesmo.

ii.    Medo - Algumas vezes nós estamos com medo do que Deus vai nos dizer. E se eu orar ou abrir a minha mente para Deus e Ele me disser alguma coisa que eu não queira fazer?

iii.    Ressentimento - Todas as vezes que somos feridos e mantemos as lembranças dolorosas, isto faz com que fechemos nossas mentes para Deus.

A segunda maneira de ouvirmos a voz de Deus é...

2.  Devemos estar atentos para o que é falado.

a.    Uma das razões porque não conseguimos ouvir a voz de Deus é porque sempre estamos com pressa. Os paulistanos vivem com pressa. Nós estamos numa sociedade apressada que está sempre correndo.

b.    Este é o segundo tipo de solo (Lucas 8:6) e (Lucas 8:13)

i.    Da mesma maneira que o solo endurecido representa a mente fechada, o solo rochoso representa a mente distraída.

ii.    Algumas vezes nós ouvimos a voz de Deus e até nos sentimos tocados e pensamos:  Vou fazer isso ou aquilo!.  Mas aquela decisão fica apenas no entusiasmo,  não dura.

iii.    Logo algo mais interessante aparece e nos esquecemos da decisão tomada. Nunca permitimos que a decisão tomada se aprofunde  em nossos corações.

iv.    Eu já pastoreio essa igreja a oito anos e tive a oportunidade de ver pessoas que tem começam a vida cristã de maneira impressionante. Estão entusiasmadas e cheias de alegria. Hoje você não as encontra em lugar algum.

c.    Deus não pode falar com você à menos que você diminua o ritmo.

A terceira maneira de ouvirmos a voz de Deus é...

3.    Eliminar as preocupações

a.    Muitas vezes perdemos a oportunidade de ouvir a voz de Deus porque nossas mentes estão inundadas de outros pensamentos. Nossas mentes estão cheias de preocupações da vida diária, cheias de preocupações, cheias de planos, cheias de ambições e etc.

b.    Muitas vezes Deus tem desejado falar com você e o que Ele recebe é um sinal de ocupado.  Nem a mensagem para deixar uma mensagem na caixa de mensagens Ele ouve.

c.    Este é o terceiro tipo de solo (Lucas 8:7) e (Lucas 8:14)

i.    O solo com espinhos representa uma mente preocupada. A semente brota e cresce, mas é sufocada pelos espinhos antes que possa produzir fruto.

ii.    Jesus diz que as distrações são como um tipo de espinhos. Ele nos dá três exemplos.

(1)    Primeiro, as preocupações podem desviar você de ouvir Deus falar.

(2)    Segundo, as Riquezas podem ser espinhos em sua vida. Você pode estar tão ocupado ganhando dinheiro que você não tem tempo para Deus.

(3)    Terceiro,  os prazeres. Não há nada de errado com os prazeres. Deus quer que você aproveite a vida, mas precisamos ficar atentos para não nos envolvermos apenas com os prazeres a tal ponto de nos esquecermos de Deus.

iii.    Há muitos tipos de espinhos diferentes. Você pode fazer a sua própria lista de coisas que tendem a deixar Deus de fora de sua vida.

iv.    Um espinho é qualquer coisa que me distrai, prejudicando meu tempo com Deus.

a quarta maneira de ouvirmos a voz de Deus é...

4.  Esteja pronto para cooperar com o que Deus diz

a.    A maior parte de nós quer que Deus nos  fale e depois iremos decidir se vamos ou não obedecer.

b.    O  quarto tipo de solo representa um coração desejoso de fazer o que quer. (v.15)

c.    Se você quer aprender a ouvir a voz de Deus você precisa: ter o desejo de ouvir, estar atento ao que Ele falar, encontrar tempo para ouvir Deus, eliminar as distrações e por fim, cooperar com o que Ele diz.

d.    Por isso quero dar três características da vida de uma pessoa que vai ouvir Deus falando.

i.    Disponibilidade - Marcos 1:32-34, relata que ao final da tarde vieram a Jesus:  “todos”os enfermos da cidade (note que ele estava em Cafarnaum a cidade mais importante de toda província da Galiléia, não podemos nem imaginar o número de enfermos). também diz o texto que toda cidade veio se reunir à porta de onde estava Jesus.

ii.    Disposição  - Uma das razões pelas quais Jesus era a pessoa que melhor ouvia a voz de Deus era porque Ele estava disposto a agradar a Deus e não a ele mesmo (João 5:30)

iii.    Humildade - Esta é uma virtude divina, a Bíblia em (Salmo 138:6)

5. Concluindo esta mensagem eu pergunto:

a.    Você gostaria de fazer com que sua vida valha a pena?  Você gostaria de ter uma vida produtiva, realizada, satisfatória?  Pratique o que a Palavra de Deus manda.

b.    Temos estudado durante estes domingos “Como Ouvir a Voz de Deus” e vimos nesta parábola que existem quatro atitudes mentais que nos impedem de ouvir com clareza o que Deus está dizendo, será que uma delas representa a sua?

c.    Será que um destes solos representa a sua vida?

i.    Você tem um coração muito endurecido para ouvir a voz Deus?

ii.    Você anda tão distraído que não consegue ouvir a voz de Deus?

iii.    Você tem se preocupado com tantas coisas que não tem tempo para ouvir a Deus?

iv.    Ou será que você já está pronto para cooperar com o que Deus disser?

d.    O que você vai fazer como resultado da mensagem de hoje?

i.    A Bíblia diz: "Sede praticantes da palavra e não somente ouvintes." No momento em que você sai por aquela porta, há um pequeno pássaro que vai tentar roubar a semente do que foi semeada em sua mente,  esse pássaro é o Diabo.

ii.    Faça uma coisa como resultado da mensagem de hoje, do contrário esta mensagem e o tempo que você passou assentado nestes bancos  terá sido inútil.

 

Autor: Pr Sergio R. Moura, pastor titular da Igreja Batista Esperança.

O que esperar quando se está esperando?

O que esperar quando se está esperando?

Introdução:

Este curioso título está contido em um livro para gestantes, ou seja, o que elas devem fazer durante os nove meses de espera.

O que esperar quando se está esperando?
Creio que o mesmo pode se aplicar a nós quando recebemos uma promessa de Deus. É comum ouvirmos que alguém está "grávido" de uma promessa. Penso que Abraão pode nos dar algumas dicas do que fazer ou não.

1º Ouça com atenção a promessa, sem acrescentar ou retirar nada, motivado pelos desejos humanos.

Às vezes quando queremos muito alguma coisa, associamos qualquer palavra que ouvimos como se fosse a "revelação" de uma promessa. Então, dizemos: "Deus me revelou ou Deus me prometeu. " Outro erro comum é fingirmos que Deus não disse algo, quando este na verdade, falou. Deus disse a Abraão:
Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; Gênesis 12:1
Abraão fingiu não ter ouvido na íntegra e levou consigo seu sobrinho (parente) Ló:
Saiu, pois, Abrão do Egito para o Neguebe, ele, sua mulher e tudo o que tinha, e Ló com ele. Gênesis 13:1

2º Não temer ou esmorecer, mesmo que pareça demorar.

Com a aparente demora do cumprimento da promessa, Abraão permitiu que o medo e a dúvida roubassem sua paz:
Depois destes acontecimentos, veio a palavra do SENHOR a Abrão, numa visão, e disse: Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo, e teu galardão será sobremodo grande. Respondeu Abrão: SENHOR Deus, que me haverás de dar, se continuo sem filhos e o herdeiro da minha casa é o damasceno Eliézer? Disse mais Abrão: A mim não me concedeste descendência, e um servo nascido na minha casa será o meu herdeiro. Gênesis 15: 1-3
Abraão se recusou a permanecer naquela situação e então aceitou a realidade de Deus:
Então, conduziu-o até fora e disse: Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: Será assim a tua posteridade. Ele creu no SENHOR, e isso lhe foi imputado para justiça. Gênesis 15: 5-6
Abraão, esperando contra a esperança, creu, para vir a ser pai de muitas nações, segundo lhe fora dito: Assim será a tua descendência. Romanos 4:18

3º Dar glórias a Deus

Abraão renovava e fortalecia sua fé no Senhor, dando glórias a Ele:
(...) não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus,(...) Romanos 4:20
Está diante de nós um novo ano, uma nova esperança, novas promessas, novas oportunidades. Agarre-se nas promessas de Deus, "engravide" delas e no tempo certo a bênção virá:
Visitou o SENHOR a Sara, como lhe dissera, e o SENHOR cumpriu o que lhe havia prometido. Sara concebeu e deu à luz um filho a Abraão na sua velhice, no tempo determinado, de que Deus lhe falara. Gênesis 21: 1-2


No amor e na graça do Pai
Pr. Paulo Klawa

1/30/2012

A importância do perdão

A importância do perdão

Texto: Provérbios 4:23

INTRODUÇÃO

Nós estamos ministrando sobre as portas do coração. Portas que cada servo de Deus precisa fecha-las, para que possa desfrutar da vida abundante conquistada por Jesus na cruz. Em estudos anteriores, falamos sobre a porta da amargura. Falamos sobre as fontes geradoras deste sentimento.
Dissemos que a primeira fonte é o relacionamento quebrado entre pais e filhos, e a segunda fonte é fundamentada nos laços rompidos entre os cônjuges.
Paramos no caminho da cura e dissemos que daríamos continuidade ao assunto. Prosseguindo …

I. O PERDÃO É O CAMINHO PARA A LIBERTAÇÃO DA AMARGURA, DA     MÁGOA E DA FERIDA.

Pelo perdão, abrimos o caminho para Deus trazer à nossa alma, a cura e a restauração.
Andar em perdão, é andar em vitória .
Há um poder extraordinário no perdão. Por que nele caminhamos na luz e na paz de Deus. Andando em perdão, não há como o inimigo conseguir penetrar em nossa alma, através das suas feridas, acusações e calúnias. (Ef. 4:32; Col. 3:13).
Percebemos que o perdão é o caminho, é a chave para a libertação da amargura.

II. O QUE É PERDÃO?

Há várias palavras gregas empregadas no Novo Testamento, que destacam os diversos aspectos do seu significado. Vejamos algumas:

1. Aphiemi – Significa deixar ir; perdoar é usado cento e quarenta e cinco (145) vezes no Novo Testamento. Desde Mt 3:15 até Ap. 11:9. Esta palavra denota o perdão de dívidas (Mt 6:12), cancelando-as completamente. Implica em libertação, deixar a pessoa livre.
2. Áphesis, substantivo grego usado por 17 vezes. Significa despedida.
3. Charizonai, ser gracioso com, uma palavra grega utilizada por vinte e duas(22) vezes. Ef 2:32. É usado para o ato do perdão, tanto divino, quanto humano (Lc. 7:42,43).
4. Apolúo, soltar, verbo grego que significa deixar ir, divorciar-se (Lc. 13:12; Mt18:27).

Perdoar significa, deixar livre, soltar, libertar, despedir, mandar embora, atribuir um favor incondicionalmente àqueles que nos feriram. É não levar em conta o mal causado; é não reter a mágoa ou ferida; é agir como se o incidente nunca houvesse acontecido.
O perdão dos pecados é uma prerrogativa divina (Sl 130:4). Jesus recebeu o poder de perdoar da parte do pai (Mt 2:5). Um perdão pleno, gratuito e eterno é oferecido a todos quantos se arrependerem e crerem no evangelho. De modo que os crentes devem perdoar aqueles que os ofendem, de modo imediato, abundante, definitivo, porque esse perdão deve imitar o ato divino.

III.  ENTENDA QUE:

O perdão que recebemos de Deus é proporcional ao perdão que liberamos sobre os nossos ofensores (Mt6:12). Não se trata de uma questão de salvação, mas, sim, de bem-estar consigo mesmo e com Deus (Lc 6:37-38).
O perdão é um ato da minha vontade . O perdão não depende das emoções. As emoções não são inclinadas a perdoar. Muito pelo contrário, as emoções nos mandam revidar, dar o troco às ofensas, mas cabe a nós pormos nossa carne sujeita à servidão e devemos decidir trilhar na vereda do perdão. 
É uma questão de obediência (Devo amar, devo perdoar). Devo cumprir cabalmente o mandamento de Jesus descrito no sermão da montanha: se teu inimigo tiver fome, dai-lhe de comer, se tiver sede, dai-lhe de beber, se quiser andar contigo uma milha, anda com ele duas, não te deixes vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem. O servo não questiona, ele simplesmente obedece.
Em nossa língua o abecedário começa com A,B,C,D, no reino de Deus, ele começa com O,B,D,C. (OBEDECER).

IV. O PERDÃO É COMPOSTO DE DOIS ELEMENTOS:

a. Natural – Origina-se no próprio homem
b. Sobrenatural – Ë de competência divina.
A parte que cabe a Deus é o milagre. Deus opera o milagre no assunto do perdão, restaurando a alma, as emoções, o amor próprio, modificando o senso pessoal de justiça, libertando da amargura, curando o inconsciente. Esse mover sobrenatural de Deus exige, no entanto, a condição de que se faça a parte que cabe ao ser humano. Lembre-se, o perdão, é uma escolha, é um ato de obediência à ordenança de Deus, o qual só fará o milagre quando o homem cumprir o que lhe cabe no processo de perdão.

V.  O QUE ACONTECE QUANDO UMA PESSOA NÃO PERDOA.

a.  Quem não perdoa é prisioneira do seu passado.
Perdem a capacidade de viver do presente. Daí porque se fere tanto, pois diante de cada atitude ele revela dificuldade em analisar a situação como de fato ela é no momento. Ele encara o presente com os olhos do passado.
b.  Quem não perdoa é prisioneiro das pessoas do passado.
Estar com sua mente constantemente cheia das lembranças daqueles que foram instrumentos de mágoas. (dorme, acorda, tomar café com a pessoa na mente).
c.  Quem não perdoa é prisioneiro da mágoa.
É comprovado cientificamente que uma grande parte (80%) das enfermidades físicas é de origem psicossomática.
Li sobre uma mulher que vivia prisioneira em uma cadeira de rodas sofrendo de artrose pelo fato de não conseguir perdoar alguém que a magoara muito. Após ser ministrada sobre a importância do perdão, no ato da vontade ela decidiu perdoar o seu ofensor, então algo extraordinário aconteceu, ela curada instantaneamente levantando-se da cadeira de rodas, passou a glorificar a Deus. 
d.   Quem não perdoa é atormentado por demônios (Mt 18:4)
Este texto mostra que o mau servo foi lançado na prisão e foi atormentado por verdugos, ou seja, por demônios pelo fato de não perdoar.

CONCLUSÃO

Há um poder extraordinário no perdão, que nos torna livres em Deus. Livres do passado, livres dos instrumentos de feridas, livres das mágoas e libertadores.

 

Autor: José Gomes

Foi buscar água e teve a sua vida transformada

Foi buscar água e teve a sua vida transformada

Texto: João 4:10

Esta mensagem enfoca a conversão da mulher samaritana junto a uma fonte de águas, aquele que é a fonte da água da vida, nosso Senhor Jesus Cristo.

I – O ENCONTRO JUNTO AO POÇO DE JERICÓ

1) a mulher desconhecida. A Bíblia não registra o nome nem a genealogia da mulher samaritana. Diz, apenas, que ela era natural de Samaria, capital do antigo Reino do Norte. Tratava-se de uma mulher humilde, pois ela mesma cuidava dos seus afazeres domésticos, não tendo, certamente, quem os fizesse. Era, pois, uma mulher laboriosa. seu nome não aparece; não importa aqui descobrir seu nome, pois o mais importante para Deus são: os atos de fé na graça do Senhor.

Pela vaidade do homem ele importa que seu nome seja aparecido, e isto nos vários lugares de comunicação.

2) a popularidade de Jesus. Os milagres operados por Jesus despertaram a atenção do povo e sua fama chegou ate aos fariseus. Estes, movidos mais pela inveja, procuravam encontrar Jesus. Entre os discípulos de João também houve discussão, porque Jesus batizava mais que o próprio S. João Batista. Então o senhor Jesus resolveu deixar a Judéia a ir outra vez para galiléia. Ele não aceita e não concorda que haja inveja e contenda no seu trabalho. Por isso, (Jo. 4.3).

3) Jesus em Samaria. Samaria conforme foi dito era a antiga capital do Reino do Norte, fundada por Onri, rei de Israel (1 Rs.16.24). Foi por muito tempo um centro de idolatria (Jr.23.13;0s.7.1). Em 722 a.C., quando Sargon II,(Is.20:1) rei da Assíria, levou para o cativeiro as dez tribos do reino do Norte (2 Rs.17.5,6.23,24). Enviou para a cidade de Samaria os povos oriundos de outras terras e nações. Era uma mistura de babilônicos e gente de Ava, de Hamata e de Servavim (2 Rs.17.24). Foram esses povos que vieram para colonizar Samaria, resultando daí uma raça mista que provocou muitos conflitos com os judeus.

II – A SAMARITANA E A FONTE DE JACÓ

1) Jesus e as barreiras físicas.Jesus cansado do caminho sentou-se para descansar, porque sua humanidade experimentou as mesmas limitações físicas que todos os homens sentem e conhecem (Hb.4.15). Era quase a hora sexta (meio dia, segundo o calendário judaico), quando seus discípulos voltavam da cidade, para onde tinham ido comprar comidas.

2) Jesus pede água a samaritana.

As barreiras religiosas e sociais são um impedimento. Para a mulher samaritana. Havia três barreiras para ela aproximar-se de Jesus:

a) A barreira racial: Jesus era judeu; e, ela samaritana; b) a barreira material: Jesus não tinha para ela, os utensílios para tirar a água da vida. Para tirar água do poço era necessário, corda e um balde. C) a barreira espacial: o poço era fundo. Mas para Jesus as barreiras são encurtadas.

Jesus derruba as barreiras e diz para a mulher (v.10). Para tirar a água viva, que é a graça salvadora de Deus, não precisamos de balde e corda, precisamos sim de conhecer o dom de Deus que é a graça dEle. Não existe poço fundo para Jesus Cristo, as dificuldades são superadas. Jesus não perguntou qual a sua religião e sua família não perguntou se a mulher era idolatra, nem se era de boa ou má conduta. Mas ofereceu a mulher o que ela mais necessitava: a água viva.  A mulher não conhecia: O dom de Deus, que Jesus é a fonte d’água viva. Para tirar água do poço de Jacó era necessário sim balde e corda, mas para tirarmos água da fonte da vida é necessário unicamente FÉ. Ele oferece gratuitamente. (Ap.22:17). Jesus é a inesgotável fonte de água da vida, onde, diariamente, todos os crentes, de todos os lugares podem beber e encher os seus cântaros, que simbolizam novos corações.

III – A CONVERSAO DA MULHER SAMARITANA

a) a visão materialista da mulher. As palavras de Jesus despertaram o interesse material da mulher samaritana: (Jo.4:15). O propósito da mulher era não ir mais ao poço de Jacó tirar água. O poço de Sicar é  uma figura do mundo. Quem beber desse poço voltará a ter sede. Existem muitos crentes que voltaram a beber em Sicar, por isso não tem uma vida consagrada a Deus. A mulher samaritana nunca mais voltou a beber água do velho poço de Jacó. Daquele dia em diante encontrou uma fonte melhor, Cristo a Fonte das Águas Vivas. (Ap.22.1)

b) a visão espiritual da mulher é despertada. Ela desejava saber onde e como adorar a Deus. Os samaritanos consideravam o monte Gerizim sagrado. Nele estava o templo samaritano. Por isso, a mulher argumentou com Jesus dizendo: (4:20) Jesus ensina-lhe que Deus não pode estar em lugar determinado por homens, e mostra-lhe que o pai é adorado em Espírito e Verdade. O único canal de comunicação com Deus é a FÉ.(Rm.8:26). Existem três tipos de adoradores (V.v.22,23). 1) 0s que adoram o que não sabem; 2) os que adoram o que sabem; 3) os que adoram em espírito e em verdade. Foi ai que a samaritana compreendeu a verdadeira adoração,       e     como evidência  de  sua transformação  “deixou o seu cântaro” e foi a cidade dizendo: “Vinde e vede…não é este o Cristo?”

CONCLUSAO

O cântaro  abandonado é sinal de conversão e de que as coisas velhas já se passaram. Quem se converte a Cristo abandona os cântaros dos vícios, dos maus costumes da religiosidade e procura ter uma vida diferente, regida por normas de condutas distintas.

Deixando ali o seu cântaro, deixando a velha natureza, encheu o seu novo cântaro com a  Água da Viva, FÉ e sem perder tempo voltou à vida dando testemunho de Jesus aos seus patrícios “vinde e vede  um homem que me disse tudo”. Só Jesus nos dará tudo que precisamos ouvir, saber e aprender. Jesus espera que façamos como fez a samaritana.

 

Autor: Fernando Antônio da Costa

A Certeza da Salvação

A Certeza da Salvação

O que é uma coisa eterna?

Você sabe onde vai passar a eternidade ?
Se você morresse hoje , estaria salvo?
A opção que fazemos em seguir Jesus é uma opção para a eternidade.
Um dia todos estarão diante de Cristo e confessarão que Ele é o Senhor. ( reis, presidentes, atletas, artistas, todos )

Alguns com júbilo e alegria , pois passarão a eternidade com Ele
Outros com tristeza pois não creram Nele.
A nossa fé determina onde nós vamos passar a eternidade. No céu com Deus ou no inferno.
Deus nos proporciona grande salvação em Cristo, uma cura completa para nosso espírito, alma e corpo.

O que é salvação ?

Salvação significa ato ou efeito de salvar.

Salvar à Pôr a salvo; livrar da morte, tirar de perigo, preservar de dano, destruição, perda, ruína etc.; curar-se. (Evitar a derrota: O goleiro salvou o jogo)

Por uma pessoa precisa ser salva?

Porque está perdida ou prestes a se perder mas ainda pode safar-se dessa situação. ( Ex.: afogamento à incapaz de se salvar por si mesmo, precisa de ajuda )
No dilúvio , Noé e sua família foram salvos na arca. O Juízo de Deus era inevitável, viria sobre todos os homens, mas todos poderiam se salvar, se ao invés de criticar Noé tivessem feito barcos.

Uma pessoa que está perdida ( por exemplo num labirinto ) se salva em três etapas:

Precisa reconhecer que está perdido ( cair em si )
Precisa encontrar o caminho. ( Jesus )
Precisa ser conduzido para fora.
Por que o homem está perdido ?

Porque desobedeceu a Deus e seu estado de pecado o colocou debaixo da IRA de Deus.
Gn 2:16-17

“Ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim podes comer livremente; mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.”

Mas o homem cedeu a Satanás e desobedeceu.

Ao desobedecer o homem pensou em trazer para si o controle de sua vida, mas esse controle foi para as mãos de Satanás.

Satanás passou a ter domínio sobre o homem. O próprio homem se entregou a ele.
O homem que tinha sido criado a imagem e semelhança de Deus foi corrompido e tomado por uma natureza diabólica.

Rm 3:23 “Todos pecaram …” ( pode haver alguém que não pecou ??? )

Rm 5:12 “A morte passou a todos os homens…”

Rm 6:23 “O salário do pecado é a morte … ” ( trabalho , salário , holerite )

Mc 16:16 “Quem não crer já está condenado…”

Is 59:2

“Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados esconderam o seu rosto de vós, de modo que não vos ouça.

Situação do homem : Separado de Deus

( Deus é a fonte de todo bem. O contrario disso é o mal )

O homem está separado de Deus por causa do pecado. Por causa da ira de Deus contra o pecado, o homem está debaixo de uma terrível condenação: a morte eterna.
O homem ( a humanidade toda ) está perdido, impossibilitado de cumprir o propósito para o qual foi criado ( Supremo Propósito ). Por isso ele precisa ser salvo.

Ex.: Labirinto

Para ser salvo o homem precisa

Ter consciência de que está perdido ( cair em si )
Encontrar o caminho para fora ( Jesus )
Seguir o caminho para fora
De que o homem precisa ser salvo ?

1) Do domínio de Satanás

Cl 1:13 “… nos libertou do poder das trevas …” ( do domínio )

A primeira coisa da qual o homem precisa ser salvo é do domínio de Satanás.

Satanás tem domínio sobre a vida do homem e sobre o sistema do mundo . Por isso Jesus o chama de príncipe deste mundo.

Jo 12:31 ” …será expulso o principe desse mundo”

Jo 14:30 “…vem o príncipe deste mundo, e ele nada tem em mim;”

Lc 4:6

“E disse-lhe: Dar-te-ei toda a autoridade e glória destes reinos, porque me foi entregue, e a dou a quem eu quiser; se tu, me adorares, será toda tua.”

Quem entregou? à o homem

Quando entregou? à no Edem ao pecar

Mundo à Cosmo : sistema organizado ( política, comércio, moda, religião, etc.)

I Jo 5:19 “Sabemos que somos de Deus, e que o mundo inteiro jaz no Maligno.”

Jesus veio para nos salvar do domínio que Satanás exerce em nós através de seu sistema chamado mundo. Jesus venceu a Satanás para nos dar a vitória sobre ele.

Muitas pessoas não sabem que estão sob o domínio do diabo, que ele as mantém aprisionas através de suas mentiras.

O Evangelho é a boa noticia de Deus para a nossa libertação.

2) Do poder do pecado

O homem é pecador porque peca ou peca porque é pecador ?

O fato do homem pecar prova que ele é pecador.
Há uma lei operando no homem que a bíblia chama de “lei do pecado” que o homem por si mesmo não consegue vencer.

Esta lei opera através de sua natureza carnal que leva o homem a fazer somente o que é mal. Mesmo às vezes conhecendo o bem não consegue praticá-lo.

Rm 7:14-21

Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado. Pois o que faço, não o entendo; porque o que quero, isso não pratico; mas o que aborreço, isso faço. E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. Agora, porém, não sou mais eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; com efeito o querer o bem está em mim, mas o efetuá-lo não está. Pois não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse pratico. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, mesmo querendo eu fazer o bem, o mal está comigo.

O homem precisa ser salvo não só do que ele faz, mas do que ele é ( pecador ).

( Pecado gera pecados )

3) Do salário do pecado à Morte Eterna

Rm 6:23 “O salário do pecado é a morte… ”

Morte à Separação eterna de Deus

O homem está separado de Deus e se morrer assim esta será sua situação para toda a eternidade.

Deus não criou o homem para ir para o inferno. Mas é para lá que ele vai se não se arrepender.
Inferno à hades, lugar de tormento ( Lc 16:23 )

O inferno foi criado para o diabo e seus anjos.

Mt 25:41 “… o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos”

Existem muitos textos na bíblia que falam sobre o inferno : Sl 9:17 ; Mt 5:22 Mt 10:28 ; Mt 18:8 ; Mt 23:33 ; Mt 25:41 ; Lc 12:5 ; II Pe 2:4

( lago de fogo, fogo eterno )

O homem precisa ser salvo da morte eterna, do inferno, tormento eterno.

4) Da ira de Deus

Jo 3:36

“Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.”

O estado de desobediência do homem o coloca debaixo da ira de Deus.
Deus ama o homem mas odeia o pecado
Mt 3:7 “…quem vos ensinou a fugir da ira vindoura?”

Rm 1:18 “Pois do céu é revelada a ira de Deus contra toda a impiedade…”

Rm 2:5 “…entesouras ira para ti no dia da ira e da revelação do justo juízo…”

Rm 3:5 “Acaso Deus, que castiga com ira, é injusto?”

Ef 5:6 “…por estas coisas vem ira de Deus sobre os filhos da desobediência.”

I Ts 1:10 “… e esperardes dos céus a seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livrada ira vindoura.”

Por causa de tudo isso o homem precisa ser salvo.

Para sair desse estado de condenação ele precisa nascer de novo. Precisa receber o presente que Deus oferece.

Deus poderia condenar o homem simplesmente porque rejeita a salvação que lhe é oferecida de graça.
O homem só precisa exercitar sua capacidade de decidir e crer. ( ao contrário do que fez no Edem )

A Palavra de Deus sempre apela para a vontade do homem

Mc 8:34 “Se alguém quiser vir após mim …”

Ap 3:20 “Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta…”

Para que nós somos salvos ?

à Para a glória de Deus

Ef 1:3-14 “…para o louvor da sua glória”

A criatura deve revelar a beleza de seu criador. ( ex.: quadro / refletir a glória )
A salvação antes de beneficiar o homem , glorifica a Deus.
Somos salvos para Deus
Somos salvos para ser reenquadrados no Propósito de Deus
Deus criou o homem para ter comunhão com ele. Mas o homem por causa do pecado volta-se para si mesmo, para seus próprios interesses e impossibilita esta comunhão.

Rm 6:10-13

“Pois quanto a ter morrido, de uma vez por todas morreu para o pecado, mas quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências; nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado como instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como redivivos dentre os mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça.”

A cruz jamais operará sua obra completa em nós enquanto não formos capazes de interpretar além daquilo que Cristo fez PARA NÓS e começarmos a ver o que ele fez PARA DEUS.
O que nos garante a salvação ?

Como saber se estamos salvos ?

Em que nos baseamos para dizer que estamos salvos ?

Ef 2:8-9

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isso não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie.”

Pela graça, mediante a fé.
Não por obras
Se é pela graça já não é mais por obras, senão a graça deixa de ser graça
Exercitamos a nossa fé na obra que Jesus fez e recebemos de graça a salvação.
Hb 11:6

“Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.”

Fé em que ?

à Em Jesus e na palavra de Deus.

( fé à Hb 11:1 )

A obra de Jesus foi perfeita e suficiente.

Cl 2:14-15

“E havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, removeu-o do meio de nós, cravando-o na cruz; e, tendo despojado os principados e potestades, os exibiu publicamente e deles triunfou na mesma cruz.”

Não temos que pagar mais nada. Jesus pagou a divida por nós e cravou na cruz.
Só precisamos crer nele, na sua obra por nós.
II Co 5:21

“Àquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.”

Ele se fez pecado para nos libertar do pecado e nos justificar para com Deus
Ele pagou pelos nossos pecados , um alto preço ( Ex.: preço tesouro x preço que pagamos )
Rm 5:1

“Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo”

Pela fé na obra de Jesus por nós somos justificados diante de deus
Foi-se a ira de Deus contra nós.
Em Cristo temos paz para com Deus.
Não é pela nossa justiça, mas pela justiça de Deus em Cristo. ( nossa justiça é um trapo de imundícia )
At 26:18

“Para lhes abrir os olhos a fim de que se convertam das trevas à luz, e do poder de Satanás a Deus, para que recebam remissão de pecados e herança entre aqueles que são santificados pela fé em mim.”

Pela fé em Jesus somos libertados do domínio de Satanás
Gl 2:16

“Sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, mas sim, pela fé em Cristo Jesus, temos também crido em Cristo Jesus para sermos justificados pela fé em Cristo, e não por obras da lei; pois por obras da lei nenhuma carne será justificada.”

As bases da nossa salvação

Podemos afirmar que estamos salvos com base em 2 coisas :

Na obra de Jesus por nós.
No que Ele fez por nós e não do que nós fizemos.

Is 53:5-6

” Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.”

Na Palavra de Deus
Não é por sentimento, mas por fé na palavra de Deus que diz que eu sou salvo.

I Jo 5:6-13 “Quem tem o filho tem a vida…”

Mc 16:16 “Quem crer e for batizado será salvo…”

Jo 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira…”

v15 à “assim como a serpente foi levantada no deserto..” Nu 21:5-9

Quando cremos em Jesus somos curados da peçonha mortal que nos conduzia a morte.
Jo 5:24 “Quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou…”

Jo 6:28-29 “A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou”

Jo 10:9-10 “…eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.”

Jo 11:25 “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim…”

Jo 14:6 “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida….”

I Tm 2:5 “Porque há um só mediador entre deus e os homens …”

Temos dois testemunhos que somos salvos:

Um exterior à A Palavra de Deus
Um interior à O Espírito Santo
I Tm 1:15
“Fiel é esta palavra e digna de toda a aceitação; que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais sou eu o principal”

Rm 8:16

“O Espírito mesmo testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus”

Nos liberou de Satanás

Nos libertou do pecado

Nos livrou da morte
Nos deu paz com Deus
Uma completa salvação por meio da fé em Cristo
Se você creu em Jesus, que ele morreu pelos seus pecados.
Se você se arrependeu e foi batizado para a remissão dos seus pecados.
Se você tem Jesus como Senhor da sua vida e tem disposição em obedecê-lo.
Então você pode dizer que está salvo e viver à luz desta verdade. Livre para expressar a glória de Deus.

Um indício de que uma pessoa se sente salva é quando ela para de pedir a salvação e começa a glorificar a Deus por estar salva.
Versículos para decorar

Rm 3:23 “Todos pecaram …”

Rm 6:23 “O salário do pecado é a morte…”

Cl 1:13 “Ele nos tirou do império das trevas…”

Ef 2:8-9 “Pela graça sois salvos por meio da fé…”

Hb 11:6 “Ora, sem fé é impossível agradar a Deus…”

II Co 5:21 “Aquele que não conheceu o pecado, Deus o fez pecado por nós…”

Rm 5:1 “Sendo pois justificados mediante a fé…”

Jo 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira…”

Jo 5:14 “Quem ouve a minha palavra…”

I Tm 2:5 “Porque há um só mediador entre Deus e os homens …

Salvação à Cura completa ( I Ts 5:23 para o espírito, alma e corpo )

1) Justificação do espírito

Justificar à tornar justo.
Mas quando o homem caiu (escolheu fazer a própria vontade ao invés da vontade de Deus), ele morreu espiritualmente. O homem ficou então incapaz de ter comunhão com Deus por causa da culpa do pecado. Gn 3:7-10

O Espírito do homem precisa ser justificado diante de Deus.

2) Santificação da alma

Santificar à purificar, separar
Consiste no operar diário da cruz de Cristo em nossas vidas.

Cruz : quando a vontade de Deus entra em choque com a minha vontade e eu escolho fazer a vontade de Deus.

É o Espírito Santo habitando em nós que nos santifica dia a dia.

3) Glorificação do corpo

O objetivo final na ressurreição ou arrebatamento, quando receberemos um corpo semelhante ao de Cristo depois de ressurreto. Um novo corpo, incorruptível.

A carreira cristã

A carreira cristã

Hebreus 12.1-2a

VERSÍCULOS:
Hb 12.1-2a. “1Portanto, nós também, pois, que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço e o pecado que tão de perto nos rodeia e corramos, com paciência, a carreira que nos está proposta,  2aolhando para Jesus, autor e consumador da fé,…”
2 Tm 2.4-5.  “4Ninguém que milita se embaraça com negócio desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra.  5E, se alguém também milita, não é coroado se não militar legitimamente.”
1 Pe 2.1.  “Deixando, pois, toda malícia, e todo engano, e fingimentos, e invejas, e todas as murmurações,”
1 Co 9.24-25.  “24Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis.  25E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível, nós, porém, uma incorruptível.”

PERGUNTAS:

1. O que consiste esta carreira?
2. Quais são os embaraços que nos impedem de correr esta carreira?
3. Como se livrar desses embaraços, impedimentos?
4. Onde está nossa motivação para correr esta carreira?

PERGUNTAS SOBRE AS REFERÊNCIAS:

1. O que consiste esta carreira? (Hb 12.1-2)

O escritor aos Hebreus nos fala da carreira da fé que nós cristãos, inevitavelmente, temos de correr e, atentos, saltarmos os obstáculos que surgem nesta corrida. Nesta parte, o escritor nos assemelha ao atleta que corre num estágio. Na arena da fé não é diferente para nós cristãos, uma vez que nossa corrida consiste em vencermos os obstáculos que se opõem à vontade de Deus em nossas vidas e de uma vida que dignifique o nosso  Grande “Técnico”. Uma vida cristã frutífera é aquela coroada de êxito, depois de vencidos os obstáculos internos e externos; cuja fé foi o fator determinante da vitória.

2. Quais são os embaraços que nos impedem de correr esta carreira? (1 Pedro 2:1; 2 Tm 2.4-5)

A tradução do grego diz ‘peso’. Diz do pecado como um fardo. Os interesses próprios; as ansiedades; os cuidados desta vida; a avareza; inveja; fingimentos; amarguras tornam-se como um peso sobre o corredor, impedindo-o de correr livremente, sem empecilho ou embaraço algum…

3. Como se livrar desses embaraços, impedimentos? (1 Co 9.24-25)

O corredor e sua preparação, bem como a própria corrida, exigem a mais completa concentração, autodisciplina, ritmo e atenção. Não é o indivíduo que começa bem ou quem impressiona a outros com suas habilidades e conhecimentos, que se torna o vencedor nessa corrida; mas é o homem que persevera e que a termina bem. Ainda na figura do atleta, analisamos que o mesmo deve abster-se de todo peso, o que consiste de autodisciplina. No âmbito espiritual diz das concupiscências da carne, que por sua vez arrogam ao corredor sua incompatibilidade e ineficácia na carreira.

4. Onde está nossa motivação para correr esta carreira?

O grande e perfeito exemplo de vida e fé foi e é o nosso Senhor Jesus, o qual nos garante a vitória sob quaisquer aspectos, uma vez que não desviemos os olhos dEle. O escritor nos exorta a não por os olhos em outra pessoa. No passado e no presente, vemos bons exemplos de corredores; porém, o único e perfeito foi o Senhor Jesus. Desde então, por Este ser fiel em suas promessas, com certeza Ele mesmo, sendo autor e consumador da nossa fé, pelo seu Espírito Santo nos torna mais que vencedores. O olhar fixo nEle nos diz que sem Ele nada poderemos fazer.

CONCLUSÃO DO ESTUDO – RESUMO:

Ao analisar nossa ‘arena’ da fé, sob a ótica de um corredor em uma corrida de revezamento, entendemos que cada um de nós, em particular, temos nossa trajetória a cumprir. É como se o ‘bastão’ foi-nos passado pelos grandes heróis da fé, que hoje nos assiste, como testemunhas, e agora nos compete a concluir com êxito o que nos foi legado. O modo como a vamos correr, depreende do corredor a autodisciplina sob os olhos do Grande Treinador. A paciência, um dos frutos do Espírito, deve ser sempre a companheira inseparável do corredor, pois ela o ajudará nas intempéries da corrida da fé.

APLICAÇÃO PESSOAL:

Vejo-me nesta carreira como um corredor convicto de que devo me desvencilhar de tudo aquilo que venha desviar o meu olhar do Senhor Jesus. Entendo que sou, às vezes, levado a isto; e que até mesmo chego a perder as passadas, a paciência…
Mas, alegro-me quando vejo à minha frente, o meu Mestre, Aquele que me ajuda, conforta e me anima. Seu olhar me transmite segurança e coragem, e me indica a manter o ritmo com paciência e fé. Com Ele, sou mais do que um vencedor… A paciência sempre me acompanhará deste que eu O tiver sob os meus olhares. Não devo temer os obstáculos, até porque se não existissem, não seria isto uma “corrida”.
Então, quando enfim, chegar o dia, quero também dizer como o apóstolo Paulo: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.” (2 Tm 4.7).

Autor: Rivelino D. Freitas

A arte de derrubar gigantes

A arte de derrubar gigantes

Texto base: I Samuel 17
Personagens desta história:
Golias – Era um duelista, um profissional da guerra. Alguém extremamente forte. Sua armadura pesava uns 50 kg; e a ponta de sua lança uns 6 kg. Sua arrogância e desprezo pelos adversários eram marcas pessoais.
Saul – Rei de Israel. Homem que tinha sido ungido por Samuel e vinha caminhando a largos passos em direção a ruína.
Davi – Aquele que podemos definir como “a menina dos olhos de Deus”, foi um dos maiores vultos de todos os tempos. Contribuiu grandemente para a história de Israel, tanto política como espiritual. Pastor, músico, poeta, escritor de salmos, escudeiro, guerreiro valente e rei. Aqui, inicia-se sua vida pública. Não tinha mais do que 20 anos de idade, quando se vê diante de um dos maiores desafios de sua vida, derrubar um gigante!
Você já se deu conta que na vida nós enfrentamos gigantes desde muito cedo? Quem sabe você chegou aqui vivendo situações gigantescas na sua vida? Hoje você aprenderá passos práticos que o ajudarão a ter uma vida vitoriosa.

Bom… vamos examinar o contexto histórico da batalha:

Contexto Histórico:

Inimigos e terríveis adversários  de Israel.
A história das lutas entre Israel e Filisteus.

Pontos a considerar:

 

1. Medo do Gigante.

Algumas considerações sobre gigantes:
a)     Gigantes nos amedrontam e assustam.
b)     Gigantes são fatores que comumente imprimem em nossos corações a fia compreensão de que não passamos de meros gafanhotos.

Obs: Adolescentes muitas vezes são tomados por essa síndrome. Ex: sou feio, desajeitado, etc.

“O medo é o inicio da derrota”. (anônimo)

 

2.    Incredulidade.

“Ora sem fé é impossível agradar a Deus.”
Confrontar: as atitudes dos espias: Josué e Calebe: Eia, subamos em nome do Senhor!!!

 

3.    adiar o inadiável.

Ciclo da desesperança!

Atitudes de Davi:
1-    Coragem e intrepidez.
2-    Assumir a responsabilidade, ou seja, a responsabilidade é minha, não posso transfira-la a outro.
3-    Fé – Deus já tinha estado com ele em situação similares onde fora obrigado a enfrentar inimigos maiores do que ele.
“fé é crer no que não vemos, e a recompensa dessa fé é ver o que cremos.”  Agostinho
4-    Ir contra os gigantes na força do nome de Senhor.
5-    Ouvir a Deus e não gigantes.
6-    Confiança exclusiva no Senhor.
7-    Não ficar no meio do caminho. Correr, pegar da espada e cortar a cabeça do Gigante.

Talvez o seu gigante seja um pecado: Lembre-se corra pegue da espada e corte a cabeça do Gigante.

Autor: Renato Vargens

A natureza da Igreja neotestamentária

A natureza da Igreja neotestamentária

Natureza é a “essência ou condição própria de um ser”. É a “constituição” de ente. É a condição peculiar àquilo que é em si. Natureza da igreja é aquilo que é inerente ao ser da igreja. A natureza da igreja é conhecida através de certas qualidades que constatamos existirem na própria igreja.

Natureza é aquilo que é inalienável de um ser. Assim, temos de ver o que é a igreja através daquilo que é inseparável da igreja como igreja, isto é, daquilo que marca uma igreja como sendo igreja do Novo Testamento.

Alguns aspectos da natureza de uma igreja neotestamentária:

 

1- A igreja é “o corpo de Cristo” (ICo.12.27 ).

A Igreja Universal tem na igreja local o seu “microorganismo”. A igreja é o corpo místico de Cristo, e nós somos “individualmente seus membros”. “O corpo é um, e tem muitos membros”, mas há unidade no funcionamento desses membros no corpo, e “todos os membros… constituem um só corpo” (ICo.12.12). Há uma harmonia de funções, e tal harmonia coopera para o bem estar do corpo. Cristo “é a cabeça do corpo da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia” (Cl.1.18). Cristo é primaz, é o primeiro sobre todas as coisas. Os membros do corpo não podem agir individualística e egoisticamente, mas altruisticamente, para o bem do próprio corpo. O corpo humano é um só e tem muitos membros, e todos estes funcionam sob a direção da cabeça, de modo harmônico. A falta de comunhão dos membros desse corpo místico de Cristo, a igreja, evidencia que há doença nos “membros”, que podem ser, ou doentes espirituais ou, mesmo, ímpios, embora religiosos, aparentemente ente salvos das trevas.

A igreja, sendo o corpo de Cristo, é uma sociedade nova, divinamente vitalizada, uma nova humanidade glorificada, em transformação progressiva, que se desenvolve mais e mais na imagem de Cristo. A igreja, corpo de Cristo, é o corpo dos que tiveram a imagem de Deus (Gn.1.27) recriada “pela aplicação da obra de Cristo na vida”. Cristo pôde introduzir no seu corpo, a igreja, a vida de Deus, porque “Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação” (Cl. l. 15 ), porque é o verbo que se fez carne e habitou entre nós e em nós (Jo. l.14; 17.23 )

A igreja, corpo de Cristo, é a expressão de Deus no mundo; “somos para com Deus o bom perfume de Cristo” (IICo.2.14-15). É preciso ter consciência, é necessário saber que nossos “corpos são membros de Cristo” ( ICo.6.15).

 

2. A igreja é “ raça eleita” (IPe.2.9).

Raça é um agrupamento de indivíduos que têm ascendência e descendência e vida comuns. A vida comum que veio para a igreja procede de Deus por Cristo. A igreja é uma seleção divina de pessoas terrenas renascidas pelo Espírito Santo, herdeiras das muitas moradas celestiais (Jo.14.2). É raça ideal, “eleita”. É raça escolhida. A igreja foi eleita antes da fundação do mundo. Sua eleição não foi algo impensado de Deus. Foi coisa eterna e divinamente pensada, relacionada com “a presciência de Deus Pai” (Ipe.1.2). Nossa eleição foi consumada “segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade” (Ef.l. l1), e nossas mentes devem buscar “as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus” (Cl.3.1 ).

 

3- A igreja é “sacerdócio real” ( IPe.2.9 ).

I Pedro 2.5 fala da igreja como “sacerdócio santo”. A igreja é convocada à santidade, ao império do viver moral, porque ela compartilha da própria santidade de Deus em Cristo. Nosso alvo é a perfeição (Mt.5.48). Deus nos elegeu para a salvação, “pela santificação do Espírito (IITs.2.13). Nossa santificação é alvo dos ensinos neotestamentários e é uma extensão da santidade de Deus. Os sacerdotes do velho Testamento apresentavam os pecadores a Deus, para Deus perdoar-lhes os pecados. Êxodo 19.6 diz da cahal de Deus, a igreja da Velha Aliança, Israel, como sendo um “reino de sacerdotes e nação santa”, e, segundo Apocalipse 1.6, fomos constituídos por Cristo “reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai”; isto é, Cristo preparou-nos para sermos para Deus um povo muito especial, real, para reinar “em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo” ( Rm 5. 1 7 ).

 

4- A igreja é “nação santa” (IPe2.9).

“Raça (, pronuncia-se guénos ), e “nação”(, pode ser pronunciado éthnos: th, como no inglês think), e “povo” (, cuja pronúncia é laós ) “são meros sinônimos”. Saibamos, irmãos, Deus nos chamou para sermos nação santa, para estarmos em processo de renovada santificação, em transformação constante a imagem de Cristo Jesus. Pureza moral e espiritual é meta que devemos perseguir sem trégua para, com isso, agradarmos ao Senhor da igreja. Caso queiramos, podemos explorar ir mais os sentidos de guénos, de éthnos e de laós. Sempre há lições válidas, desde que coerentemente tiradas.

 

5- A igreja é “povo de propriedade exclusiva de Deus” (IPe.2.9).

Somos povo possuído por Deus e, por isso, devemos ser-lhe agradáveis. De fato, “não podemos agir como melhor nos pareça”. Fomos adquiridos pelo preço “da expiação pelo sangue de Cristo”. A Cristo pertence nosso corpo, nossa alma. Quem age como quer ou como melhor lhe parece, mostra que não é de Jesus, o Cristo. Não pertence ao Senhor, embora religioso. “Agora sois povo de Deus” (IPe.2.10).

 

6- A igreja é “lavoura de Deus” ( I Co.3,9).

Ao homem cabe plantar, regar, mas só Deus dá vida e crescimento. Nem o plantador nem o que rega é coisa alguma. Deus é que é tudo. Somos só cooperadores do Senhor. como “lavoura de Deus”, a igreja deve produzir muitos e bons furtos. Deve estar livre das ervas daninhas. A igreja é chamada a apresentar “o fruto do Espírito” que é “amor, alegria paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” ( Gl. 5.22). Que lavoura linda para Deus ! O amor é central na vida da igreja como “lavoura de Deus”. Cada gomo do fruto do Espírito é permeado pela seiva do amor. Assim, ”a alegria è a força do amor. A paz é a segurança do amor. A longanimidade é a paciência do amor. A benignidade é a conduta do amor. A bondade é o caráter do amor. A fé é a confiança do amor. A mansidão é a humildade do amor. A temperança é a vitória do amor”. Por definição, a igreja é lavoura de vidas controladas pelo Espírito Santo, produzindo o fruto cheio de graça para a vida eterna, na unção do Espírito de Deus. Esse fruto multiplica-se. Na “lavoura de Deus” não há monotonia. Não há “monocultura”. Há “policultura bendita, divina.

 

7- A igreja é “edifício de Deus” (1Co 3.9).

Esse edifício é templo para Deus morar, habitação apropriada para o Espírito Santo, que jamais pode ser manchado pelo pecado, seja qual for (1Jo. 1. 7b ).

A igreja como “edifício de Deus” é construção baseada sobre alicerces firmes, sabiamente colocados. O alicerce correto, o Único alicerce, intocável, é Jesus Cristo (ICo.311 ). Pregar “Jesus Cristo, e este crucificado”, eis o alicerce ( l Co.2.2).

Hoje, nós somos os continuadores da edificação, e Paulo nos adverte: “porém cada um veja como edifica”, isto é, sobre o fundamento, Jesus Cristo ( I Co. 3.10 ). Quem edifica deve observar o material usado, as proporções, os compartimentos do edifício. Pode haver até o perigo de se querer lançar “outro fundamento”, e muitos são os que tem lançado outro fundamento para as suas igrejas humanas. Com que estamos construindo para Deus? “Qual seja a obra de cada um o próprio fogo a provará” I Coríntios 3.11-15 deve ser levado a sério, lá no mais profundo das nossas almas. É de fazer tremer o maior gigante dos edificadores. O que estamos fazendo vai ser passado pelo fogo. A “palha” e o “feno” religiosos vão-se queimar. As “pedras preciosas”, o “ouro”, a “prata”, símbolos das verdades fundamentais, vão resistir e permanecer. CUIDADO! Deus nos oriente. Amém. Que mantenhamos os fundamentos de Deus para a igreja, e que sejamos galardoados por nossas obras sábias de edificação da igreja de Deus. Um texto como de I Coríntios 3. 14-15, merece que sobre ele reflitamos com a mais absoluta seriedade, insistimos.

 

8- A igreja é “santuário de Deus” (I Co.3.16).

Cada crente verdadeiro tem o Espírito Santo. A ação maior ou menor do Espírito depende da fidelidade do próprio, indivíduo, ou, ainda, do propósito de Deus para a vida desse ou daquele indivíduo, no que acontece à salvação, à fé, à vida, ao progresso espiritual. É o Espírito de Deus o agente de tudo isso. Sem o Espírito, nada feito. Cada convertido é morada do Espírito Santo. Logo, a igreja, que é a soma dos convertidos, é “santuário do Deus vivente” (I co. 6.16), “é santuário do Espírito Santo que está em vós” ou seja, em nós (I Co 6.19). 0 termo “santuário”, em I Coríntios 3.16-17, (pronuncia-se naós ), é empregado em relação ao lugar santo e ao santo dos santos do templo dos hebreus. Ali entravam os sacerdotes (no lugar santo), e o sumo sacerdote (no lugar santo dos santos, somente uma vez por ano). Assim, em nosso interior (alma ou espírito; alma = espírito), Deus, o Espírito Santo, habita. Irmãos, sejamos santos, porque o Deus que habita em nós é Santo, é Perfeito (Mt. 5.48), I Coríntios 3.17 declara que “o santuário de Deus, que sois vós é sagrado”; isto é, nós somos os santos de Deus. A santificação plena esbarra no obstáculo do separacionismo denominacional, por quê? Porque o santuário é um corpo; e um corpo dividido, obviamente, inviabiliza o exercício em plenitude dessa santificação.

 

9 – A igreja é a fusão associativa de cada “nova criatura” em Cristo ( II Co.5.17).

A expressão “se alguém está em Cristo” é “expressão mística” que designa comunhão do nosso ser com o ser de Cristo. É por essa comunhão que nosso ser vai-se transformando no ser ou na imagem de Cristo. A igreja não é associação dos que seguem um mesmo credo, mas dos que são novas criaturas; não é ajuntamento de pessoas reformadas, modificadas externamente, mas é o congraçamento daquelas vidas recriadas, transubstanciadas, transmutadas a partir do cerne, do âmago da parte mais íntima e interior do seu ser. Igreja é a nova sociedade daqueles que se desligaram das coisas antigas terrenas, malignas, e se apegaram às coisas celestiais próprias do novo céu e da nova terra (Cl.3.1,2; II Pe.6.13).

 

10- A igreja é “sal da terra” (Mt.5.13).

Um sal misturado com outra substância pode até ter aparência de sal, mas perde o seu sabor. O sal precisa ser puro para ser útil. Assim, a igreja precisa ser pura, e, sendo pura será útil a Deus e ao povo de Deus. A figura do sal, antes de servir como determinativa das ações de adubar ou dar bom gosto ou, mesmo, de conservar a comida, alerta-nos para o fato de que a igreja precisa viver na prática diária do que professa crer.

“O ‘TALMUDE’ mostra que o sal que não era puro e útil para ser usado nos ritos dos sacrifícios (que eram oferecidos com o sal ), era lançado nos degraus e declives ao redor do templo, para impedir que o terreno se tornasse escorregadio, e assim, era pisado pelos homens”. Com isso, devemos ver que a igreja precisa ser verdadeira, autêntica, real, para ter dignidade diante de Deus, de si mesma e dos homens que a cercam.

 

11- A igreja é “a luz do mundo” (Mt.5.14).

Ai do mundo se a luz se escurecer, minguar, apagar! A luz é útil. Apague-se a luz em nossas casas e a inoperância toma conta de nós. Faltou luz no Egito, que foi coberto pela nona praga, a das trevas, “por três dias” e “não viram uns aos outros, e ninguém se levantou do seu lugar por três dias; porém os filhos de Israel todos tinham luz nas suas habitações” ( Ex.10.22-23).

A igreja deve brilhar sem obstáculos. Sem dúvida, a igreja, vivendo aquilo que diz ser, modificará a desgraça em graça, a pobreza em riqueza, a morte em vida, o medo em coragem. Tal igreja-luz será seguida por riqueza de Deus, saúde e vida abundante por Cristo. A igreja, a soma dos crentes, foi feita “luzeiros” resplandecentes “no mundo”. “Luzeiros no mundo” ( Fp. 2.5): Quem pode ser? A igreja, povo que foi iluminado pelo Cristo que é “a verdadeira luz, vinda ao mundo, ilumina a todo homem”. (Jo.1.9). A igreja, portanto, é constituída dos verdadeiros iluminados e, assim sendo, deve ser luz do mundo.

A luz reflete a luz do sol. A igreja é um corpo luminoso, mais que mero refletor, porque em nós habita a verdadeira luz, que nos dá natureza de luz. Assim, como igreja, somos fontes de luz para este inundo tenebroso. Qualquer que seja a luz que sejamos, nós o somos porque “Deus é luz, e não há nele treva nenhuma” e, em Cristo, iluminou-nos (I Jo 1.5 e Jo. 1.9 ). Assim resplandeçamos perante os homens através do testemunhos e das boas que falam do Cristo (Mt.5.16), cuja cidade não tem noite, mas só DIA ( Ap.21. 23,25). Deus nos abençoe com a sua luz. Somos “filhos da luz” (lTs.5.5 ).

 

12- A igreja é o corpo universal de Cristo que engloba todos os filhos de Deus por Cristo, único Salvador e Senhor; sem limite temporal ou espacial.

A igreja inclui todos aqueles que foram remidos pelo sacrifício expiatório de Cristo Jesus na cruz. A “Igreja Universal” é a “Igreja de Deus” (ICo.10.32). Esta difere das “igrejas de Deus” (lTs.2.14), e nelas se divide, evidente e neotestamentariamente por causa exclusiva da localidade. E a igreja mencionada em Mateus 16.18.

 

13- As igrejas são a corporificação local de todos os filhos de Deus remidos pelo sacrifício expiatório de Cristo na cruz, existentes na localidade.

A igreja local tem a ver com o tempo e o espaço. É estreita, é pequena, está ao alcance dos irmãos da localidade. Ela ouve, analisa, compreende e dá solução para os problemas dos seus membros. A igreja da localidade engloba, apenas, os salvos que residem na localidade.

A única permissão do Novo Testamento para dividir a Igreja Universal em igrejas é a localidade, como já vimos. Não vemos nas páginas do Novo Testamento nenhuma igreja denominacional, estatal, nacional, internacional ou mundial. A igreja local aparece em Mateus 18. 17.

Diz o irmão Watchman Nee: “verificamos que as escrituras falam da “Igreja de Deus” No singular ( I Co 10.32 ), mais encontramos as mesmas Escrituras referindo-se às “igreja de Deus” no plural ( I Ts 2.14 ). Como esta unidade se torna uma pluralidade? Como foi que a Igreja, que é essencialmente uma, veio a tornar-se muitas? A Igreja de Deus se dividiu em igrejas de Deus, por causa da diferença das localidades. Localidades é a única base bíblica para divisão da Igreja em igrejas” (“A Vida Normal da Igreja Cristã”, p. 51,3ª edição – 1991).

 

14 – A igreja é a “casa de Deus”.

Timóteo deve saber “como se deve proceder na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo” ( I Tm 3.15 ). Em Gênesis 28. 11-17, Jacó chamou um certo lugar de “casa de Deus, a porta dos céus”. Gênesis 28.22 menciona certa “pedra” erigida por Jacó como “a casa de Deus”. No Velho Testamento, Deus morava no meio do seu povo através de um lugar, o santuário. Aí, Ele habitava ( Ex. 25.8). Jacó encontrou a Deus num certo lugar. O povo de Isrrael encontrava a Deus no tabernáculo ou no templo. O mundo pode encontrar a Deus em nós, pois somos “o santuário do Deus vivente” “II Co 6.16”. O Mundo pode ver Deus em nós. Somos nós a casa de Deus. Senhor, habita-nos, somos tua residência. Amém.

No Velho Testamento, foram casa de Deus: A “pedra” de Jacó, conforme Gênesis 28.11-22; o “santuário”, de acordo com Êxodo 25.8; o “templo” , segundo Habacuque 2.20. Hoje, vemos que a casa de Deus, somos nós. Somos o “santuário do Deus vivente” (II Co. 6.16). Timótio deve saber “como deve se proceder na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo” ( I Tm. 3.15). Essa “casa de Deus é “casa” de Cristo, é tal “casa somos nós”, diz Hebreus 3.6.

Assim, a igreja é a casa de Deus. Nós somos a igreja. Logo, somos a casa de Deus.

Ele está comigo na provação

Ele está comigo na provação

“Não foram três os homens amarrados que nós atiramos no fogo? Eles responderam: “Sim, ó rei”. E o rei exclamou: “Olhem! Estou vendo quatro homens, desamarrados e ilesos, andando pelo fogo, e o quarto se parece com um filho dos deuses” (Daniel 3.24b-25 – NVI).
No mês de dezembro estamos celebrando o natal de Jesus, também chamado pelo nome de Emanuel, que significa “Deus conosco” (Mateus 1.23). Fazendo aplicação pessoal, já vimos que ele está comigo na solidão; hoje, veremos que está comigo na provação.
Em três passagens bíblicas que relatam experiências históricas, veremos como se manifesta a presença de Jesus, mesmo no Antigo Testamento, antes da sua encarnação (João 8.58), como o Cristo que “ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre” (Hebreus 13.8).

A presença de Jesus como o Redentor do aflito e oprimido.

Jó era um “homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava o mal” (Jó 1.1), mas foi provado e perdeu todos os seus bens (1.14-17), todos os seus filhos (1.18-19), a sua saúde (2.7), o companheirismo da esposa (2.9-10) e a compreensão dos seus amigos (16.2). No meio do sofrimento e das lamentações, nasce uma esperança! “Eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus” (19.25-26). Tiago aplica: “Eis que temos por felizes os que perseveraram firmes. Tendes ouvido da paciência de Jó e vistes que fim o Senhor lhe deu; porque o Senhor é cheio de terna misericórdia e compassivo (Tiago 5.11. Ler Jó 42.5-6, 12).

A presença de Jesus como libertador na fornalha ardente.

Os três amigos de Daniel: Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, não se curvaram nem adoraram o ídolo construído pelo poderoso Nabucodonosor (Daniel 3.1-18). Por isso, foram amarrados e lançados na fornalha de fogo ardente (Daniel 3.19-23). “Então, o rei Nabucodonosor se espantou, e se levantou depressa, e disse aos seus conselheiros: Não lançamos nós três homens atados dentro do fogo? Responderam ao rei: É verdade, ó rei. Tornou ele e disse: Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, sem nenhum dano; e o aspecto do quarto é semelhante a um filho dos deuses” (Daniel 3.24-25). O quarto homem, na revelação bíblica, é Jesus, o Filho do Deus vivo! Mesmo o rei pagão reconheceu que “não há outro deus que possa livrar como este” (Daniel 3.28-30). Nem sempre Jesus nos livra da fornalha, mas está conosco na fornalha.

A presença de Jesus como o intercessor.

Os inimigos do Evangelho, não podendo resistir à sabedoria do Espírito através de Estevão, o condenaram à morte por apedrejamento (Atos 6.8-15; 7.57-59), mas ele permaneceu fiel até à morte (7.59), perdoou seus algozes (7.60) e relatou a causa da sua vitória: “Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus” (Atos 7.56).

A presença de Jesus é o segredo de nos sentirmos felizes nas provações, pois elas contribuem para o nosso amadurecimento (Tiago 1.2-4).

Autor: Mathias Quintela de Souza

Como Evitar Desequilíbrios Religiosos

Como Evitar Desequilíbrios Religiosos

Texto: I João 3:3

“E a si mesmo se purifica todo o que nele tem esta esperança, assim como ele é puro”

Os nossos esforços para sermos corretos nos podem conduzir ao erro.

A operação do Espírito, no coração humano, não é inconsciente nem automática. A vontade e a inteligência humana devem ceder e cooperar com as benignas intenções de Deus. Penso que é neste ponto que muitos de nós se perdem. Ou tentamos nos tornar santos, e, então, falhamos miseravelmente; ou, então, procuramos atingir um estado de passividade espiritual, esperando que Deus aperfeiçoe nossa natureza, em santidade, como alguém que se assentasse esperando que um ovo de pintarroxo chocasse sozinho. Trabalhamos febrilmente, para conseguir o impossível, ou não trabalhamos de forma alguma. O Novo Testamento nada conhece da operação do Espírito em nós, à parte de nossa própria resposta moral favorável. Vigilância, oração, autodisciplina e aquiescência inteligente aos propósitos de Deus são indispensáveis para qualquer progresso real na santidade. Existem certas áreas de nossas vidas em que os nossos esforços para sermos corretos nos podem conduzir ao erro, a um erro tão grande que leva à própria deformação espiritual. Por exemplo:

 

1. QUANDO, EM NOSSA DETERMINAÇÃO DE NOS TORNARMOS OUSADOS, NOS TORNAMOS ATREVIDOS.

Coragem e mansidão são qualidades compatíveis; ambas eram encontradas em perfeitas proporções em Cristo, e ambas brilharam esplendidamente na confrontação com os seus adversários. Pedro, diante do sinédrio, e Paulo, diante do rei Ágripa, demonstraram ambas essas qualidades, ainda que noutra ocasião, quando a ousadia de Paulo temporariamente perdeu o seu amor e se tornou carnal, ele houvesse dito ao sumo sarcedote: “Deus há de ferir-te, parede branqueada.” No entanto, deve-se dar um crédito ao apóstolo, quando, ao perceber o que havia feito, desculpou-se imediatamente (At 23.1-5).

 

2) QUANDO, EM NOSSO DESEJO DE SERMOS FRANCOS, TORNAMO-NOS RUDES.

Candura sem aspereza sempre se encontrou no homem Cristo Jesus. O crente que se vangloria de sempre chamar de ferro o que é de ferro, acabará chamando tudo pelo nome de ferro. Até o fogoso Pedro aprendeu que o amor não deixa escapar da boca tudo quanto sabe (1 Pe 4.8).

 

3) QUANDO, EM NOSSOS ESFORÇOS PARA SERMOS VIGILANTES, FICAMOS A SUSPEITAR DE TODOS.

Posto que há muitos adversários, somos tentados a ver inimigos onde nenhum deles existe. Por causa do conflito com o erro, tendemos a desenvolver um espírito de hostilidade para com todos quantos discordam de nós em qualquer coisa. Satanás pouco se importa se seguimos uma doutrina falsa ou se meramente nos tornamos amargos. Pois em ambos os casos ele sai vencedor.

 

4) QUANDO TENTAMOS SER SÉRIOS E NOS TORNAMOS SOMBRIOS.

Os santos sempre foram pessoas sérias, mas a melancolia é um defeito de caráter e jamais deveria ser mesclada com a piedade. A melancolia religiosa pode indicar a presença de incredulidade ou pecado, e, se deixarmos que tal melancolia prossiga por muito tempo, pode conduzir a graves perturbações mentais. A alegria é a grande terapia da mente. “Alegrai-vos sempre no Senhor” (Fp 4.4).

 

5) QUANDO TENCIONAMOS SER CONSCIENCIOSOS E NOS TORNAMOS ESCRUPULOSOS EM DEMASIA.

Se o diabo não puder destruir a consciência, seus esforços se concentrarão na tentativa de enfermá-la. Conheço crentes que vivem em um estado de angústia permanente, temendo que venham a desagradar a Deus. Seu mundo de atos permitidos se torna mais e mais estreito, até que finalmente temem atirar-se nas atividades comuns da vida. E ainda acreditam que essa autotortura é uma prova de piedade.

Enquanto os filósofos religiosos buscam corrigir essa assimetria (que é comum à toda raça humana), pregando o “meio-termo áureo,” o cristianismo oferece um remédio muito mais eficaz. O cristianismo, estando de pleno acordo com todos os fatos da existência, leva em consideração este desequilíbrio moral da vida humana, e o medicamento que oferece não é uma nova filosofia, e sim uma nova vida. O ideal aspirado pelo crente não consiste em andar pelo caminho perfeito, mas em ser conformado à imagem de Cristo.

Revista Fé para Hoje - Autor: A. W. Tozer

Onde você passará a eternidade?

Onde você passará a eternidade?

Texto: Lucas 16: 19 – 31

 

Introdução.

- O que é uma parábola? Uma história contada por Jesus para ilustrar uma verdade espiritual
- Outro detalhe: Quando você lê uma parábola, não se detenha nos detalhes, mas sim na lição maior.
- Qual é o assunto de Jesus nesta parábola? Vida na eternidade.
- Duas vidas diferentes, duas mortes diferentes, dois destinos na eternidade, diferentes.
- Dois personagens no texto: Um homem rico, e um pobre, por nome Lázaro. ( Deus é minha ajuda )
- O homem rico; túnica cara e banquetes todos os dias.
- Lázaro; a imagem da mais extrema miséria. Comia restos que caiam da mesa do rico.
- Parece que o homem rico era um bom homem. Pois não mandou Lázaro embora de sua porta.
- Não proibiu Lázaro de pegar os restos de sua mesa.
- “Não foi o que ele fez que o levou para o inferno, mas o que ele deixou de fazer”
- Vamos tirar 4 lições do texto:

 

01. Após à morte estaremos conscientes.

- Lucas 16:24, 27 e 28. Só isso é o inferno.
- O prazer de Jesus era exercitar a misericórdia. Mas ele deixa claro aqui o castigo eterno.
- É o único texto que fala sobre emoções que sentiremos depois da morte.

 

02. O inferno é uma realidade.

- Lucas 16:28. Os que não crêem, quando aprendem a lição já é tarde.
- Se Deus permitisse uma “visita” ao inferno, daqueles que não crêem…
- Voltariam de lá sendo os maiores pregadores do evangelho.

 

03. É impossível uma segunda chance.

- Lucas 16:26. E o texto de Hebreus 9:27-28 confirma esta verdade.
- A morte é o fim de todos, ricos e pobres.
- Acabou o sofrimento do pobre. Acabaram os banquetes do rico.
- Eclesiastes 3:20

 

04. É impossível a comunicação entre mortos e vivos.

- Lucas 16:26, 29, 30, 31.
- As escrituras são suficientes para esclarecer sobre a salvação em Cristo Jesus.
- A lição final aqui não é: Deus gosta de pobre e despreza o rico.
- Você já ficou em um lugar, precisando se comunicar com um querido e isso não era possível?

 

Conclusão.

- Jesus não diz que o homem rico era adúltero, idólatra, homicida, ladrão.
- Diz apenas que ele só pensava nesta vida, aqui na terra.
- Lucas 16:25. “Lembra-te”. Isso é o inferno.
- Lucas 16:22. “levado pelos anjos”. Mostra o cuidado de Deus para com os salvos.
” seio de Abraão ” . Lugar onde estão os salvos.

Autor: Alcione Tadeu dos Santos

1/29/2012

A Igreja que queremos ser

A Igreja que queremos ser

Introdução

· Quando refletimos sobre o plano do Senhor para a Igreja, o novo Corpo de Cristo gerado no sacrifício da cruz, nós vemos que seu alvo é penetrar neste mundo de trevas e manifestar a luz do reino de Deus.

· Vemos também que a unidade básica do Corpo de Cristo é meio pelo qual ele se expressa e age neste mundo. Esta unidade, também chamada de célula ou grupo caseiro, é uma comunidade formada e batizada pelo Espírito Santo, habitada e guiada por Cristo, que experimenta sua presença e seu poder edificador, e cumpre no mundo seu propósito redentor.

· Vemos que Cristo em nós é o mistério do evangelho! Quando Cristo se manifesta através dos membros da unidade básica, o Evangelho é revelado pela evidência da encarnação, que leva as pessoas a afirmarem: “Deus realmente está entre vocês!” (1 Coríntios 14.25).

· Vemos também que os recursos que fluem de Cristo para nós são administrados pelo Espírito Santo, que nos ensina e capacita para realizarmos a tarefa designada.

· Tendo isto em mente podemos considerar as características da IGREJA QUE QUEREMOS SER.

I- Uma Igreja que vivencia comunhão intensa e contagiante – Atos 2.42-47

A. A comunhão cristã é a nossa participação plena na vida e na pessoa de Cristo.

1. Ela resulta em nossa transformação de acordo com o Seu caráter.

2. Ela se expressa por meio do relacionamento comprometido com os irmãos, por meio do partir do pão, e através da vida de comunidade.

B. Nossa comunhão é sustentada através da perseverança e da oração (42).

1. Ela é o meio pelo qual nos suprimos mutuamente em nossas necessidades (44, 45).

2. É também o canal para liberarmos a manifestação do poder de Deus em nosso meio (43)

C. A gratificação pelo despojamento de interesses pessoais na prática da comunhão cristã, se encontra:

1. Na alegria intensa,

2. Na simplicidade do viver,

3. No louvor rendido ao Senhor, e

4. No impacto que resulta em salvação para outros (46, 47).

Discussão e avaliação em grupos:

1. Como você avalia a nossa igreja em relação à comunhão entre os irmãos?

Reprovada Fraca Boa Forte Excelente

2. De que maneira as células em geral têm contribuído para esta avaliação, e qual tem sido a contribuição da nossa própria célula?

3. Como você avalia o seu desempenho e a sua contribuição pessoal para este resultado?

Reprovado Fraco Bom Forte Excelente

4. O que você está disposto(a) a fazer para melhorar seu desempenho pessoal a fim de contribuir para intensificar a comunhão em nossa célula?

II- Uma Igreja que experimenta crescimento e multiplicação pela Palavra – Atos 6.1-7

A. Há muitas necessidades legítimas que requerem atenção e dedicação da igreja.

1. Ajudar aos pobres e carentes da comunidade é apenas uma delas.

2. A lista pode ser extensa e incluir também a participação nas questões e problemas sociais da cidade.

  1. Por mais que a igreja esteja empenhada em atender às necessidades existentes, nada pode justificar o seu desvio e negligência em relação à sua tarefa principal: a proclamação da Palavra de Deus.

1. É por meio dela que as pessoas são alcançadas e transformadas.

2. Somente assim a sociedade pode ser influenciada e abençoada com a adoção dos princípios do reino de Deus.

  1. A eficiência da igreja na proclamação da Palavra de Deus será o resultado direto do empenho das células para isso.
  2. O desempenho da célula, por sua vez, será o resultado da aplicação e do compromisso pessoal de cada membro em cumprir o seu papel.

Discussão e avaliação em grupos:

1. Como você avalia o desempenho de nossa célula na proclamação da Palavra de Deus? Explique sua escolha.

Estamos totalmente parados

Poucos estão se empenhando

Estamos empenhados, mas há pouco resultado

Empenho satisfatório e crescimento visível

2. Como um membro da célula qual tem sido o seu desempenho pessoal nessa área?

Estou totalmente parado

Empenho-me muito pouco

Estou empenhado, mas há pouco resultado

Empenho satisfatório e crescimento visível

3. Para você pessoalmente, qual tem sido a contribuição da célula para conduzir à prática da Palavra de Deus? O que tem te ajudado mais?

4. O que você pretende fazer de imediato para melhorar seu desempenho pessoal na proclamação da Palavra de Deus?

III- Uma Igreja que promove edificação que gera transformação pessoal – Atos 9.31

A. Com frequência ouvimos pessoas dizendo que a mensagem do pregador foi edificante, que o encontro da célula foi edificante, ou que o seu tempo de prestação de contas foi edificante.

1. O que será que realmente estão querendo comunicar com estas afirmações?

2. Será que estão querendo dizer que não vão mais roubar ao Senhor nos dízimos e ofertas?

3. Será que estão querendo dizer que não vão mais sonegar impostos ou violar as leis de trânsito?

4. Será que estão querendo dizer que não vão mais negligenciar seu compromisso com o Senhor preferindo desfrutar as coisas boas da vida?

5. Ou será que estão afirmando que não mais serão motivo de escândalo para os irmãos por causa dos prazeres que buscam no mundo?

B. No texto de Atos 9.31 lemos que a edificação está relacionada com pelo menos quatro experiências importantes para a igreja:

1. Paz interna e externa.

a. Quando há conflitos externos o avanço da igreja e sua influência na sociedade ficam comprometidos.

b. Com a existência de conflitos internos o testemunho da igreja fica comprometido e a comunhão é bloqueada. (Tiago 4.1-3)

2. Um caminhar em temor diante do Senhor.

a. Esta é a chave para ter sabedoria e equilíbrio na vida pessoal de cada membro da igreja, o que refletirá positivamente na comunidade toda.

b. Sem o temor do Senhor falta coerência na vida dos membros da igreja.

c. Ocorre a duplicidade no viver.

d. Muitos andam vacilando entre dois caminhos.

3. Conforto gerado pelo Espírito Santo.

a. A igreja deve cultivar um ambiente de acolhimento fraternal onde as pessoas se sintam valorizadas e bem recebidas.

b. A igreja também é uma comunidade terapêutica que promove cura e restauração para os feridos.

c. Os relacionamentos devem servir com um balsamo para os que chegam cansados e sobrecarregados.

4. Crescimento numérico sustentado.

a. Um ambiente como o que a igreja deve cultivar atrai as pessoas que estão buscando sentido para suas vidas.

b. Os relacionamentos iniciados e cultivados vão assegurar sua permanência em nosso meio.

c. O evangelismo não é o final de nossa responsabilidade para com aqueles que ainda não conhecem ao Senhor Jesus Cristo. Os frutos alcançados precisam ser cultivados.

d. O resultado do empenho e da dedicação da igreja será o crescimento numérico sustentado.

e. A porta dos fundos é fechada quando a edificação resulta em transformação na vida dos membros da igreja.

C. O que vem a ser realmente a edificação? Quem a realiza e como? Que outros frutos legítimos e duradouros ela produz? Precisamos considerar honestamente estas questões se queremos experimentar uma edificação que gera transformação pessoal.

Conclusão

· Queremos vivenciar a comunhão intensa e contagiante do Corpo de Cristo.

· Queremos ser aperfeiçoados pela Palavra de Deus e experimentar a multiplicação resultante de sua proclamação.

· Queremos experimentar a verdadeira edificação que gera transformação pessoal.

__________________________

De que dispomos para alcançarmos estes objetivos:

· A bênção do Senhor, providenciada em Cristo nas regiões celestiais, que nos proporciona tudo o que necessitamos para avançarmos vitoriosamente.

· Um povo comprometido e disposto a cumprir o propósito de Deus, apesar das limitações e dificuldades que tenha de enfrentar.

· Uma liderança pastoral ungida e capacitada pelo Senhor para conduzir o rebanho que Deus lhe confiou, que se empenha para apresentar cada membro perfeito em Cristo.

 

Clorivaldo M. Mariano

Escolha hoje para não sofrer amanhã

Escolha hoje para não sofrer amanhã

Quebra-gelo: Você já perdeu uma oportunidade porque demorou tomar a decisão?

Textos: Apocalipse 21:8 e 27

Deuteronômio 11:26-27

Marcos 13:13

Introdução:

Todas as semanas várias oportunidades cruzam nossas vidas. Algumas nem conseguimos perceber, outras nós percebemos mas não damos a importância de vida.

Muitos tem essa atitude quando o assunto é a vida eterna. Alguns não conseguem perceber a oportunidade de que Deus lhes dá, outros percebem mas não dão muita importância.

Deus nos dá a oportunidade de escolher hoje se queremos uma eternidade de sofrimento ou de alívio; de tormento ou de paz; de angústia ou felicidade. Deus nos manda escolher vida ou morte hoje.

É lógico que todos querem a vida, o alívio, a paz, a felicidade; porém escolher e não agir não faz diferença alguma. Se quer a vida eterna.

1) Decida mudar e mude, aja.

Se mentia, não minta mais; se praticava algo abominável a Deus, não pratique mais. Mude.

2) Decida obedecer a Deus e obedeça.

3) Seja perseverante e fiel.

Marcos 13:13 diz que o que perseverar até o fim será salvo. Podemos desperdiçar a oportunidade que Deus nos dá, voltando a ser infiéis. Começamos a seguir a Jesus mas paramos antes do fim.

Conclusão:

Você quer desperdiçar a oportunidade de que Deus lhe dá? Quer a vida? Quer mudar? Quer obedecer? Quer seguir a Jesus? Levante a mão, vamos orar.

Fonte: http://www.imm.com.br/

Luz nas Trevas

Luz nas Trevas

Quebra-gelo: Você já ficou sem luz elétrica?

Texto: Mateus 4:16

Introdução:

A algum tempo atrás vi uma reportagem sobre a chegada da luz elétrica para os ribeirinhos (aqueles que moram em casas flutuantes na beira de rios) do Amazonas e os benefícios que tiveram por isso. Coisas que são simples para nós como ter uma geladeira para conservar alimentos, eles não podiam ter, o que dificultava a vida.

A verdade é que a falta de luz dificulta muita coisa. Dificulta a visão, a realização de tarefas, o deslocamento e transporte. É só ver as limitações que um cego (alguém que nunca vê a luz) possui.

A Bíblia diz que Jesus trouxe luz as nossas trevas. O texto de Mateus 4:16 diz que aqueles que estavam em trevas viram uma maravilhosa luz (Jesus). As trevas são a vida de pecado que nos cega para a verdade e a luz e a libertação que encontramos numa vida com Jesus.

1)Precisamos entender que o pecado abre portas para a ação de demônios em nossa vida.

Quando vivemos no pecado damos legalidade ao diabo para agir em nossa vida, nossa família, nossas finanças; ou seja, em nossa vida no geral.

2) O diabo nos cega para a verdade.

A Bíblia diz que o diabo cega o entendimento dos incrédulos para que não vejam a luz de Cristo (II Coríntios 4:4). Numa vida de pecado, mesmo conhecendo a Jesus, você será como um cego, a luz pode estar brilhando, mas você não enxergará. O diabo nos mantém nas trevas, nos faz cegos, impedindo que a luz de Cristo nos ilumine. Quer ter a luz de Cristo? Abandone o pecado.

3)Jesus traz luz as nossas trevas.

Quando abandonamos o pecado e recebemos a Jesus como Senhor e Salvador fechamos a porta para o diabo e permitimos que Jesus traga clareza e direção a nossa vida. Jesus nos liberta e salva. Quer sair das trevas? Quer andar na luz? Deixe o pecado e receba a Jesus como Senhor e Salvador para fazer o que Ele mandar.

Conclusão:

Jesus quer trazer luz a tua vida, não quer que você ande mais nas trevas. Quer isso? Quer fechar as portas para os demônios em sua vida? Quer abandonar o pecado e receber a Jesus como Senhor e Salvador para fazer o que Ele diz? Levante a mão vamos, orar.

 

Fonte: http://www.imm.com.br/

Razões para esperar em Deus

Razões para esperar em Deus

Texto Base: Salmo 27.14

1) Não ser confundido – SL 25.3

Jacó x Labão – ele foi enganado enquanto esperava receber Raquel recebeu a Léa GN 29.16-28 >>>Deus não nós engana… Não há engano nele.

2) Têm as forças renovadas – SL 27.14;SL 31.24;IS 40.21

Abraão 15.1 Gn12. 4 – tinha ele 75 anos >>> Gn21. 5 Tinha ele 100 Anos
25 anos de espera… Glória

3) Têm Livramento – PV 20.22

Mesaque, Sadraque, Abdenego Dn .3

4) Providência Diária – SL 104.27,28

Sustento cotidiano Mt 6.25-34

5) Acompanhamento de Deus SL 33.18

Os olhos do Senhor

6) Porque no fim da espera tem Louvor (gratidão). SL 42.5,11

Ana I Sm 2.1

MANEIRAS DE SE ESPERAR EM DEUS

1) Pacientemente- SL 37.7 ;Salmo 145.15;SL 40

Daniel>>21 dias Pedro >> dormindo AT 12

2) Com Exclusividade- Salmo 62.5

3) Com confiança- Miqueias 7.7; Hebreus 4.16

4) Em Oração Salmo 40.1

5) Ansiosamente Salmo 130. 5,6

6) Em silêncio Lamentações 3.26;Salmo 39.1-7

7) Continuamente Oseias 12.6

 

Valdene Henrique

Consequências de ser ver a Deus

Consequências de ser ver a Deus

Aqui estamos algumas das consequências quando uma pessoa tem um encontro restaurador com Deus.

Humildade

Jó 42:5,6
Jó não poderia ver através do redemoinho que Deus falara. 38:1;40:6. O significado de suas palavras são mais profundo. Ele conhecia Deus pelas palavras, mas agora experimentava a viva presença divina em sua essência interior. Ele encontra Deus como salvador. Amigo, e acima de tudo como Deus.
“E disse: Meu Deus! Estou confuso e envergonhado, para levantar a ti a minha face, meu Deus: porque as nossas iniquidades se multiplicaram sobre a nossa cabeça, e a nossa culpa tem crescido, até aos céus.” Esdras 9.6

Iluminação

Sl.34.5
Os crentes refletem o brilho de Deus (Sl.31:16).Essa alegria reflete a alegria da presença reveladora de Deus.enquanto o senso da retirada de Deus de nós traz as trevas da vergonha.
“Faze resplandecer o teu rosto sobre o teu servo: salva-me, por tuas misericórdias.” Sl.31:16

Transformação

2ªCor.3.18
E todos nós. Nós os crentes. Temos aqui a descrição de uma experiência característica dos crentes da nova aliança. Diferente de Moises (v13) que se apresentava diante do povo de Israel com o rosto coberto por um véu. Para ocultar a gloria que desvanecia em sua fisionomia. Paulo se Poe de pé diante do povo, “com o rosto desvendado”.sabedor que a gloria da nova aliança jamais se desvanecerá. Por semelhante modo, “todos nós” nos pomos de pé diante do mundo, refletindo em nossas próprias vidas a gloria de Cristo. Longe de termos uma gloria que se vai desvanecendo. Nossa gloria vai aumentando vai aumentando cada vez mais. Conforme somos mais e mais transformados na semelhança de Cristo. Ver.Mc.9.2.

Separação

Hb.11:27
“E disse-lhe Faraó: Vai-te de mim, guarda-te que não mais vejas o meu rosto: porque no dia em que vires o meu rosto, morrerás.”

Perseverança

Hb.11:27
“E disse Moisés: Bem disseste; eu nunca mais verei o teu rosto.”

Purificação

1ªJo.3:2,3
1. E vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno.
2. Pelo que, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis, em paz;
3. E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.
4. Ensina-me a fazer a tua vontade, pois és o meu Deus: guie-me o teu bom Espírito por terra plana.

 

Fernando Antônio da Costa

1/27/2012

A Maturidade Cristã

A Maturidade Cristã

Texto Base: Gênesis 41.9-41

A narrativa de José revela que idade não é sinal de amadurecimento. A maturidade cristã pode ser resumida da seguinte forma: O esforço do crente em reproduzir em sua vida o caráter de Jesus. Na vida de José podemos ver claramente o quanto Deus era real e relevante para ele. Vejamos:

1. José creditava tudo na sua vida a Deus. (v.15-16)

Este lhe disse: Tive um sonho, e não há quem o interprete. Ouvi dizer, porém, a teu respeito que, quando ouves um sonho, podes interpretá-lo. Respondeu-lhe José: Não está isso em mim; mas Deus dará resposta favorável a Faraó.

Vale a pena ressaltar as palavras do grande escritor C.S. LEWIS. “O ideal do verdadeiro é relacionar a Deus tudo na vida, cada ato simples ou sentimento, cada experiência, agradável ou não”.

2. José soube tirar proveito das situações que a vida lhe proporcionava. (Gênesis 39:4;21-22) (Gênesis 41.39-40)

logrou José mercê perante ele, a quem servia; e ele o pôs por mordomo de sua casa e lhe passou às mãos tudo o que tinha. O SENHOR, porém, era com José, e lhe foi benigno, e lhe deu mercê perante o carcereiro; o qual confiou às mãos de José todos os presos que estavam no cárcere; e ele fazia tudo quanto se devia fazer ali. Depois, disse Faraó a José: Visto que Deus te fez saber tudo isto, ninguém há tão ajuizado e sábio como tu. Administrarás a minha casa, e à tua palavra obedecerá todo o meu povo; somente no trono eu serei maior do que tu.

Observamos nestes versos que José antes de chegar ao posto de governador do Egito, teve a oportunidade administrar e gerenciar na casa de seu senhor como mordomo e também na prisão. Muitas pessoas andam tristes e reclamam da vida, de sua situação, da família e até de Deus e da Igreja. Vemos em José um homem que apesar de ser injustiçado e maltratado soube tirar proveito destas situações. Como diz o filósofo existencialista Jean-Paul Charles Aymard Sartre “Não importa o que a vida fez de você, importa o que você fez com que a vida fez de você”.

3. José foi um homem cheio do Espírito de Deus. (Gênesis 41.38)

Disse faraó aos seus oficiais: Acharíamos, porventura, homem como este, em que há o Espírito de Deus?

Um homem cheio do Espírito Santo possui uma vida efetiva de oração, tem intimidade com o Deus da glória, obedece a Deus, confia plenamente na Pessoa de Deus, e é dirigido pelo Espírito.

Conclusão

O crente maduro

* Dá a glória devida a Deus

* Sabe tirar proveito das situações que a vida lhe apresenta

* É cheio do Espírito Santo.

 

Jose Manuel Monteiro Junior

Os caminhos da restauração

Os caminhos da restauração

Texto Base:

1. Começa com a intranquilidade, gerada pela voz secreta da alma.
2. Passa pela confissão do pecado.
3. Passa pela posse do perdão de Deus.
4. Passa pela agradável experiência  da remoção de qualquer sujeira da alma
5. Termina com a recuperação da plena comunhão com Deus e da perfeita paz de espírito. Salmo 32:1-5

EM OUTRAS PALAVRAS A RESTAURAÇÃO É A ARTE DE SE COLOCAR  OUTRA  VEZ NAS MÃOS DO DIVINO OLEIRO PARA QUE ELE REFAÇA  O VASO QUEBRADO E LHE DÊ A FORMA E A BELEZA DE OUTRORA, DEPOIS DE QUALQUER ESCORREGÃO MOPRAL, QUEDA, PARTICIPAÇÃO COM AS COISAS DO MUNDO, QUALQUER ABORRECIMENTO, SOFRIMENTO, CRISE, QUALQUER PERIODO DE FRIEZA ESPIRITUAL, QUALQUER DESASTRE DE ORDEM ESPIRITUAL OU MATERIAL, QUALQUER EXPERIENCIA NEGATIVA.

I. Quais os benefícios da Restauração?

1. Alegria fora do comum para os restaurados: “Nossa boca encheu-se de riso e a nossa língua de jubilo”.
2. Um impacto muito forte sobre o mundo: “Então entre as nações se diziam: Grandes Coisas fez o Senhor por nós”.

II. A quem se destina a Restauração?

1. Aos que abandonaram a Igreja.
2. Aos que nela permanecem, todavia sem nenhum entusiasmo.

III. Quem são os beneficiados com a Restauração?

1. A Família
2. A Igreja
3. O País
A soma da restauração da Família+Restauração da Igreja+Restauração do País, acaba produzindo o que se chama Avivamento, e este certamente há de mudar a historia da igreja e a Historia Universal.

IV. Deus é o Restaurador por excelência!

l. Não importa o tamanho do estrago, nem as implicações dolorosas e prolongadas dos estragos. Deus toma o pecador ainda sujo de lama, deixa-o “branco como a neve” e torna-o igual a Jesus.(Filipenses 3:20-21). A Restauração de que a Bíblia fala é por etapas, conforme II Corintios 3:18.

V. Restauração Espiritual!

1. Deus restaura o homem da queda e do pecado, livrando-o da culpa do pecado. (Entra a Justificação).
2. Deus restaura o homem do poder do pecado. (Entra  a Santificação).
3. Deus restaura o homem do pecado. (Entra a Glorificação).
4. O pecador é perdoado e purificado.(I João 1:9),
5. Rompe com as pesadas estruturas do passado e torna-se nova criatura. II Corintios 5:17.
6. Torna-o filho de Deus.
7. Entra no santo dos santos, pelo novo e vivo caminho, aberto pelo sangue de Cristo. Hebreus 10:19-20.

VI. Restauração do Corpo!

Somos curados,libertos,livres de problemas, mas prejudicados pelo surgimento de novas doenças e pelo processo irreversível do envelhecimento, mas Deus há de restaurar o corpo humano na ressurreição dos mortos e na súbita transformação dos viços na sua vinda, os novos corpos serão incorruptíveis e imortais. Forçosamente, terão uma biologia diversa da atual, pois hoje eles são como a relva “de madrugada viceja e floresce, á tarde murcha e seca”. (Salmo 90:6)

VII. Restauração Ecológica!

l. Deus promete restaurar o planeta que o homem poluiu e estragou, estenderá outra vez a camada de ozônio, despoluirá rios, lagos, praias, mares e oceanos, replantará a flora, recriara a fauna, criara novos céus e nova terra. II Pedro 3:13  Redimirá a criação do cativeiro do cativeiro da corrupção “para a liberdade da Glória dos Filhos de Deus”. Romanos 8:21 O homem voltara a ser a Coroa da criação.

VIII. Restauração Final!

A historia não termina com a trágica noticia de que por um só homem entrou o pecado no mundo Romanos 12, mas com a surpreendente noticia de que Jesus é “O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, João 1:29. O homem caminha do paraíso perdido para o paraíso recuperado, dos três primeiros capítulos da Bíblia (a historia da Criação dos céus e da terra), para os três últimos (a criação do novo céu e nova terra). E a marcha triunfante e tremendamente Gloriosa, graças ao poder, a sabedoria, e a misericórdia do Restaurador.

 

Sivaldo Maria da Costa

Que fazes aqui?

Que fazes aqui?

Texto Base:

Introdução

Como sabemos, a vida humana parece acontecer no meio de uma guerra. O existir de cada um de nós é extremamente ambíguo, e porque não dizer, às vezes até contraditório.

Há dias em que estamos efervescendo de alegria; há outros, porém, em que nos liquefazemos de tristeza. Há dias em que somos cidadãos da esperança; há dias em que habitamos as regiões mais escuras da desilusão, da incerteza e da incredulidade.

Há dias em que somos campeões da fé; há dias em que já estamos derrotados, abatidos e vencidos antes mesmo do início da batalha. Há dias em que amanhecemos com um canto de louvor e exultação nos lábios; há dias que anoitecemos com a boca cheia de lamúrias e murmurações.

Há dias de luz; há dias de trevas. Há dia para tudo debaixo do sol, e nenhum de nós passa a vida inteira sem se chocar com essas contradições, com essa dialética da existência… com o sim, com o não… com o que é… com o que quero… com o que não posso. Todos nós (mais cedo ou mais tarde) nos chocamos com isso! Todos nós estamos sujeitos a essa ambiguidade da vida.

Todavia, essa ambiguidade muitas vezes se instala em nós e dependendo do momento:
- Ou se cria em nosso interior um fruto amargoso, uma alma azeda, revoltada, rebelde…
- Ou nos faz perder a fé na vida, nos faz arriar da esperança, nos faz entregar os pontos diante dos desafios.

Narração: Eu digo isso, queridos – porque o texto lido nesta hora nos fala de Elias.
Elias era um dos grandes expoentes do povo de Deus no Velho Testamento e talvez seja o maior profeta no tempo da monarquia em Israel.

Em Mateus 17, quando Jesus revelou-se a Pedro, Tiago e João, apareceram 2 personagens ao lado do Senhor: Moisés e Elias.

Elias era este sujeito tremendo, por meio de quem Deus fez coisas extraordinárias e impactou toda uma nação e toda uma geração. Ao mesmo tempo, Elias era capaz de enfrentar 450 profetas de Baal, e no instante seguinte, ao invés de comemorar a maior vitória da obra profética em Israel – ele entra em uma caverna, deprimido, se encaverna, se enclausura, se abate e pede para si a morte.

Quantos de nós vivemos experiências deste porte em nossas vidas ? Tempos de grandes vitórias e situações de intenso abatimento, exaustão, fadiga, cansaço e depressão ?

Nesta dialética da vida, nesta ambiguidade da jornada – Elias havia se tornado um soldado fora do posto. Por duas vezes no texto, versos 9 e 13, Deus indaga de seu servo: “Que fazes aqui, Elias ?”

Conta-se que Martinho Lutero, após o início da reforma protestante, com a fixação das 95 teses na igreja de Wittember. Conta-se que a contra-reforma estava vivendo dias de grande furor. Gente sendo perseguida, morta nas fogueiras… e muitos companheiros de Lutero sucumbiam diante do martírio. Notícias e mais notícias de mortes atrozes chegavam a este grande reformador que abatido, cansado, exaurido, prostrado.. Ele entra em seu quarto e ali permanece sem comer, sem sair por uma semana inteira. Conta-se que ao final desta semana, uma jovem vestida de preto bateu a porta de seu quarto, e Lutero ao atender, abatido, desfigurado… Ele logo indaga, ao vê-la de preto: Quem morreu desta vez ? E a jovem dispara com convicção: Deus morreu! Lutero então passa a condena-la… que loucura é essa! Deixe de blasfemar! Deus não morreu!
E a jovem docemente então lhe indaga: Se Deus não morreu, que fazes tu ai neste quarto, abatido e prostrado ? Se Deus não morreu, saia e lute como um soldado em seu posto!
Lutero havia se tornado um soldado fora do posto. Elias havia se tornado um soldado fora do posto. Disse-lhe Deus: “Que fazes aqui, Elias ?”

Como Elias tornou-se este soldado fora do posto ? O que levou um homem de Deus com um ministério tão tremendo e vitorioso a agir como alguém fora do seu posto ?

1. PERDEU A SENSIBILIDADE DA DIREÇÃO DIVINA

I Reis 17.2-3: Disse-lhe Deus: Retira-te daqui para o ribeiro de Querite…”
I Reis 17.9: “Dispõe-te e vai a Sarepta (terra de Jezabel)…”
I Reis 18.1: “Apresenta-te ao rei Acabe…”
I Reis 19.9 e 13: “Que fazes aqui, Elias?”

O ministério de Elias surgiu devido a direção da Palavra de Deus. I Reis 16 – quando da reconstrução da cidade de Jericó, morrem os 2 filhos do construtor, assim como Deus havia previsto nas palavras de Josué (Js 6.26).

A vida, o ministério e o êxito da caminhada de Elias tinha relação direta com a direção de Deus para sua vida. Deus dizia e Elias fazia.

Elias perdeu o referencial. Quando não ouvimos a voz de Deus… quando não escutamos o que Deus tem a nos dizer… Acabamos fatalmente dando ouvidos a outras vozes: Jesabel falou a Elias: “Amanhã farei contigo, o que fizeste aos meus profetas e sacerdotes…” e temendo as palavras de Jezabel (rainha de Israel), Elias fugiu, Elias temeu, Elias se encavernou…

Precisamos dar ouvidos a Deus. Precisamos estar sensíveis as suas orientações. Cuidado com o que você tem ouvido! Cuidado com as vozes que estão lhe direcionando o caminho. êxito, vitória, sucesso só acontecem quando ouvimos a voz do Senhor:

“Tenhas o cuidado de fazer segundo tudo quanto na lei está escrito; então farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido por onde fores” (Js 1.8)

2. PERDEU A SENSIBILIDADE DO PODER DE DEUS

Salmo 103.1-2: “Bendize, ò minha alma ao Senhor e tudo que há em mim bendiga seu santo nome. Bendize, ò minha alma ao Senhor e não te esqueças de nenhum só de seus benefícios”…

Lamentações 3.21: “Quero trazer a memória o que me pode dar esperança. As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não tem fim; renovam-se a cada manhã”.
Meus queridos!
Quantas coisas Deus havia feito na vida de Elias, através da vida de Elias e a despeito de Elias ? Quantas coisas ?
- Deus preservou Elias dos dias de fome em toda terra!
- Deus o poupou em dias de estiagem e seca
- Deus o sustentou por meio de corvos duas vezes ao dia – com pão e carne.
- Deus o sustentou por meio da farinha e do azeite da viúva em Sarepta
- Deus reviveu o filho da viúva por intermédio de Elias
- Deus respondeu o clamor do profeta com fogo no altar ante 450 sacerdotes de Baal…

Quantas Bênçãos! Elias conta as benção!
Nosso hinário traz um hino que reafirma em seu coro tal atitude:
“Conta as benção dize quantas são
Recebidas da divina mão
Vêm diê-las, todas de uma vez
E verás surpreso quanto Deus já fez”

Ah queridos!
Quando perdemos a sensibilidade do mover de Deus,
Quando perdemos a sensibilidade do poder de Deus,
passamos a ser guiados pelos temores…
Somos guiados pelas circunstâncias…
Somos dirigidos pelos medos e receios que a vida nos impõem…

Lucas 24.13-35, Dois discípulos desciam caminho de Emaús. Jesus pôs a andar com eles e não fora por eles percebido. Ao descambar o dia, eles entram na aldeia e imploram ao viajante: “Fica conosco, a estrada é perigosa, há assaltantes pelo caminho… já se fazia tarde!”

3. PERDEU A SENSIBILIDADE DA PROVIDÊNCIA DIVINA

O texto nos diz que Elias se escondeu em uma caverna.
Deus não largou Elias para lá. Deus foi ao encontro de seu servo. Elias estava prostrado, Elias estava exaurido, desencorajado, assustado e temeroso. Deus vai ao seu encontro para revigorá-lo.

A desculpa de Elias para se justificar escondido na caverna foi que ele estava sendo zeloso em preservar o remanescente fiel do povo do Senhor. Dizia Elias a Deus: “Só eu escapei”.

Como se não bastasse uma afirmação dessas, ele a referenda novamente no verso 13. Quando perdemos a sensibilidade da Providência de Deus, vivemos sob o governo do EU. Eu escapei, eu fiz isso acontecer, eu fiqueri só, eu tenho sido extremamente zeloso para com a obra do Senhor… Há uma exacerbação do valor do Eu em detrimento da graça, do sustento e da providência divina.

Deus rebate a Elias esta visão míope das coisas dizendo: “EU, o Senhor, conservei em Israel 7 mil joelhos que não se dobraram a Baal”.

* No livro de Ester, um livro que não cita Deus em nenhum momento… Neste livro podemos perceber a providência divina, mesmo quando seu nome é obrigatoriamente proibido de ser usado. Ester 4.14 diz que Mordecai (tio de Ester) conta-lhe tudo o que Hamã havia tramado para matar o povo judeu. Assim diz Mordecai a Ester: “Porque se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento… e quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevada a condição de rainha?”

- Como Deus tratou Elias ? Como Deus restaurou seu grande servo ?
Todavia, meus queridos, o texto não trata apenas de um momento de abatimento de Elias, de como ele chegou a tal situação. O texto nos fala também, de como Deus tratou com Elias, como Deus trata conosco em meio ao nosso abatimento. O Salmo 136.23 diz: “Lembrou-se o Senhor de nós, em nosso abatimento, porque a sua misericórdia dura para sempre”.

1. Deus se fez presente, Deus pôs-se ao lado, Deus não nos abandona!

Deus veio ao encontro de Elias na caverna! Elias estava escondido para Jezabel, estava escondido para os homens, mas nunca o estaria para Deus. O Salmo 139.7 diz: “Para onde me ausentarei do teu Espírito ? Para onde fugirei da tua face ? Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também; se tomo as asas da alva e me detenho nos confins dos mares… ainda lá me haverá de guiar a tua mão, e a tua destra me susterá”.

Deus não é utilitarista. Usou e jogou fora. Elias foi útil, mas agora não é mais. Paulo desprezou João Marcos e depois disse: “Trazei João Marcos porque agora me é útil”….

Pedro negara Jesus, voltara a pescaria e abandonara os discípulos. Jesus não abandonou a Pedro e mandou dizer-lhe que o veria de novo na Galiléia…

Deus é um Deus que põe-se ao lado!

2. Deus levanta companheiros para apoiar o ministério.

Ninguém chega a lugar nenhum sozinho. Há pessoas que se acham independentes de tudo e pensam que conseguirão algo de extraordinário sozinhos. Conseguirão estafa, exaustão, abatimento, depressão.

Deus levantou Eliseu para apoiar Elias no Ministério. Deus levantou outros companheiros que seguiriam na mesma direção que Elias tinha em seu ministério. Deus suscitou pessoas apoiadoras para levantar seu servo.

Eclesiastes 4.9 diz: “Melhor é serem dois do que um…”

Deus levanta companheiros… Não competidores na obra. Esta também era a percepção de Paulo: “Eu plantei, Apolo regou… de maneira que somos cooperadores na obra de Deus”

Escrevendo aos Colossenses 4.10-17, Paulo afirma sobre sua equipe de trabalho:
- Saúda-vos Aristarco, prisioneiro comigo…
- Marcos (primo de Barnabé) e Justo (…) Eles tem sido meu lenitivo.
- Saúda-vos Epafras, que se esforça sobremaneira em orações por vós
- Saúda-vos Lucas, o médico amado…

3. Deus renova o desafio das responsabilidades.

Deus tirou Elias da caverna porque a obra ainda não havia sido concluída. Ainda existia inúmeros desafios para que se fizesse frente. Deus renova na vida e no ministério de Elias algumas sérias responsabilidades.

- No Evangelho de João, o Senhor ressurreto conversa com Pedro e lhe indaga: “Tu me amas ? Apascenta as minhas ovelhas…!”
A responsabilidade dada para o pastoreio, foi a Pedro que caiu. Deus renovou em sua vida a vocação, o chamado e a importância de seu ministério!

Conclusão:

Meu querido, Saia Já de sua caverna! Deus tem muito a fazer !
Não se prostre, Não se enclausure! Não permitas que a exaustão, o cansaço e o desânimo roubem as bênçãos de Deus na sua vida!
Que fazes ai ? Sai da caverna agora, diz o Senhor!

Você pode ter perdido o ânimo diante das adversidades. As ameaças podem ter te levado para o fundo poço emocional…
Deus cuida de ti!
Deus dirige sua vida!
Deus sustenta nossa caminhada por meio de sua providência!
Deus põe gente santa, gente boa ao seu lado para te abençoar!
Deus renova sobre ti nesta hora o chamado, a vocação e a responsabilidade de seu ministério….

Vamos orar!

 

Carlos Orlandi Junior