4/27/2014

Geração do vinho novo

Geração do vinho novo

Texto: João 2:1-11

Introdução:

a) Jesus iniciou seu Ministério de uma forma estratégica.

· Foi a um casamento em Cana da Galileia e lá transformou água em vinho.

· Houve a necessidade do milagre porque havia acabado o vinho na festa.

· O segundo vinho, foi eleito melhor do que o primeiro.

· Não vamos discorrer sobre o casamento em Cana, nem sobre aquele milagre, mas vamos ver aqui dois tipos de vinho, dois tipos de ministérios, dois tipos de sacerdotes.

· Obs.: (água não tem cor e nem sabor; mas o vinho tem cor é sabor) é vontade de Deus que o nosso vinho não se acabe, que continue em nossos ministérios.

b) O vinho novo.

· Era melhor que o primeiro.

· O vinho novo representa o ministério que Jesus estava iniciando. O ministério da Graça.

· Hoje temos necessidade do vinho novo, de um ministério cheio da unção e do pode de Deus.

· O vinho novo pode ser representado pelo sacerdócio de Samuel e o vinho velho pelo sacerdócio de Eli.

· Vejamos o ministério de Eli e o ministério de Samuel.

c) Todos nós somos sacerdotes.

· Qual o ministério sacerdotal que estamos exercendo? De Eli ou de Samuel? Somos vinho velho ou vinho novo?

1. Características do sacerdócio de Eli:

1.1 Falta de Discernimento Espiritual. (I Samuel 1:12-15). ( A Historia do Profeta Velho de 1 Reis 13: 11-25)

a) Ana pedia um filho a Deus e Eli a tinha por embriagada.

· Este é o ministério a falta de discernimento.

· O crente sem discernimento faz do seu sacerdócio um desastre.

· Ele vê coisas espirituais como carnais e coisas carnais como se fossem espirituais.

1.2 Gera filhos que não se importam com o Senhor. (I Samuel 2:12)

a) Eles tomavam no altar do Senhor qualquer parte da oferta que era trazida para holocausto, sem observar os princípios da lei do holocausto.

· Os filhos de Eli eram sacerdotes na casa de Deus.

· Eles metiam o garfo na panela e o pedaço que tiravam, comiam.

· Também eram prostitutos.

· Na verdade eles nem estavam preocupados em agradar ao Senhor.

· Este representa o ministério de muitos irmãos que frequentam a casa de Deus, mas não se importam se estão ou não agradando a Deus.

· Este é o ministério do vinho velho. Alcançou uma posição e não está mais preocupado em agradar a Deus.

· Seus discípulos estão servindo a Deus? Seus filhos na fé estão gerando frutos para Deus? Que tipo de sacerdócio nós estamos exercendo?

1.3 Falta o exercício da autoridade para exortar. (I Samuel 3:13)

a) Eli conhecia os pecados de seus filhos, mas não corrigiu seus erros.

· Eli representa o sacerdote que não corrige seus membros quando erram , o pai que passa a mão sobre a cabeça de seus filhos quando erram.

· Deus não quer uma igreja sem correção. É função do sacerdote corrigir os erros e pecados.

· Os vínculos da alma foram mais fortes que o exercício da autoridade espiritual.

1.4 Falta visão. Torna-se um ministério cego. ( I Samuel 3:2)

a) Eli perdeu a visão material e espiritual

· Eli representa um ministério que está velho, cansado e sem visão.

· Muitos líderes hoje perderam a visão ministerial já não estão mais preocupados com a Obra de Deus.

· Cuidado para você não perder o foco da sua vida, o foco do propósito de Deus para você.

· Quando se perde a visão também se para a caminhada. Um cego não anda sozinho.

· Há muitos sacerdotes cegos. Você é um deles?

· Qual a sua visão das coisas de Deus? Qual sua visão da sua igreja?

1.5 Não recebe mais revelação de Deus. (I Samuel 3:16-17)

a) Deus não falava mais com Eli. Para conhecer a revelação de Deus teve que consultar a Samuel (uma criança).

· Um Sacerdote sem revelação é um desastre, pois é o sacerdote que leva o povo a Deus.

· Eli havia perdido toda a unção para ministrar ao Senhor.

· Deus havia rejeitado o seu ministério sacerdotal e deixou de se revelar a ele.

· Há muitos sacerdotes hoje pregando sem revelação, falando de Deus sem conhecer a vontade de Deus.

· Qual sacerdócio você representa: Eli ou Samuel?

· Como anda sua vida de comunhão e intimidade com Deus? Eli já não tinha mais comunhão com Deus.

· Qual o nível de revelação que você tem recebido de Deus?

1.6 Está condenado a acabar (1 Samuel 2:30 e 33). a) Deus condena toda a linhagem de Eli.

· Este tipo de sacerdócio não agrada a Deus e é condenado a acabar.

· Eli serviu a Deus 40 anos como sacerdote e no fim de sua vida não teve ninguém que continuasse o seu ministério sacerdotal. (Josué foi o sucessor de Moises; Eliseu foi o sucessor de Elias)

· O pecado do sacerdote faz Deus cortar toda a sua linhagem.

· Você é responsável perante Deus pela continuidade do seu ministério sacerdotal. Depois de você quem vai continuar seu ministério?

1.7 Seu fim é morte. Deus julga os sacerdotes Eli e seus filhos. (1 Samuel 4:17-18)( 0 importante não é começa bem, o importante é terminar bem)

a) O Deus que levanta também é o Deus que abate.

· Foi triste o fim do ministério de Eli. Morreu sabendo que não havia substituto em sua família no sacerdócio.

· Recebeu a notícia da morte dos seus filhos e da captura da arca da Aliança que era sua responsabilidade guardar.

· Acabou o ministério do vinho velho. Agora Deus já havia preparado o vinho novo através de Samuel.

· Antes do vinho velho se acabar Deus já havia colocado Jesus na festa para realizar o milagre do vinho novo.

· Hoje Deus quer levantar uma nova geração de Sacerdotes – Geração do vinho novo – porque o velho já está se acabando.

2. Características do sacerdócio de Samuel:

2.1 Gerado através de oração (1 Samuel 1:10-11)

a) Samuel foi gerado pelas orações de Ana.

· Aqui nasce um ministério forte e cheio da unção de Deus, pois foi gerado com oração e voto de consagração.

· Você que tem se convertido nesta igreja. Você é resposta de oração, você faz parte da geração do vinho novo que vai conquistar esta nação.

· Você foi gerado pelas orações da Igreja.

· Você é vinho novo!

2.2 Totalmente dedicado a Deus (1 Samuel 1:26-28)

a) Samuel foi levado ao templo para o serviço do Senhor.

· A geração do vinho novo é uma geração de serviço.

· É uma geração consagrada para o exercício da obra do Senhor.

· É uma geração que vive no altar. (políticos resolvem seus problemas em palanques, homens de negócios em restaurantes, mas pastores e ministros de Deus no altar de Deus aos pés do Senhor)

2.3 Levantado para substituir o ministério do vinho velho (Eli). (1 Samuel 2:35; 3:20-21)

a) Samuel foi levantado para substituir a Eli.

· Samuel representa um sacerdote fiel que iria proceder conforme o que Deus tinha no coração.

· Todo o Israel confirmou que Samuel estava no lugar de Eli.

· Deus tem te levantado como sacerdote na sua cidade. Você vai receber a confirmação através da Obra do Senhor em suas mãos.

· Você é vinho novo. Faz parte de uma nova geração que Deus está levantando de profetas e sacerdotes destemidos.

2.4 Apto para receber revelação de Deus. (1 Samuel 3:1 e 4)

a) Deus falava com Samuel.

· Era um tempo em que revelação era coisa rara e Deus falava com Samuel.

· Assim também é hoje. Deus está levantando uma geração que tem ouvidos para ouvir a sua voz

· Esta geração do vinho novo está preparada para ouvir a Deus.

2.5 Produz avivamento:

a) Traz o povo de volta a Deus (1 Samuel 7:3-4)

· É esta geração que vai trazer o avivamento de Deus. Vai pregar o arrependimento e se levantar contra o pecado.

· Samuel aos vinte anos levou o povo a buscar a Deus e abandonar os ídolos.

· A geração do vinho novo vai trazer milhares de vidas ao arrependimento.

b) Prepara o povo para a batalha (1 Samuel 7:5)

· Samuel preparou o povo para a grande batalha contra os Filisteus.

· A geração do vinho novo vai preparar o povo para a batalha contra as obras das trevas e levar muitos a vitória.

c) Conquista a batalha no reino do espírito (1 Samuel 7:10)

· Samuel sabia qual era a sua função e por isso sacrificou e batalhou no reino espiritual.

· Seu povo conquistou a vitória graças ao seu discernimento espiritual.

· A geração do vinho novo vai ganhar batalhas contra as trevas.

d) Leva o povo a um tempo de vitória e paz (1 Samuel 7:13)

· Durante toda a vida de Samuel o povo nunca mais foi molestado pelos Filisteus.

· Samuel representa um novo tempo para os Israelitas.

· A geração de Samuel será uma geração que vai conquistar territórios e trazer um tempo de paz.

Conclusão:

a) Qual é o ministério que você está desenvolvendo: de Eli ou de Samuel?

- Você faz parte da geração do vinho novo ou ainda é vinho velho?

- Hoje é dia de você fazer parte da geração do vinho novo.

- Jesus transformou água em vinho. Se até aqui você foi só água, agora deixe Jesus te transformar em vinho novo.

Reverendo Sérgio Luiz Machado Silva

Lidando com os flecheiros

Lidando com os flecheiros

Texto: Juízes 5 : 6-11

Introdução: Uma explanação sobre Deus levantar Débora como Juíza.

v.6 – Sangar – destruidor- isto nos fala de uma geração corrompida,que está no caminho errado. Este é o retrato de muita gente.

v.7- a liderança das aldeias Cessaram......... Este é o fator que nos levar a vaguear por caminhos tortos..... sem direção.

v.8- nos fala de pessoas que começaram a buscar satisfação em deuses, em coisas que não poderia satisfaze-los, por que estava sem liderança.

v.8- quando se tornaram idolatra logo a guerra se pós a porta, durante todo aquele período Israel se encontrava desarmado, estavam despreparado para guerra. Eles ouviram os estrondos dos flecheiros Vs.11.

Três fatores existentes na vida de Israel:

1) Estavam vagueando por caminhos tortos;

2) lutando por uma liderança;

3) Estavam desarmados para guerra.

Quero declarar que não é hora da igreja estar desarmada, precisamos estar revestido da completa armadura de Deus, tomando a Espada do Espírito em nossas mãos, Não temos o privilegio de escolher se queremos ou não estar em guerra, estamos em guerra, entramos nesta batalha para travar a guerra.

v.11 Onde se ouve o estrondo dos flecheiros....., entrem os lugares que se tiram águas..........

Viaje comigo um pouco nas antigas cidades de Israel, cidades com grandes muros e torre de vigia... (histórico)

A guerra se tornou uma batalha pelos poços dentro da cidade.

Existe um poço de bênçãos, de unção, e de vida que esta a nossa disposição . O problema e que os flecheiros, os demônios, principados e poderes do mal, estão tentando impedir que cheguemos até eles.

Hoje precisamos decidir hoje nos levantar como Débora e derrubar os flecheiros que estão cercando os poços de sua vida.

Nesta noite você pode beber do poço da restauração, você pode até pular dentro dele.

Mas quais são os poços que os flecheiros não querem que você se aproxime dele?

1) O poço da Palavra- Os flecheiros querem te manter longe da palavra, A

palavra precisa estar em nosso coração, e usarmos no momento certo.

2) O poço da Fé- Nos vivemos e andamos, progredimos e prosperamos pela fé. Viva pela fé entre na presença de Deus pela fé, tudo que fizer faça por fé.

3) O poço do seu espírito- Os flecheiros quer impedir que você seja uma pessoa cheia do Espírito Santo, porque ele sabe do seu interior fluirão rios de águas vivas, Deus quer batiza- ló com Espírito Santo.

4) O poço das finanças- os flecheiros estão de olho no poço de suas finanças, eles não querem que você prospere, eles sabem que quando você começar a prosperar, sua família será abençoada e também a igreja alargara suas tendas.

Conclusão: Não deixe os flecheiros, impedir você de chegar aos poços das bênçãos, toma agora a sua armadura e lute contra os seus inimigos.

4/26/2014

É possível vencer?

É possível vencer?
Texto: Gênesis 39

Uma das Principais estratégias do adversário para nos derrubar é produzir um profundo sentimento de impotência.

Ele sussurra frases assim:

“Você não vai conseguir”

“Todo mundo cai, você também vai cair”;

“Quantas vezes você falhou, não será agora que vencerá”...

Às vezes ele até cita parte de um versículo bíblico: “a carne é fraca”.

E, como sempre faz, omite o restante do texto: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca(Mateus 26: 41). Esse texto afirma que é possível enfrentar com ousadia a tentação.

Quem anda caindo com facilidade em qualquer cilada de satanás precisa crer que tem jeito, tem cura. Não pode se acomodar no caos.

Aprenderemos com José o que devemos fazer nessa batalha, ao lado de Deus, é claro.

É possível vencer. Se não fosse, Deus não teria dito: “Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tiago 4:7); (I Pedro 5:8-9)

Um ótimo exemplo

Uma das grandes provas bíblicas da possibilidade da vitória é o testemunho de José em Gênesis 39.

Talvez você seja tentado a dizer: José teve facilidade para dizer não ao pecado. Eu tenho motivos de sobra para cair!

Mas o exemplo dele é fascinante porque nos prova que é possível vencer, apesar de termos toda a motivação para não resistirmos.

Quais são os motivos poderiam levar José a curva-se ante o pecado?

1) Longe de casa

O texto começa dizendo que José estava no Egito. (Gênesis 39:1).

Longe de seus pais e de seu povo(de sua igreja). Poderia ter pensando “ninguém está vendo, posso fazer o que quero”.

Muitos caem quando creem nesse argumento. Quando estão longe de casa, ou da igreja, tiram férias da escola, do trabalho e “também de Deus”.

Quando peco, por mais escondido que eu esteja, Deus está vendo, o diabo também, eu estou vendo e a pessoa com qual eu peco também está vendo.

O único lugar em que eu posso esconder o pecado é na cruz de Jesus, se, arrependido, busco o perdão. (Provérbios 15:3).

2) Carente de carinho

Em Gn.37, vemos que ele era o caçulinha predileto do papai. Bem paparicado. Agora estava em uma terra distante, sem ninguém para dar carinho, colo.....

Muitos caem por isso. Cônjuges carentes de amor, ou filhos passando fome de afeto em casa vão procurar na rua. Isso não justifica, mas explica.

Sugestão: adote uma família da igreja para dedicar atenção. Ande com os irmãos da fé e invista neles. (Isaias 41:6)

3) Estava oprimido

Ele foi vendido pelos irmãos, privado da comunhão do seu lar e estava trabalhando como escravo naquela casa....

Muitos, nessa situação, blasfemam, se revoltam contra Deus e contra tudo. Ou se suicidam, ou vão para as drogas, ou se entregam a um comportamento libertino(II Cr. 28:22) Dizem assim: “Deus já me abandonou mesmo!”

Na angústia, clame ao Senhor: Salmo 120:1 e espere nEle. Salmo 37:7.

4) Costume da época

O Novo Dicionário da Bíblia (Ed. Vida nova) diz que documentos egípcios mais prosaicos revelam: na época de potifar, sua mulher não era única a cometer tal pecado. Tal prática era comum.

Em Gênesis 35 e 38, encontramos exemplos de comportamentos sexuais bem hediondos.

Costume da época? Todos fazem, mas o cristão não deve ser igual a todos Romanos 12:2.

5) Lavagem cerebral

Diz-nos o texto que diariamente ele ouvia as insinuações daquela mulher (Gênesis 39:10)

Este é um processo que facilita a queda ou a vitória: o que ouvimos constantemente (I Coríntios 15:33)

6) Sozinho com ela

Veja o v. 11. Isso também é sedutor e perigoso: ficar a sós com uma pessoa do sexo oposto no carro, no quarto fechado etc...

Muitos caem aqui; se acham fortes demais para estar em uma situação assim.

7) Ele era bonito

“Ele era formoso”v.6.

Há aqueles que não são bons mordomos do corpo e o usam para defraudar a outra pessoa, para “tentar” os outros. Não usam para a glória de Deus. (I Coríntios 6:18-20)

8) Mulher sagaz

Lidar com gente maldosa é sempre perigosíssimo. Ela era uma prostituta, provavelmente bem profissional.

A prova que temos está no fato de que seu marido não acreditou nela, pois mandou José para uma prisão especial e não para pena de morte, o que seria comum naqueles dias para qualquer homem traído por um escravo. (Provérbios 13:20)

9) Ele era jovem

Alguns comentaristas afirmam que naquela época ele estava entre os 23 e os 25 anos de idade. Não era só bonito, mas ainda moço. Para alguns, esse fator impulsiona a queda, pois acham que nessa fase é hora de aproveitar e experimentar de tudo. Será que isso é perigoso?(Eclesiastes 11:9)

10) Manter o emprego

Outros caem aqui. Ela era patroa e, se ele atendesse seu convite, provavelmente ela o recomendaria ao marido, pediria aumento para o salário etc....

Ouvi uma famosa artista de TV afirmando que para chegar onde chegou teve que fazer “de tudo” (Is.1:19)

Conclusão: Para vencer é preciso se conscientizar de que é possível vencer.

José venceu apesar de... Apesar de ter tantos motivos para cair. Observe com atenção onde o adversário pode atacar e decida vigiar com atenção.

Reverendo Sérgio Luiz Machado da Silva

4/24/2014

A beira do caminho não é lugar de vencedor

A beira do caminho não é lugar de vencedor

Texto: Lucas 18:35-43

Introdução: Deus não criou o homem para ser um “esmoler” a beira do caminho.

O que pode colocar uma pessoa a beira do caminho na vida.

Enfermidades “espirituais e emocionais”. Este homem tinha uma enfermidade física que o debilitava também emocionalmente.

Desistência – os que desistem da corrida da fé. Na corrida de São Silvestre que acontece uma vez por ano, os que vão desistindo, vão ficando a beira do caminho.

Quando o carro quebra ou acaba o combustível – para na beira do caminho. Assim também acontece com muitas pessoas.

Quando a cura deste homem começou?

Ouviu Perguntou Clamou: As nossas atitudes diante dos problemas da vida determinam nossa vitória ou derrota. Tudo depende de como você age e reage diante do seu problema.

Quando ele ouviu falar que “Jesus Passava” (Lucas 18 : ).

Quais são as lições que podemos aprender com a experiência deste homem:

I) Muitas oportunidades são únicas.

1. Sucesso é a somatória de Vocação + Preparo + oportunidade + trabalho = sucesso. Quando ele perguntou, lhe informaram que passava por ali Jesus, em outras palavras, “diante dele passava sua grande oportunidade”. (Lucas 18:36) A verdade é que a oportunidade sempre passa, porém nem todos levam a sério. É provável que houvesse outros cegos, enfermos na mesma rua, na mesma calçada, porém a Bíblia registra apenas aquele que não deixou passar a “oportunidade”.

Ele não tinha visão, mas tinha tato, paladar, olfato e AUDIÇÃO. As oportunidades são para aqueles que sabem usar o que tem, para buscar aquilo que lhe falta.

Se você quer ser uma pessoa bem sucedida na vida, não brinque com as

“oportunidades” que passam por você, por muitas não se repetem.

Ele não deixou para depois. Muitos perdem o que Deus preparou por deixam para o outro dia, o outro mês, o outro ano...

Quem não leva a sério as oportunidades passam, amanhã vai sofrer com a dor do arrependimento. Jacó sabia disso, por esta razão ele agarrou o anjo... (Gn 32:26)

II) Para alcançar objetivos elevados é preciso superar obstáculos (Lucas 18: ).

1. Obstáculos internos: Medo de não ser atendido, complexo de inferioridade, pessimismo, será que vai dar certo, conformismo, não sou o único, tem tantos igual a mim etc.

2. Obstáculos externos: Forças espirituais que lutam para nos impedir de alcançar, pessoas que não querem ver nosso triunfo. Você tem um pequeno grupo que torce pelo seu sucesso e um grande grupo de pessoas que torce contra o seu sucesso. Nem todos os que estão perto de você deseja que você vença, triunfe, chegue lá. Isso faz parte da vida.

3. Os campeões sempre superam os obstáculos internos e externos.

4. Ele venceu a si mesmo e aqueles que não queriam a as vitória.

5. Tudo o que é muito fácil não tem valor.

III) Não importa onde e como o homem esteja, Deus se importa com a sua vitória (Lucas 18: ).

1. Jesus parou para alguém que vivia à margem da sociedade.

2. Jesus viu a imagem de Deus no homem.

3. Jesus se importou com aquele homem.

IV) A oração de um homem determinado a vencer pode tornar impossível em possibilidade (Lucas 18: ).

1. Um clamor de alguém que conhecia quem estava passando por ali:

“Jesus, filho de Davi” – um titulo messiânico.

2. Um clamor persistente. Não paro de orar enquanto Deus não parar a fim de me curar. “Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á”. (Mateus 7:8)

3. Um clamor que revelava certeza absoluta de que Aquele que passava por ali era poderoso o suficiente para fazer o impossível acontecer.

V) Querer - é o primeiro passo para a solução do problema (Lucas 19: ).

1. Muitos precisam, mas não querem.

2. Deus não empurra a porta, ele espera que você abra.

3. Não basta precisar, é necessário “querer”.

4. Por que muitos precisam, mas não querem? Ser curado da cegueira implica em mudanças, e não são todos que desejam assumir responsabilidade. Não são todos que estão dispostos à mudanças radicais na vida. Preferem viver de esmola, do que ir a luta, trabalhar, suar a camisa para sobreviver.

VI) Jesus o curou espiritualmente (Lucas 18: ).

1. Este homem foi curado, restaurado integralmente. Seu espírito (Salvação) sua alma (ganho senso de valor próprio) e seu corpo (passou a enxergar).

2. Deixou de ser o lixo da sociedade.

3. Ganhou um ideal para o qual viver.

Reverendo Sérgio Luiz M. da Silva

4/22/2014

Marcas de um cristão verdadeiro: Ele tem uma fé verdadeira

Marcas de um cristão verdadeiro: Ele tem uma fé verdadeiraIntrodução: Assim como em nosso corpo, uma igreja saudável é formada por células saudáveis. E numa célula saudável, as pessoas crescem no relacionamento com Deus, desenvolvem relacionamento uns com os outros, apoiam uns aos outros, recebem cuidado pastoral adequado, são treinados em liderança, testemunham e alcançam outros para Jesus. A célula saudável se une para cumprir a principal ordem de Jesus aos seus discípulos:

Texto: Mateus 28: 18-20 “Então, Jesus aproximou-se deles e disse: “Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”.

O texto acima é conhecido como “A Grande Comissão”. Relata as últimas palavras de Jesus antes de voltar ao céu e resume muito bem o que Ele espera de nós. Jesus delegou aos seus discípulos a tarefa de testemunhar e fazer outros discípulos.

Fazer discípulos é a nossa principal missão. Mas o que isso significa? Como saber se alguém já se tornou um discípulo de Jesus? Mais importante ainda: como saber se nós mesmos já somos discípulos autênticos de Jesus?

Hoje em dia parece que está na moda ser crente. Muitos estão buscando uma experiência espiritual. Outros veem vantagens de entrar para uma célula porque podem fazer amigos, participar de um bom ambiente, etc. Mas será que já são discípulos? Já possuem a fé verdadeira e por isso já nasceram de novo?

A partir de agora, vamos tratar do tema “Marcas de um cristão autêntico”. Serão cinco estudos, a saber:

1. Ele tem uma fé verdadeira

2. Ele é um praticante da Bíblia

3. Ele vive sua fé no dia-a-dia

4. Ele é amigo de Deus

5. Ele testemunha a respeito de Jesus

Quebra-gelo

Pergunte e discuta com o grupo

• O que é ser discípulo de Jesus?

• É possível alguém achar que já é convertido mas não ser de fato um discípulo de Jesus?

• Alguém pode estar “sinceramente” enganado a respeito de sua fé?

• Como podemos identificar um falso discípulo de Jesus?

• E quais seriam algumas marcas de um verdadeiro cristão em sua opinião?

Desenvolvimento do ensino

Texto-base: Tiago 2.14-26 (NVI)

A partir desse texto de Tiago, podemos caracterizar a fé de três maneiras. São elas:

1. A fé morta

De que adianta, meus irmãos, alguém dizer que tem fé, se não tem obras? Acaso a fé pode salvá-lo? Se um irmão ou irmã estiver necessitando de roupas e do alimento de cada dia e um de vocês lhe disser: “Vá em paz, aqueça-se e alimente-se até satisfazer-se”, sem porém lhe dar nada, de que adianta isso? Assim também a fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta. (Tiago 2.14-17).

Como pode ser caracterizada uma fé morta?

a) É uma fé que não desemboca em vida santa. Essa fé está divorciada da prática da piedade. Há um hiato, um abismo, entre o que a pessoa professa e o que a pessoa vive. Ela crê na verdade, mas não é transformada pela verdade. A verdade chegou à sua mente, mas não desceu ao seu coração (cf. Mateus 7.21).

b) É uma fé meramente intelectual. Essa fé é apenas verbal e está em oposição à fé verdadeira. Ela existe apenas na base da pretensão. A pessoa diz que tem fé, mas na verdade não a tem (cf. Tiago 2.14).

c) Uma fé que não produz frutos dignos de arrependimento. Essa fé é ineficiente, inoperante e não produz nenhum resultado. Ela tem sentimento, mas não tem ação (cf. Tiago 2.15,16).

d) Uma fé sem nenhum valor. Ela é inútil. A fé sem obras é inoperante (cf. Tiago 2.20).

e) Uma fé incompleta. A fé sem obras está incompleta, visto que são as obras que consumam a fé. As obras são a evidência da fé (cf. Tiago 2.22).

1. Sua fé tem se desembocado em uma vida santa?

2. Sua fé tem sido meramente intelectual?

3. Sua fé tem produzido frutos dignos de arrependimento?

2. A fé dos demônios

Você crê que existe um só Deus? Muito bem! Até mesmo os demônios creem – e tremem! (Tiago 2.19).

A fé morta é uma fé que atinge apenas o intelecto. A fé dos demônios atinge o intelecto e também as emoções. O texto diz que eles creem e tremem! Crer e tremer não é uma experiência salvadora. Você não conhece uma pessoa salva por meio do conhecimento que adquire, nem pelas emoções que demonstra, mas pela vida que vive.

Qual é o tipo de fé dos demônios? Ou seja, em que os demônios creem?

a) Os demônios creem na existência de Deus;

b) Os demônios creem na divindade de Jesus (cf. Mc 3.11,12);

c) Os demônios creem na existência de um lugar de penalidades eternas (cf. Lucas 8.31);

d) Os demônios creem que Cristo é o supremo juiz que os julgará.

Se esse é o tipo de fé dos demônios, podemos concluir que ter essa fé não é o que Deus espera de nós. Crer nessas verdades não é suficiente para se ter uma fé e uma vida cristã verdadeiras.

1. Sua fé está limitada ao intelecto e às emoções?

2. Sua fé se limita aos quatro pontos acima citados?

3. A fé salvadora

Insensato! Quer certificar-se de que a fé sem obras é inútil? Não foi Abraão, nosso antepassado, justificado por obras, quando ofereceu seu filho Isaque sobre o altar? Você pode ver que tanto a fé como as obras estavam atuando juntas, e a fé foi aperfeiçoada pelas obras. Cumpriu-se assim a Escritura que diz: “Abraão creu em Deus, e isso lhe foi creditado como justiça”, e ele foi chamado amigo de Deus. Vejam que uma pessoa é justificada por obras, e não apenas pela fé. Caso semelhante é o de Raabe, a prostituta: não foi ela justificada pelas obras, quando acolheu os espias e os fez sair por outro caminho? Assim como o corpo sem espírito está morto, também a fé sem obras está morta (Tiago 2.20-26).

A fé verdadeira inclui o intelecto, as emoções e a vontade. O conteúdo da fé é a verdade de Deus. Eu recebo essa verdade, eu confio nela e por ela sou transformado. Como pode ser descrita a fé salvadora e verdadeira?

a) A fé salvadora está baseada na Palavra. A fé é em Deus e em sua Palavra. A fé está baseada em um conjunto de verdades. A fé está apoiada em Deus e em sua Palavra. Não é fé em subjetividades, mas fé na Palavra.

b) A fé salvadora envolve todo o ser humano. A fé morta toca apenas o intelecto. A fé dos demônios toca o intelecto e as emoções. Mas a fé salvadora atinge o intelecto, as emoções e também a vontade. A mente entende a verdade, o coração deseja a verdade e a vontade age com base na verdade.

c) A fé salvadora conduz à ação. A fé verdadeira leva o crente às boas obras. Ela produz frutos. A salvação é só pela fé, mas por uma fé que não está só. Uma fé viva se expressa por obras, ou seja, uma vida que traz glória a Jesus.

1. A partir dos três pontos acima, sua fé pode ser descrita como verdadeira?

Conclusão e desafios

• Nossa fé pode ser morta se não desembocar em vida santa, for meramente intelectual e não produzir frutos dignos de arrependimento, se tornando, assim, sem nenhum valor e incompleta;

• Nossa fé pode ser como a dos demônios, expressar-se apenas através da crença na existência de Deus, na divindade de Jesus, na existência do inferno e de que Cristo julgará a todos no final dos tempos;

• Devemos ter uma fé verdadeira, que está baseada na Palavra de Deus, envolve todo o ser humano e conduz à ação.

• Avalie agora mesmo quais são as características da sua fé: Sua fé é apenas intelectual? Sua fé tem produzido frutos e mudanças? Quais? Você pode identificar um “antes e depois” de Cristo em sua história?

Marcas de um cristão verdadeiro: Ele é praticante da Bíblia

Marcas de um cristão verdadeiro: Ele é praticante da BíbliaIntrodução: Em Tiago 1.21 está escrito: “acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada”. O que quer dizer a palavra “acolher”? Será apenas o ato de receber a palavra na mente e no coração? Segundo um estudioso da Bíblia, “por mais importante que seja a aceitação mental da palavra, ela não terá sido verdadeiramente recebida, a menos que seja colocada em prática. A palavra, pela qual somos gerados para uma nova vida (Tiago 1.18), e que foi implantada em nós (v.21), é uma palavra que precisa ser colocada em prática”. É sobre isso que vamos estudar na lição de hoje.

Desenvolvimento do ensino

Texto-base: Tiago 1.22-25

Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha-se ao homem que contempla, num espelho, o seu rosto natural; pois a si mesmo se contempla, e se retira, e para logo se esquece de como era a sua aparência. Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar.

A partir desse texto, pode-se apontar dois tipos de pessoas: aquelas que ouvem a Palavra e não a praticam e aquelas que ouvem e praticam. Vamos discorrer um pouco sobre cada um desses dois tipos.

1. O ouvinte negligente

Segundo Tiago, aquele que ouve a palavra e não a pratica é um ouvinte negligente (v.23). Negligente é alguém desleixado e descuidado, ou seja, que não trata alguma coisa com o devido cuidado, zelo, dedicação e esforço. É assim que age para com a Palavra, aquele que apenas a ouve e não a pratica. A palavra de Deus não tem por objetivo tornar as pessoas mais cultas e entendidas sobre determinados assuntos. Não! Quando ela é assim tratada, está sendo negligenciada. A palavra de Deus tem por objetivo ser obedecida e praticada.

Duas são as características, conforme Tiago, do ouvinte negligente. Primeiramente, é alguém que se engana a si mesmo (v.22). Por quê? Por achar que apenas ouvir a palavra e tomar conhecimento dela seja suficiente. O ouvinte negligente pensa que tem um relacionamento com Deus pelo simples fato de ir à igreja com frequência, participar de uma célula ou ler a Bíblia. Está enganado, vivendo uma ilusão. Para falar da segunda característica, Tiago faz uso de uma ilustração, dizendo que o ouvinte negligente é semelhante a alguém que se olha no espelho e, logo que se vira, se esquece de sua aparência (v.23,24). Sendo assim, aquele que apenas ouve a palavra e não a pratica é alguém que, logo após ser impactado por sua mensagem, é capaz de esquecê-la ou guardá-la nos porões da mente e do coração, sofrendo um efeito superficial e temporário; os benefícios que recebe ao ouvir a palavra não duram mais do que sua imagem no espelho quando está penteando os cabelos.

Jesus, no final do Sermão do Monte, aplica mais um adjetivo ao ouvinte negligente. Ele o chama de imprudente (cf. Mt 7.26,27). A questão é que, aquele que apenas ouve a palavra e não a pratica, apesar de conhecer o que a Bíblia diz, não está pronto para enfrentar as provações e tribulações que a vida, certamente, irá lhe oferecer. Esse cristão, então, quando enfrentar problemas e dificuldades, terá mais chances de cair do que de ficar em pé. Sua negligência e consequente imprudência o levarão à ruína. Mesmo com a mais poderosa das armas nas mãos, diante de um inimigo, poderá ser grande e vergonhosamente derrotado.

1. Você tem tratado a palavra de Deus com negligência, apenas ouvindo e não praticando o que ela diz?

2. Você tem pensado que apenas ouvir e tomar conhecimento do que a palavra diz é suficiente? Sua vida cristã tem

se baseado em apenas ir à igreja, participar da célula ou ler a Bíblia?

3. Você pode ser comparado ao homem da ilustração dada por Tiago: alguém que sofre os efeitos da palavra de maneira superficial e temporária?

4. Você consegue detectar em sua vida derrotas que sofreu devido à sua negligência e imprudência de não praticar a palavra? Compartilhe com o grupo.

2. O operoso praticante

Tiago chama aquele que ouve a palavra e a pratica de operoso praticante (v.25). Uma das palavras gregas referentes a essa expressão, no mundo antigo, podia ser aplicada a um ator. Operoso praticante, então, é alguém que, semelhantemente a um bom ator, lê o script e o representa com precisão, ou seja, age e fala no palco segundo o que está escrito.

Duas também, conforme Tiago, são as características do operoso praticante. Primeiramente, como foi dito logo acima, é alguém que considera atentamente a palavra (v.25), ou seja, está preocupado em saber exatamente o que a palavra diz para que possa obedecê-la com fidelidade. Em segundo lugar, é alguém que persevera na prática da palavra, ou seja, com constância demonstra em sua vida um contínuo impacto provocado pela palavra. Podemos olhar para essa segunda característica de um outro ponto de vista. Em alguns momentos, tendo em vista os grandes desafios de obediência que a palavra nos traz, podemos nos sentir desanimados e tentados a desistir de obedecê-la. Diante disso, Tiago nos desafia a não parar, mas a perseverar na prática da palavra.

Em paralelo a outros textos bíblicos, Tiago diz que o operoso praticante será bem-aventurado no que realizar. Esse é um ensino constante nas Escrituras: aquele que vive de acordo com a palavra de Deus, ou seja, que a obedece e pratica, será, inevitavelmente, bem sucedido em sua vida. Ser bem-aventurado, entretanto, não exclui enfrentar problemas e tribulações. A questão é que, conforme diz Jesus no Sermão do Monte (Mt 7.24,25), “todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha”. O operoso praticante, então, é uma pessoa prudente, que está apta e pronta a enfrentar qualquer provação e dificuldade em sua vida, pois, além de ter a espada nas mãos, sabe como usa-la.

1. Você tem procurado conhecer com precisão o que a Bíblia diz de modo a obedecê-la e praticá-la com fidelidade?

2. Você tem se dedicado com constância à pratica da palavra, ou seja, continuamente você tem experimentado desafios e transformações em sua vida a partir dela?

3. Quando a palavra lhe diz algo que é contrário à sua vontade, que lhe é difícil de ser obedecido, você persevera em sua prática ou desanima e desiste? Você teria alguma experiência a compartilhar sobre isso?

4. Você reconhece em sua vida sucessos e vitórias obtidos a partir da prática da palavra? Poderia compartilhar algum?

Conclusão e desafios

Na lição de hoje, aprendemos importantes lições:

• A palavra de Deus não tem por objetivo tornar as pessoas mais cultas e entendidas sobre determinados assuntos, mas, sim, ser obedecida e praticada;

• Diante da palavra, podemos ser um de dois tipos de pessoas: ouvinte negligente ou operoso praticante;

• Ouvinte negligente é alguém desleixado e descuidado para com a palavra, que pensa que apenas ouvi-la e tomar conhecimento dela seja suficiente quanto à sua vida cristã. Por isso, o impacto que sofre da palavra é superficial e temporário, podendo ser grandemente derrotado quando passar por provações e tribulações;

• Operoso praticante é alguém que tem o cuidado de conhecer a palavra para obedecê-la e praticá-la com fidelidade e constância. Quando é confrontado pela palavra não desanima e desiste, mas persevera em sua prática. Por isso, é bem-sucedido no que faz e pode prevalecer frente às tribulações e provações que a vida lhe oferece.

A partir disso, seguem alguns desafios:

1. Busque conhecer com precisão e profundidade a palavra de Deus. Para tanto, seja freqüente à célula e aos cultos da igreja, participe do CCM, leia e estude a Bíblia;

2. Não pare e estacione no conhecer a palavra! Procure praticar cada verdade nova que aprender. Quando tiver a oportunidade de ouvir a palavra, anote ou guarde, de alguma maneira, o que você estiver aprendendo e, após isso, busque obedecer às ordens claras de Deus e pergunte-se como colocar em prática os princípios recebidos.

Para sua reflexão:

O que você irá fazer com o que aprendeu na lição de hoje? Irá apenas ouvir? Ou ouvir e colocar em prática?

Marcas de um cristão verdadeiro: Ele vive a sua fé no dia a dia

Marcas de um cristão verdadeiro: Ele vive a sua fé no dia-a-diaIntrodução: A igreja vive hoje um grande problema: o abismo que existe entre aquilo que professamos e aquilo que de fato vivemos. Como a religião pura e verdadeira vai muito além de doutrina e ritos, todo cristão deveria demonstrar prática e ação coerentes com a sua profissão de fé. Se houver um distanciamento entre cristianismo teórico e cristianismo prático, a falta de coerência fará surgir uma religião falsa e farisaica, e só trará crescente descrédito aos crentes. Não basta frequentar uma igreja, participar de um grupo, nem um ritual bonito ou uma liturgia pomposa. Nesta lição, veremos que aquele que acredita ser um crente verdadeiro deverá ter sempre suas ações dirigidas pela Palavra de Deus.

Desenvolvimento do ensino

Texto-base: Tiago 1.26-27

Se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a língua, antes, enganando o próprio coração, a sua religião é vã. A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar- se incontaminado do mundo.

Segundo Hernandes Dias Lopes, autor do livro “Tiago, transformando provas em triunfo”, neste texto Tiago levanta um padrão aferidor da verdadeira fé e questiona se somos verdadeiros crentes ou não. Como saber? Nestes versos, Tiago levanta três características de um verdadeiro crente:

1. O verdadeiro crente tem controle da sua língua (1.26)

Jesus disse: “...de toda palavra fútil que os homens disserem, hão de dar conta no dia do juízo. Porque pelas tuas palavras serás justificado, e pelas tuas palavras serás condenado” (Mt 12:36,37). O que Jesus está dizendo é que é a língua que revela o coração de um homem (Mt 12:34,35). A maledicência é o pecado que Deus mais abomina (Pv 6:16-19). A palavra irrefletida, a conversa torpe, a mentira leviana, as acusações maldosas, as orquestrações tramadas para destruir reputações, são provas incontestáveis do grande poder destruidor da língua e quem assim procede deve questionar se realmente conhece a Deus. Porque se a língua é má, suja e ferina, a religião então é vazia e nula. Não podemos glorificar a Deus com a nossa língua e, ao mesmo tempo, destruir vidas com ela. A língua não pode ser um canal de vida e também um instrumento de morte e maldade.

Dias Lopes afirma: “A língua é como uma radiografia que revela o que está em nosso interior. Não há coração puro se a língua é impura. Não há língua santa se o coração é um poço de sujeira. Não há cristianismo verdadeiro sem a santidade na linguagem. Se o coração estiver certo, a língua mostrará isto”.

1. Você concorda que nossa linguagem revela o nosso interior?

2. O que você tem percebido com relação a esta radiografia de seu coração?

3. Você pode perceber o quanto a língua tem de poder destruidor? Mas também o quanto ela pode ter de poder edificador?

2. O verdadeiro crente tem uma vida santa (1.27b)

Aquele que nasceu de novo guarda-se incontaminado do mundo, isto é, do sistema de valores pervertidos, corruptos, sujos, imorais e inconsequentes. Ele rechaça relativismo, o imediatismo e o hedonismo que levam ao comprometimento com o pecado.

Ser crente autêntico é não tomar a forma do mundo e conformar-se com a Palavra de Deus. Como diz James Boyce (autor de “Creio sim, mas e daí?”), vivemos numa época caracterizada por imundície moral. O perigo da contaminação pelo mundo por meio de suas diversões, revistas, livros e vida do dia-a-dia, é algo que conhecemos muito bem. Tiago está dizendo que devemos nos manter livres de tudo isso e que não devemos ser contaminados com tais coisas. A bíblia fala de Demas, que amou o presente século, o mundo, e abandonou a sua fé (2Tm 4:10).

Fomos tirados do mundo e separados para Deus. Somos enviados de volta ao mundo, não para o imitarmos, não para cobiçarmos as coisas más que há nele, mas para sermos luz do mundo, referencia de vida diferente e feliz. Estamos nele não para que ele nos contamine, mas para sermos nele instrumento de transformação.

1. Em sua opinião, o que significa sermos “luz do mundo e sal da terra”?

3. O verdadeiro crente tem compaixão dos necessitados (1.27)

Aquele que nasceu de novo não é egocêntrico, não vive só para si, não vive recuado só no seu mundo, olhando só para si. Ele sai do casulo, se levanta de uma posição de indiferença e age. Tem mãos abertas, coração dadivoso e bolso generoso. Não ama apenas de palavra, mas de coração. Visitar os órfãos e as viúvas significa viver com envolvimento e compaixão manifestada em ajuda concreta e no suprimento das necessidades reais daqueles que mais carecem e sofrem.

A salvação vem somente pela fé na morte expiatória de Cristo e Sua ressurreição gloriosa. O cuidado dos necessitados não é para a salvação, mas uma expressão visível dela na vida do verdadeiro crente. Não fazemos boas obras para sermos salvos, mas como evidência de que somos salvos. Se tivemos um encontro com Deus, não vemos somente a Ele, mas vemos a nós mesmos e também o nosso próximo (Is 6:3-8). No dia do juízo, teremos que prestar conta de nossa vida. Seremos julgados segundo as nossas obras. Dar pão a quem tem fome, roupa a quem está nu, visitar os enfermos e presos, etc, são atos concretos de amor que Jesus espera e cobrará de nós (Mt 25:34-46).

Conclusão e desafios

A Bíblia não apenas nos desafia a um viver coerente com a Palavra de Deus. Segundo H. D. Lopes, ela também nos mostra quais são os benefícios maravilhosos para aquele que professa e vive a fé verdadeira:

1. Ele terá a aceitação de Deus (1:27). “A religião pura e sem mácula, aceita por nosso Deus, é essa...”. Quando exercemos a nossa fé em obediência à Palavra de Deus, a nossa vida e serviço são aceitos como aroma suave (Fp 4:18).

2. Ele receberá bênçãos pessoais (1:25). “... este será bem-aventurado no que fizer”. Você quer que Deus o abençoe? Então, leia a Palavra, descubra o que ela diz e viva de acordo com ela.

3. Ele se realizará, sendo instrumento para abençoar outras pessoas (1:27). Tornamo-nos agentes de Deus para aliviar o sofrimento das pessoas necessitadas. Seremos, então, o sal da terra e a luz do mundo.

A partir disso, seguem-se os mesmos desafios da semana passada:

1. Busque conhecer com precisão e profundidade a palavra de Deus. Não só para conhecer, mas para praticar insistentemente. Para tanto, seja freqüente à célula e aos cultos da igreja, participe do CCM, leia e estude a Bíblia;

2. Não pare e estacione no conhecer a palavra! Procure praticar cada verdade nova que aprender. Quando tiver a oportunidade de ouvir a palavra, anote ou guarde, de alguma maneira, o que você estiver aprendendo e, após isso, busque obedecer às ordens claras de Deus e pergunte-se como colocar em prática os princípios recebidos.

3. Mas busque também observar quem Deus está colocando ao seu lado como o seu próximo, para quem Deus espera que você demonstre compaixão prática e transformadora.

Para sua reflexão:

O que você irá fazer com o que aprendeu na lição de hoje? Irá apenas ouvir? Como irá colocá-la em prática?

Marcas de um cristão verdadeiro: Ele testemunha a respeito de Jesus

Marcas de um cristão verdadeiro: Ele testemunha a respeito de Jesus

Introdução: Jesus delegou aos seus discípulos a tarefa de testemunhar e fazer outros discípulos.

Texto: Mateus 28.18-20

Então, Jesus aproximou-se deles e disse: “Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”.

Desenvolvimento do ensino

Nossa missão principal é trazer novas pessoas para o Reino de Deus, cuidar delas e treiná-las para fazer o mesmo com outros. O mandamento básico que Jesus nos deu no verso 19 é fazer discípulos. É isto o que Deus espera de todos nós: que façamos discípulos.

Jesus não nos mandou fazer convertidos, mas sim, fazermos discípulos. Fazer um discípulo é testemunhar para uma pessoa, ganhá-la para Cristo e se responsabilizar de oferecer todos os cuidados necessários para que ele também cresça e se torne um seguidor de Jesus saudável e maduro na fé. Isso não é somente um dever sagrado para cada cristão, mas um imenso privilégio. Sabendo que esta não seria uma tarefa fácil ou natural para nós, em Atos 1.8, durante a sua partida e no mesmo contexto do anúncio da grande comissão, Jesus prometeu que nos daria o poder para sermos suas testemunhas.

Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra. (Atos 1:8).

Ou seja, a Grande Comissão é um mandamento com uma promessa: Ele nos pede algo para o qual já nos concedeu o poder para fazê-lo. Só falta entender que esta é mesmo a vontade de Deus e começarmos a praticá-la em nossa vida.

Na essência da palavra, o Evangelho é uma boa notícia a ser espalhada. A palavra “Evangelho” tem sua origem na palavra grega “ευαγγέλιον” (lê-se euanguélion), cujo significado é “boas novas”. De acordo com 1 Coríntios 15.1-4, a boa notícia é que Cristo morreu pelos nossos pecados, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia. Ou seja, os seres humanos podem ter os seus pecados perdoados através da morte e ressurreição de Jesus. Sendo assim, o primeiro apelo do Evangelho é que todos reconheçam e confessem que são pecadores e que estão desconectados de Deus. Assim, os que creem no Evangelho, que recebem a morte e ressurreição de Cristo pelos seus pecados, são salvos e se tornam verdadeiros cristãos e discípulos de Cristo. São estes, os discípulos de Jesus, que são chamados por Ele para espalhar as boas novas e fazer outros discípulos, tornando-se um cristão contagiante.

Compartilhar o Evangelho deve se tornar um estilo de vida de todo cristão. Deus planejou que cada um de nós, vivendo seu dia- a-dia, fosse uma testemunha de Jesus. Veja o texto de Atos 2.42-47. Podemos observar que os primeiros cristãos estavam sempre ocupados com a tarefa de repartir a sua fé em Jesus Cristo a outros. E isto teve um grande impacto na cidade toda. A vida cristã normal inclui repartir a nossa fé com outros, por isso cremos que evangelizar e fazer discípulos é um estilo de vida que Deus quer que todo cristão viva.

Seu testemunho pessoal é uma ferramenta poderosa. Cada pessoa que já teve um encontro pessoal e genuíno com Jesus tem uma valiosa e poderosa experiência para contar ao mundo. Sem dúvida, Deus usa o nosso testemunho pessoal para alcançar os corações de outras pessoas. Por isso, é muito importante ter o nosso testemunho pessoal bem preparado, estando prontos para

contar como nós éramos antes de conhecer a Cristo, como conhecemos a Jesus e o que aconteceu depois que entregamos nossa vida para Jesus.

PERGUNTA: À exemplo de como se faz, alguém aqui poderia dar seu testemunho bem sucinto, seguindo esta ordem: como eu era; como conheci Jesus; o que aconteceu depois que entreguei a Ele a minha vida?

Não deixe os seus velhos amigos para trás. Infelizmente algumas pessoas abandonam seus velhos amigos depois que se convertem. E depois de algum tempo, já não tem mais nenhuma amizade com não crentes. Veja bem: uma coisa é abandonar as práticas pecaminosas que você e seus amigos faziam antes, e outra coisa é abandonar os seus amigos. Se nós nos afastarmos deles, quem os conduzirá a Cristo? Uma das maneiras mais eficientes de evangelizar é através de cultivar bons relacionamentos. Precisamos aprender a influenciar as pessoas com as quais mantemos vínculos de amizade ou parentesco. O segredo de fazer discípulos é cultivar amizades sinceras com o propósito de alcançá-las para Jesus, e se esforçar para sempre fazer novas amizades.

PERGUNTA:

1. Você tem muitos amigos e parentes? Quantos você calcula que eles são?

2. Já pensou em alcançá-los para Jesus? Qual seria a primeira coisa a fazer? A primeira coisa é começar a orar pela vida deles, para que o Espírito Santo abra uma porta para você dar seu testemunho.

Conclusão: Deus espera que sejamos suas testemunhas e que, no dia a dia, façamos discípulos para Ele. Assim sendo, quando damos o nosso testemunho e compartilhamos as boas novas de salvação, isto significa que somos obedientes à ordem de Jesus, somos sensíveis à maior necessidade do ser humano, tornamos Jesus conhecido e promovemos a glória de Deus. Entretanto, quando não evangelizamos, desprezamos a ordem de Jesus e nos tornamos desobedientes, desprezamos a maior necessidade das pessoas, sendo insensíveis e sem amor, escondemos Jesus e, indiferentes, desprezamos a glória de Deus. Por isso, todo cristão deve ser um fazedor de discípulos.

Desafio: Por tudo isso, nós que somos a Igreja Batista Central temos um grande alvo evangelístico: que cada participante das nossas células e cultos de celebração conduza uma pessoa a Cristo a cada ano. Queremos que você assuma este alvo como a sua mais importante meta pessoal. E para fazer isso, sugerimos que comece fazendo um pacto de oração.

O pacto de oração por três. O pacto de oração por três é um plano estratégico para ganhar pessoas do seu círculo de amizades e parentesco. Pessoas que você ama e que deseja muito vê-las salvas e transformadas como você mesmo está sendo. Neste pacto, cada pessoa faz com Deus e com a sua célula o compromisso de orar todos os dias e de jejuar uma vez por semana durante um mês por três pessoas ainda não convertidas, mas que você acredita que estejam abertas para Deus. Devem escrever os nomes num pequeno cartão de bolso e começar a orar todos os dias por aquelas pessoas. Durante este período, um simples convite para um jantar ou almoço, ou para um passeio pode eliminar barreiras e abrir caminho para Cristo. Depois de um mês você as convida para a sua célula e para participar de um Encontro com Deus. Fazendo isso, com certeza você alcançará pelo menos uma pessoa para Jesus e começará a fazer dela um discípulo de Cristo.

Marcas de um cristão verdadeiro: Ele é amigo de Deus

Marcas de um cristão verdadeiro: Ele é amigo de Deus

Introdução: Na lição de hoje, abordaremos o tema ”amizade com o mundo, inimizade com Deus”. Veremos que é considerado uma forma de adultério espiritual a ideia e a prática de nos relacionarmos com Deus e, ao mesmo tempo, continuarmos flertando com o mundo.

Desenvolvimento do ensino

Texto-base: Tiago 4.4-6

Adúlteros, vocês não sabem que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Quem quer ser amigo do mundo faz-se inimigo de Deus. Ou vocês acham que é sem razão que a Escritura diz que o Espírito que ele fez habitar em nós tem fortes ciúmes? Mas ele nos concede graça maior. Por isso diz a Escritura: “Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes”.

1. O que é o mundo?

A palavra mundo, tradução para kosmos, pode ter diversos sentidos. No presente contexto, pode ser conceituada como “um conjunto de ideias e práticas contrárias a Deus”. Deus tem o seu conjunto de ideias e práticas. Podemos ter acesso a ele através da Bíblia, a Palavra de Deus. As ideias e práticas do mundo estão implícita ou explicitamente na contramão das de Deus. Sendo assim, se Deus deseja, por exemplo, a pureza sexual, o mundo apregoa a imoralidade e a libertinagem. Se Deus se coloca ao lado da verdade, o mundo defende e incentiva a mentira. Deus e o mundo são antagônicos, completamente opostos entre si.

O mundo, sendo um conjunto de ideias e práticas, não tem vida própria. Ele tem, por trás de si, um grande mentor, que lhe dá forma e cor. A Bíblia diz que esse mentor é o diabo, o qual é chamado “príncipe deste mundo” (cf. João 12.31; 14.30; 16.11). Em

1João 5.19, está escrito que “o mundo todo está sob o poder do Maligno”. Isso quer dizer que o mundo, então, reflete as ideias e práticas de Satanás, o qual, sabemos, é inimigo de Deus e da Igreja de Cristo.

2. O adultério espiritual

Tendo em mente o conceito de mundo, podemos entender melhor o que Tiago quis dizer no texto dessa lição. Ele chama os irmãos aos quais está escrevendo de adúlteros. Por que a utilização de um adjetivo tão pesado? Porque aquelas pessoas, sendo cristãs, estavam mantendo um relacionamento com o mundo, ou seja, manifestando ideias e práticas contrárias a Deus, o que constituía um adultério espiritual.

A ideia de “adultério espiritual” é algo muito recorrente no Antigo Testamento. Na história do Antigo Testamento, Deus faz uma aliança com o povo de Israel, a qual, principalmente nos livros proféticos, é comparada à união matrimonial entre um homem e uma mulher. Sendo assim, o pecado de Israel ao adorar e servir outros deuses é rotulado de adultério. O texto de Jeremias 3.20 nos apresenta um exemplo disso: “Mas, como a mulher que trai o marido, assim você tem sido infiel comigo, ó comunidade de Israel’, declara o Senhor”. É isso que Tiago, como um judeu, tem em mente ao chamar seus destinatários de adúlteros. Ele quer chamar a atenção da igreja para o absurdo e gravidade que é ser um cristão e manter ideias e práticas mundanas. Não pode ser assim. Aquele que tem amizade com o mundo se torna inimigo de Deus, pois o está traindo.

1. Pare e pense: você mantém em sua vida ideias e práticas mundanas, ou seja, contrárias a Deus? Em que você tem cometido infidelidade contra Deus?

3. A reação de deus ao adultério espiritual

Semelhantemente a um marido traído, Deus também reage quando cometemos adultério espiritual contra Ele. Semelhante e não igualmente. Obviamente, as atitudes de Deus não podem ser comparadas com as nossas. Deus é santo e nós somos pecadores. A primeira reação de Deus ao adultério espiritual é o ciúme. Tiago diz que o Espírito que habita em nós tem fortes ciúmes (cf.

4.5). Ciúme, nesse contexto, deve ser comparado com zelo e cuidado e não com um sentimento descontrolado e possessivo. Deus deseja que o seu povo seja total e integralmente seu. Por isso, quando flertamos e nos relacionamos com o mundo, ele reage prontamente, manifestando sua ira e descontentamento. Sobre isso, dois textos bíblicos podem ser citados. Êxodo 34.14 diz: “Nunca adore nenhum outro deus, porque o Senhor, cujo nome é Zeloso, é de fato Deus zeloso”. Zacarias 8.2 diz: “Assim diz o Senhor dos Exércitos: ‘Tenho muito ciúmes de Sião; estou me consumindo de ciúmes por ela’”.

A segunda reação de Deus ao adultério espiritual é a graça (cf. 4.6), a qual se manifesta de duas maneiras. Primeiramente, a graça de Deus nos fornece tudo o que nos é necessário para vivermos conforme suas exigências, ou seja, ele nos capacita a sermos fiéis a Ele. Conforme disse Agostinho, Deus dá aquilo que Ele exige. Em segundo lugar, Deus está sempre disposto a perdoar o pecador. Quando adulteramos contra ele, sua graça é maior do que sua ira. Entretanto, só tem acesso a essa graça aquele que, com humildade, reconhece e confessa que pecou contra Ele. Quem assim não age, sofre resistência da parte de Deus, ou seja, quer se aproximar dEle, mas Ele não o permite.

2. Você consegue reconhecer a presença do ciúme de Deus em sua vida?

3. Você consegue reconhecer a presença da graça de Deus em sua vida?

4. Você tem sido humilde diante de Deus, reconhecendo e confessando seus pecados contra Ele?

Conclusão e desafios

Nesta lição, aprendemos que:

• O mundo é um conjunto de ideias e práticas contrárias a Deus que tem como mentor o diabo;

• Quando nos relacionamentos com o mundo, ou seja, manifestamos práticas e ideias contrárias a Deus, cometemos adultério espiritual contra Ele;

• Deus reage ao nosso adultério espiritual com ciúme e graça. A graça está acessível àquele que humildemente reconhece e confessa que pecou contra Ele.

A partir disso, leve os seguintes desafios para casa:

1. Passe sua vida em revista e localize quais são as ideias e práticas mundanas que você tem mantido em sua vida;

2. Após isso, reconheça e confesse essas práticas e ideias como pecados e peça perdão a Deus pelo seu adultério espiritual.

Enxergue o futuro VI

Enxergue o futuro VI

Texto: Josué 24.15

Introdução: Uma atitude é suficiente para mudar um destino! O decidido não vacila entre dois pensamentos, entre possibilidades, entre devaneios, entre suposições.

Quando nos convertemos o Senhor planta em nós a semente e esta semente nos faz tomar decisões.

Se você quer uma vida de santidade é preciso decidir por atitudes santas.
Se você quer uma vida de vitória é preciso decidir por atitudes que atraiam a vitória.
Se você quer uma vida de milagres é preciso decidir por atitudes de fé.
Se você quer uma vida de poder é preciso decidir por atitudes de poder.

Muitos estão indecisos quanto ao Deus que servem.
O indeciso é denunciado por sua atitude;
O indeciso é denunciado pelo que fala;
O indeciso é denunciado pelo que deixou de fazer;
O indeciso é denunciado por seu dia a dia;
O indeciso é denunciado por seus fracassos;
O indeciso é denunciado até pelo modo de andar.

Uma proclamação feita em fé e regada a cada dia com confissões de concordância, se transforma num decreto assim como as confissões contrárias resistem os céus de sua cabeça e se transforma numa regência.

Tudo o que você pretende conquistar em sua vida se tornará possível a partir de uma DECISÃO.

Como Josué decida hoje servir ao Senhor você e sua casa! Levante sua voz em confissão e tome atitudes que esteja em concordância com essa decisão.

Sua decisão pode mudar o destino de sua família!

1- Não ter saída pode ser a melhor forma de provocar o milagre na sua vida.

Esse é o melhor ambiente que Deus tem para realizar milagres na nossa vida. Não é escolha, mas sim situ- ação em que vivemos. De olhar para o lado e dizer meu Deus para onde eu vou.

Você já teve uma sensação que precisa enfrentar algo? Que está andando em círculos? Sensação de que acorda pela manhã e, semanalmente, mensalmente, sua vida está muito igual e precisa de uma reforma, uma mudança, para que saia da estagnação diária?

Em nossa vida sempre temos uma condição para chegar do outro lado. Utilizamos muito o “depois de...”. Depois de construir a casa podemos viajar. Depois de terminar de pagar o carro... Depois de... Está tudo condicionado. Além das muralhas tem uma promessa te esperando.

Como enxergar o futuro? Além do natural? Essa vi- são de raio-X é uma dádiva que Deus dá a algumas pessoas. Fazer projeção do amanhã como se já estivesse nele. Conseguir ver em um deserto, uma cidade. Essa visão é um dom, uma graça.

Entretanto, há pessoas que, às vezes, enriquecem sem propósito. Não sabem o que fazer. Ter recurso na mão e não saber o que fazer é catástrofe. Deus vai dar recursos a quem tem uma visão. Se Deus te der um milhão você já sabe o que fazer com ele?

2- O dia da sua maior dependência de Deus será o dia da sua maior conquista!

Vemos que para qualquer pessoa Jericó era a maior fortificação que existia na época, mas para Josué era o obstáculo que antecedia a próxima conquista.

O problema é ser definitivo nas coisas. Pegamos uma situação e a tratamos como sendo o maior problema da nossa história.

O primeiro desafio pode parecer enorme, porém depois de enfrentado será um pequeno obstáculo ultrapassado.

Outros problemas aparecerão para que conquiste coisas maiores. Muita gente tem deixado obstáculos para trás sem ser enfrentado.

Você não pode deixar coisas para trás porque a pendência do passado uma hora volta e te puxa.

Jericó representa a grande conquista do seu ministério. Ela poderia ter sido ignorada, mas não tem senti- do rodear e deixar os problemas de lado. Jericó precisa ser conquistada para que a promessa do Senhor seja estabelecida.

3- Se a sua promessa está do outro lado, onde é o seu lugar? Do outro lado.

Do outro lado. Reavalie sua vida!

A questão é que estamos do lado de cá falando: - Eu vou atravessar um dia, eu vou atravessar. - Um dia acaba esse tempo de dependência.

O lugar mais confortável para a sua vida é na sua promessa.

Se Deus colocou em terra de gigantes, você vai ter que ir até lá.

Você precisa estabelecer a sua conquista, pisar na terra, atravessar a muralha, conquistar e romper os limites na sua vida. Muita gente vive apenas na teoria.

O povo no deserto ficou 40 anos vivendo de teoria.

Todos já conheciam como era a terra prometida e quando chegaram à muralha, perceberam que era bem maior do que imaginavam.

Deus nos dá oportunidades de andar em um nível de problemas. Não desista antes de tentar. A teoria pode roubar uma grande oportunidade da sua vida.

4- As estratégias dos outros com a sua assinatura.

O que é isso Bispo são pessoas que na teoria são tremendas mais no meio da batalha eles pulam fora. Porque na ora de falar todos falam mais na ora da pratica.

Eu não quero entrar num projeto e ter um plano B a Bispo mais o Senhor precisa do plano B é querido é por isso que você esta onde esta porque você sempre é tentado a ir ou pensar no plano B.

Diga comigo não tenha o plano B.

Josué não perdeu a oportunidade de se posicionar e logo declarou: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor. Em Atos 16.31 diz: “Crê no Senhor Jesus e se- rás salvo tu e tua casa.” Você precisa decidir e parar de seguir as estratégias dos outros.

O Salmista escolheu em Salmo 119.30 -Escolhi o caminho da verdade; propus-me seguir os teus juízos.”

O que vemos nesses textos e em muitos outros da Palavra de Deus é um Pai amoroso tentando se aproximar e chamar atenção do seu povo, advertindo

seus verdadeiros filhos das consequências de suas escolhas. Hoje Deus está te chamando e quer se encontrar com você! Escolha se converter ao Senhor Jesus e tenha vida em abundância, cheia de bênçãos.

Conclusão: Convidamos você a escolher mudar a sua vida, o seu comportamento diante de Deus! Convidamos você a decidir estar verdadeiramente com Deus, buscar a Deus diariamente e voltar-se para o Senhor de todo o seu coração. Convidamos você a escolher se converter de verdade a Jesus e tornar-se um discípulo fiel do Senhor! Você aceita esse convite? Se aceita saia do seu lugar e venha em nome de Jesus.

Recomendo:

Bispo José Antônio de Souza

4/05/2014

Enxergue o futuro V

Enxergue o futuro V

Texto: Lucas 9.57-62

Quando Jesus e os discípulos iam pelo caminho, um homem disse a Jesus: Eu estou pronto a seguir o senhor para qualquer lugar onde o senhor for. Então Jesus disse: As raposas têm as suas covas, e os pássaros, os seus ninhos. Mas o Filho do Homem não tem onde descansar. Aí ele disse para outro homem: Venha comigo. Mas ele respondeu: Senhor, primeiro deixe que eu volte e sepulte o meu pai. Jesus disse: Deixe que os mortos sepultem os seus mortos. Mas você vá e anuncie o Reino de Deus. Outro homem disse: Eu seguirei o senhor, mas primeiro deixe que eu vá me despedir da minha família. Jesus respondeu: Quem começa a arar a terra e olha para trás não serve para o Reino de Deus.

Introdução: Os três diálogos da parábola devem ser compreendi- dos como em uma só unidade, pois nela esta a ideia central que Jesus ensina aos discípulos. As suas três características são cruciais para o entendimento: (Seguir a Jesus; Ir por Jesus; Por um preço alto).

O pano de fundo desta parábola está sob o contexto político do império romano, cujo governador é Herodes.

O contexto socioeconômico é agrícola e o contexto familiar estabelecido em formato de classes.

Primeiro Discípulo.

O primeiro candidato é impetuoso e não coloca nenhum tipo de condições para seguir a Jesus. E isso é o que muitos declaram hoje em dia, mas da boca pra fora. Logo em seguida Jesus o alertou, que não vai ser fácil, ele diz que as raposas tem suas covas e os passarinhos seus ninhos, mas o filho do homem não tem onde descansar. Vocês entenderam? Aqui Jesus deixa bem claro, que quando você toma essa decisão você é 24 horas 7 dias por semana um servo de Cristo, você não pode mais ser apegado ao mundo, aquela balada, aquela bebidinha, aquele filme com cenas eróticas, raiva de alguém, Egoísmo, e todas essas coisas já não fazem mais parte da sua vida. Você não tem mais onde descansar, isso foi um alerta de Jesus ao Homem.

1 Joao 2.15-17 - Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens não provêm do Pai, mas do mundo. O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.

João 12.25 - Aquele que ama a sua vida, a perderá; ao passo que aquele que odeia a sua vida neste mundo, a conservará para a vida eterna.

Não haveria nenhuma segurança humana.

Discipulado exige um sacrifício maior

1- O discípulo não pode controlar suas vidas. Deixe Jesus controlar a sua vida.

O discipulado nos leva do conforto natural dos “covis e ninhos” para o desconforto de uma peregrinação permanente sem chance de “reclinar a cabeça”

A primeira classe de pessoas é a que quer controlar a obra de Deus ela nunca tem tempo para Deus. Deus não esta em sua agenda. Porque ele só vai se isso, se aquilo eu quero dizer pra você nesta noite que quem controla a sua vida é o Espirito Santo. Porque o vento sopra aonde quer...

Felipe foi enviado para o deserto. Atos 8.26-28 - Apronte-se e vá para o Sul, pelo caminho que vai de Jerusalém até a cidade de Gaza. (Pouca gente passava por aquele caminho.) Filipe se aprontou e foi. No caminho ele viu um eunuco da Etiópia, que estava voltando para o seu país. Esse homem era alto funcionário, tesoureiro e administrador das finanças da rainha da Etiópia. Ele tinha ido a Jerusalém para adorar a Deus. Na volta, sentado na sua carruagem, ele estava lendo o livro do profeta Isaías.

Segundo Discípulo: Discipulado exige rever minhas prioridades.

O segundo jovem é convocado por Jesus. Mas a resposta vem em forma de um pedido: deixa ir primeiro sepultar meu pai.

O que não quer dizer que o pai dele estava morto ou em um funeral da época, mas que ainda estava vivo e que por tradição e costume da época na estrutura de classes familiares, o pai deveria ser honrado pelo filho ate o momento que chegasse a sua morte por- que ele era o primogênito. Então, isso mostra que o jovem não queria se desprender de seus compromissos humanos e sócios culturais, mas pedindo isso a Jesus, esperava que fosse comovê-lo a permitir primeiro cuidar de suas coisas para depois ir cuidar das coisas do Reino de Deus.

2– O discípulo não pode se prender a tradição. Só Jesus quebra a tradição.

Jesus não está negando o valor das relações familiares, pois sempre operou extraordinariamente nelas, mas reafirmando que nenhuma relação humana pode estar acima da relação com Ele e do compromisso de pregar o “Reino de Deus”.

Terceiro Discípulo: Discipulado exige foco

Este terceiro e ultimo dialogo e quase parecido com o segundo, ele se oferece mais com um pedido para ir se despedir, da mesma forma, a explicação esta relacionada ao fator familiar em formatos de classes, uma vês que isso significava e ainda significa nos nossos tempos na região iraquiana de que, o jovem de fato queria ir ver com os seus responsáveis se de fato esse negocio de ir seguir alguém sem destino certo seria de fato um bom negocio para se fazer na vida. Pois este termo funciona como uma chave, por exemplo, se alguém diz ao seu pai que estaria indo para uma nova cidade, isso certamente significaria; quer que seu pai morra? Porem não em sentido literal, mas em sentido de mudar de classe de vida. Na pratica o jovem queria ir mesmo era ver se isso seria um bom negócio.

3– O discípulo não pode ter alianças terrenas.

Conclusão: Jesus está procurando hoje homens e mulheres comprometidos em Lhe dar o primeiro lugar em suas vidas, e não apenas algumas noites de Quarta e do domingo à noite ou os anos da aposentadoria; Jesus está procurando hoje homens e mulheres focados integralmente Nele e na obra que Ele separou para realizar, homens e mulheres que não se conformam em seguir na corrente da religiosidade fria e vazia, sem objetivo definido, sem comprometimento.

Bispo José Antônio de Souza

Enxergue o futuro IV

Enxergue o futuro IV

Texto: Jeremias 18.1-6

Introdução: Antes de você se assentar escolha uma pessoa a sua direita ou a sua esquerda escolheu, então pergunta para ele ou para ela quem é você de verdade.

E se nesta noite você tem duvida se é Deus ou não que esta falando com Você vou de dar uma dica se for falado o que você quer ouvir pode ter certeza que é o homem mais se for falado aqui que você não quer ouvir e sim o que você precisa ouvir pode ter certeza que é Deus que esta falando contigo.

Jesus quando olha para você vê você no futuro.

Não se prenda as coisas de hoje pois eu tenho coisas maiores para você amanhã.

Se você desistir hoje, o que o mundo deixará de ganhar amanhã? O que Deus deixará de realizar através de você, e somente você? Quando o vaso se quebra, a responsabilidade de reconstruí-lo não é dele próprio, do vaso, mas sim do oleiro que o construiu, ou mesmo que permitiu que se quebrasse.

Descanse nas mãos do Oleiro e apenas observe como Ele pode juntar cacos aparentemente imprestáveis e transformá-los em algo novo e totalmente diferente daquilo que foi antes.

1– Deus quer saber quem você é de verdade. (por isso Ele trouxe você aqui hoje)

Sabe aquele espelho que você tem em casa. Que quando você esta sozinho é ele que fala com você. Fala o que Bispo, ele diz assim você é mentiroso, falso...

Diga quem você é de verdade...

2– Dispõe-te e desce. V.1

Sai do comodismo, deixe a preguiça, o oleiro tem uma nova forma para esse vaso ele não quer você todo quebrado.

Sua vida parece sem sentido? Jesus ainda não concluiu Sua obra em você. Seu projeto não foi ainda completado. Você faz parte de um Plano maior, onde cada peça se encaixa perfeitamente, e aquelas que ainda não encontraram seu devido lugar estão sendo transformadas, desgastadas, polidas, diminuídas, para se encaixarem na engrenagem principal.

3– Seja humilde e desça. V.2

Nabucodonosor desceu do trono. Paulo teve que descer do cavalo. Pedro teve que descer do terraço.

Zaqueu teve de descer da arvore.

E lá farei você ouvir a minha palavra só quando você desce você consegue ouvir ao Senhor.

4– Deixa deus trabalhar na sua vida. V.3

Mexer com o barro suja as mãos, tem muitos que não querem se sujar.

Se as coisas parecem ter se estagnado, se pararam de repente, não se desespere. Talvez Deus esteja fazendo alguns ajustes em você para fazê-lo assumir um lugar mais importante, e para isso Ele precisa de um tempo. Deixe Deus trabalhar em você.

5– Tenha paciência. V.4

O vaso quebrou e Ele vez um novo.

As vezes o vaso só trinca e nós jogamos fora.

E muita das vezes só cuidamos do vaso porque ele é de ouro porque se fosse de barro já teríamos jogado fora a muito tempo.

Isto precisa ser bem assimilado. Quando nos estra- gamos nas mãos de Deus ele faz um outro vaso, um vaso novo segundo bem lhe parece. Não seremos mais os mesmos. Temos que esquecer o passado e partir para o futuro confiantes na misericórdia do Senhor que é grande.

Enquanto isso, descanse sua mente e alma. Poupe o Oleiro de atrasos desnecessários, de mais tempo amassando o barro antes de tê-lo pronto para uma nova fôrma. O resultado final, você se surpreenderá, compensará todo o trabalho, todo o sofrimento, todas as lágrimas. Tudo. Você verá. Creia. Você verá.

Diga quem você é de verdade...

6- O oleiro quer sinceridade. V.6

Eu queria saber se você compra vaso sabendo que ele tem cera e vai mais cedo ou mais tarde vai vazar. Eu creio que não mais Deus é aquele que compra o trincado o encerado para fazer dele um vaso novo.

O Senhor é o único que consegue mesmo você passando pelo fogo do forno o fogo do mundo que de deixa cheio de rachaduras o Senhor olha para você e de compra pelo maior preço.

Conclusão: Nesta noite o Senhor te chama o vaso para ministrar na sua vida.

Bispo José Antônio de Souza