2/26/2014

A história dos Recabitas

A história dos Recabitas

 
Texto base: Jeremias 35 – Os Recabitas
 
A benção é hereditária. A maldição já foi quebrada na cruz por meio de Cristo. Se você for fiel a Deus, isso vai resultar em bênçãos para os seus descendentes.
 
Deus testa o seu coração

Jeremias 35.1-2 “ Durante o reinado de Jeoaquim, filho de Josias, rei de Judá, o Senhor dirigiu esta palavra a Jeremias: “Vá à comunidade dos Recabitas, convide-os a virem a uma das salas do templo do Senhor e ofereça-lhes vinho para beber”.

  • Os Recabitas continuaram fiéis com o compromisso que tinham feito com os seus antepassados; Jeremias 35.6 “Eles porém disseram: Não beberemos vinho, porque o nosso antepassado, filho de Recabe, nos deu esta ordem: Nem vocês nem seus descendentes beberão vinho”.
  • Deus queria ver se realmente eram fiéis, obedientes as promessas que tinham feito;
  • Nós como filhos de Deus, precisamos entender que o teste faz parte da nossa vida;
  • Se somos reprovados nas pequenas coisas, Deus não nos dará as coisas grandes que Ele tem preparado para nós;
  • Nós nunca sabemos quando Deus está nos testando, pode ser uma viagem, uma troca de emprego, e etc...
  • Nem toda oportunidade vem de Deus, às vezes é um teste para você rejeitar;
  • Quando não é de Deus, é porque viola os compromissos que você tem com Deus;
  • Se você passar, terás vitórias por anos e anos.

Jeremias 35.6c “Nem vocês nem os seus descendentes beberão vinho” 

  • Muitas vezes terminamos nos atrapalhando com os prazeres da vida: emoção, namorado, esporte, carro, etc. Lucas 21.34 “Tenham cuidado, para não sobrecarregar o coração de vocês de libertinagem, bebedeira e ansiedades da vida”
  • Temos o costume de gastar o nosso tempo e manter o nosso foco em como satisfazer os nossos desejos;
  • O nosso foco tem que ser sempre o mesmo em Cristo Jesus.

Jeremias 35.7a “Vocês não construirão casas nem semearão”.

  • Temos a tendência de se enraizar no lugar;
  • Deus quer que vivamos nossa vida de tal maneira, que se Ele nos mandar para outro lugar, devemos deixar tudo e ir;
  • Quer que sejamos desprendidos das coisas desse mundo;
  • Não devemos nos enraizar e sim sermos peregrinos;

Jeremias 35.7b “Não plantarão vinhas nem as possuirão” 

  • O dinheiro pode ser uma faca de dois gumes;
  • Pode virar um ídolo na sua vida;
  • O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males, isso é idolatria. Temos que nos manter livres desse amor;
  • Use o seu dinheiro para comprar amigos para a vida eterna;
  • 1 Coríntios 7.29 “O que quero dizer é que o tempo é curto”;
  • Todas as escolhas devem ser muito bem calculadas, pois o tempo é curto;
  • Na vida vamos ter problemas, dificuldades, mas devemos levantar a cabeça e seguir em frente. Deixar as coisas de trás e olhar para frente;
  • Às vezes Deus nos dá a oportunidade se escapar de alguém que iria nos atrapalhar, e devemos segurar essa oportunidade e nos desprender dessa outra pessoa;
  • 1 Coríntios 7:31 “os que usam as coisas do mundo, como se não as usassem”
  • Use e desfrute das coisas, mas não se enrole e não se envolva com elas.

 
Pastor: David Hatcher

As bênçãos de Deus sobre Abraão

As bênçãos de Deus sobre Abraão

Texto base: Gênesis 12:1

O chamado de Abraão
 
- Deus manda Abraão sair da terra de seus pais.
- Abraão representa cada um de nós. Deixe tudo para e pelo Senhor.
- É preciso sair daquilo que você ia fazer, do conforto, da descendência carnal.
- Deus vai te levar para longe do que você era e até de seus sonhos.
- Ele vai te levar para o alvo que Ele tem para você antes de você nascer.
- Deus vai te levar para o que Ele sonhou para você.
- Esse é o primeiro chamado da salvação.
 
Gênesis 12:2-3 - Deus promete bênçãos para os que dizem sim
 
- Deus prometeu uma grande nação de muitos descendentes a Abraão.
- Se você vier para Deus, Ele vai te abençoar.
- Deus chamou você para ser instrumento Dele.
- Pessoas conhecem Jesus através de você, através de sua vida?
- Ele te chamou para levar a Palavra da salvação para muitos.
- Você vai ser uma benção para outras pessoas.
- Sua benção vai atingir outras pessoas.
- É preciso obedecer à vontade de Deus.

Hebreus 11:8 - Abraão não sabia para onde ia

- O lugar para onde vamos faz parte do plano de Deus.
- Ele escolheu nos dirigir no dia a dia.
- O Senhor mudava as circunstâncias para fazer Abraão se mudar.
- É muito fácil enraizar, mas Deus quer que o cristão fique aberto para a vida.
- Abraão esperava pela cidade que seria construída por Jesus. (Hebreus 11:9-10)
- O sobrinho dele, Ló, também peregrinou pelos desertos e montes com ele.
- Ló também recebeu as promessas de bênçãos que Deus fez a Abraão.
- Somos da linhagem de Abraão, descendência de Jesus, da família de Cristo.
- A promessa que Deus fez a Abraão, Ele faz para você.

- Nós vamos inaugurar a santa cidade.
- Acumule para si riquezas eternas para chegar bem no céu.
- Cada vez que você é usado por Deus para combater Satanás você é galardoado.
 
Gênesis 13:10 - Importância da decisão
 
- Abraão e Ló estavam seguindo onde Deus mandava.
- Ló resolveu mudar a direção, para longe do Senhor.
- A decisão errada de Ló estragou todo o plano de Deus.
- Você não pode decidir por coisas erradas, decidir só pelos olhos.
- Não podemos tomar decisões como Ló, com os olhos carnais.
- Ló saiu de Betel “Casa de Deus” e foi para Sodoma, por ser mais chamativo.
- Ele foi rico e voltou pobre. Perdeu riqueza, mulher, gerou duas nações ímpias.
- Terminou a vida como foragido e com uma herança maldita.
- Se seu emprego está levando você para Sodoma e Gomorra, largue.
- Nossas decisões devem ser tomadas pelo que Deus quer.
- Deus também testa nossas decisões, como fez com Abraão, para saber o que há no nosso coração (Hebreus 11:17)

Hebreus 12:1 – Livrar-se de tudo o que atrapalha
 
- É preciso deixar de lado tudo o que atrapalha para ir à santa cidade.
- A vida exige perseverança, não é fácil.
- Vai haver momentos que vamos querer desistir.
- No entanto, nosso alvo está no céu, tendo foco em Jesus.
- É preciso correr para ganhar o troféu: a vida eterna com Cristo.
- Não faça decisões para e pelo que vai ser mais fácil.
- Faça decisões para chegar mais perto de Deus.
- As leves e momentâneas tribulações nem se comparam com a glória eterna.

Pastor: David Hatcher

Princípios de Evangelismo na História da Samaritana

Princípios de Evangelismo na História da Samaritana

Texto: João 4.5-42

• Evangelismo foi uma ordem dada pelo Senhor. Muitas pessoas que hoje estão na igreja só estão porque alguém se levantou, se esforçou e lutou para convidar.
• A seara é grande e os trabalhadores são poucos. Logo, temos que trabalhar muito para o Reino.
• Tudo o que você faz hoje, vai refletir para sempre na eternidade. Então, se envolva o máximo que você puder.
• Jesus foi o grande mestre do evangelismo. Ele tinha capacidade de falar abertamente as boas novas.
• E você, que é a imagem Dele, também pode ser

João 4.5-15 – Evangelismo é amor pelas pessoas

• Nós somos aquela mulher.
• Os samaritanos eram um povo composto por mistura de várias raças e culturas. Por causa disso, os judeus nem conversavam com eles.
• Mas Jesus fez diferente, foi até lá falar com ela e oferecer água da vida.
• As pessoas têm necessidade de buscar Deus, mas elas canalizam essa necessidade de forma errada.
• Jesus foi falar com ela na hora mais quente do dia. Ele estava nos ensinando que não existe horário para evangelizar, toda hora é hora.
• II Timóteo 4.2 – pregue a palavra a tempo ou fora do tempo.
• Dê o seu máximo. Não falte a igreja. Precisamos da sua participação.

João 4.16-26 Evangelismo é a solução para o pecado

• Jesus sabe e tem conhecimento de tudo o que fazemos

• Ele conhecia os pecados daquela mulher, mas mesmo assim ele a aceitou.
• Você não precisa ajeitar sua vida para entregá-la a Cristo. É Ele quem endireita nossa vida.
• Nós não precisamos de um lugar especifico para adorar a Deus. Podemos adorá-lo em espírito.
• Faça como Jesus, corra atrás dos pecadores.
• Convide o maior número de pessoas que você puder para assistir o Sonho de Natal.

João 4.27-34 Evangelismo é um estilo de vida

• O que deve nos impulsionar é a vontade de concluir a obra.
• A mulher largou o pote, ou seja, largou aquilo que a atrapalhava e foi falar de Jesus.
• O que falta você largar para servir Jesus melhor? Por que passar mais um ano no poço de lama do pecado? Largue esse poço e vá servir!
• Deus deu para cada um de nós talentos que podem ser dons, pessoas, bens e oportunidades.
• Quando a oportunidade aparecer, não perca. Use sua lábia para convidar as pessoas.
Leve-as no seu carro. Utilize seu dinheiro para pagar um lanche para ela, assim você estará acumulando amigos no céu.
• O Sonho de Natal não é apenas arte. É uma oportunidade para servir.
• Tome cuidado, pois a sua vida precisa estar limpa. Cuidado com a sujeira. Mantenha a pureza.

João 4.35-38 As pessoas estão prontas para receber o evangelho

• Os campos já estão maduros. Vamos abrir os olhos!
• Nós é que iremos realizar a colheita.
• Haverá recompensa para os que trabalharem na colheita.
• Convide os visitantes que já vieram outras vezes, novos convertidos, parentes, amigos, adultos em processo de divórcio, viciados, colegas de aula e trabalho, pessoas desempregadas, preocupadas e etc.
• Traga visitantes, seja cordial e obedeça a tudo quanto lhe for pedido.

João 4.39-42 Conclusão

• Muitos ouviram e creram por causa do testemunho dela. O encontro com Jesus mudou aquela vida.
• Essa mesma palavra pode mudar vidas até hoje.
• Vamos dar a água da vida para as pessoas?

Pastor: Leandro Caiado

2/25/2014

A Graça que Restitui

A Graça que Restitui

Texto: I Samuel 9: 1-8

Introdução: Davi já se tornara rei de todo o Israel, já havia vencido muitas batalhas, já conquistara muitas nações, adquirindo a fama de um dos grandes conquistadores da Antiguidade. Possivelmente já estava satisfeito com tudo o que realizara até então. Agora ele procura fazer algo que, politicamente, poderia lhe causar sérios problemas para o futuro, favorecendo um membro da família de Saul. Todavia, o que vai ficar registrado na Bíblia é uma bela lição de graça e de restituição. Acompanhemos o desenrolar dessa bela história.

1. “Há ainda alguém da casa de Saul para eu lhe fazer bem (vs. 1-4)?”

Quem foi Saul para Davi? Relembrando as ações dele para com Davi, só detectamos maldade e um desejo de morte sempre presente, apesar de todo o bem da parte de Davi para Israel e para o próprio Saul. Mas a graça não busca merecimento, aliás, ela é definida como um favor imerecido. A graça procura o alienado, o rejeitado, o desfavorecido e o conduz para uma condição que ele não merece e nem tem direito a ela. A graça “procura” a ovelha que se perdeu e está desgarrada pelos montes. Nenhuma pessoa merece a salvação. No entanto, qualquer pessoa pode ser salva pela graça de Deus.

2. Davi busca Mefibosete da casa de Maquir (vs. 5, 6).

Davi não apenas externa o seu desejo de beneficiar o descendente do seu inimigo, ele o procura, o encontra e o traz para dentro da sua casa (Lc. 19: 10). A graça encontra os descendentes de Adão sem qualquer mérito para com Deus, mas através de Cristo, o filho de Deus, essa situação se reverte inteiramente (Rm. 3: 10-18).

3. Mefibosete se apresenta a Davi, se ajoelha humildemente diante dele e recebe três notícias do rei (vs. 7).

É interessante ressaltar a humildade de Mefibosete diante de Davi, porque isto nos fala da sua consciência de falta de merecimento que ele reconhece ter. Ele jamais procurou o rei Davi para reclamar algum direito. Ele foi procurado pelo rei e elevado a uma condição que jamais sonhou pudesse acontecer. Por isso ele espera humildemente a determinação do rei a seu respeito e será agraciado com as seguintes notícias:
    a. “Não temas, porque usarei contigo de beneficência”. Beneficência ou misericórdia. Enquanto a graça é o atributo de Deus pelo qual Ele concede ao pecador o que ele não merece, a misericórdia é o atributo de Deus pelo qual Ele retém o que o pecador merece. Quando o pecador chega diante de Deus arrependido, Ele o agracia com a Sua misericórdia, perdoando sua dívida em Cristo (Lm. 3: 22).
    b. “Restituirei os teus bens”. Mefibosete era neto do rei Saul, mas perdeu a sua condição hereditária por causa dos desatinos do seu avô. Restituir é devolver uma condição perdida. A humanidade perdeu sua condição de dignidade real por causa de Adão, o nosso representante legal, mas todo aquele que vem a Deus pelos méritos de Jesus, o próprio Deus devolve a dignidade perdida e nos restitui à condição anterior (Rm. 8: 17; Gl. 4: 7; Tt. 3: 3-7).
    c. “Tu de contínuo comerás pão à minha mesa”. Mefibosete não precisa mais se preocupar com o seu sustento: ele será alimentado pelo rei (Jo. 6: 35, 57). Assim, também, aquele que foi chamado à salvação, nunca mais precisa se preocupar em mantê-la. Ela lhe é dada gratuita e imerecidamente, e mantida pelo Rei (Fl. 1: 6; I Co. 1: 7-9).

4. “Quem é teu servo, para tu teres olhado para um cão morto tal como eu (vs. 8)?”

Apesar de ter recebido a palavra do rei Davi sobre a sua nova condição, Mefibosete se mantém humilde e dependente dele, reconhecendo que não tem nenhum direito a tudo o que recebeu. Ele tem consciência de que foi agraciado pelo rei. Assim, cada crente no Senhor Jesus deve manter a humildade e a dependência de Deus para o viver diário, agradando Aquele que tão graciosa e misericordiosamente o amou.

Conclusão: A graça de Deus nos restitui todos os bens que nos foram tirados. Seja a nossa condição diante de Deus, seja a alegria e a paz perdidas, bem como a incerteza quanto ao futuro. Além do mais, muitas coisas que nos foram roubadas, a graça de Deus pode suprir: a harmonia no lar, a harmonia individual e o desejo de servir a Deus. Todos os bens de natureza espiritual nos são restituídos em Cristo (Ef. 1:3).

Pr. Paulo Guedes Soares

Um Deus de Alianças

Um Deus de Alianças

Texto: I Reis 9:1-9

Introdução: Se podemos dizer com certeza uma coisa a respeito de Deus, é que ele é um Deus de alianças. Na Bíblia encontramos Deus fazendo várias alianças com o Seu povo. Umas são incondicionais, outras condicionais. Incondicionais são aquelas nas quais Deus não exige absolutamente que o homem faça alguma coisa para desfrutar delas, como por exemplo, a aliança noética. Deus prometeu que não mais destruiria o mundo com outro dilúvio (Gn. 8:15-22). Condicionais são aquelas alianças nas quais o homem deve cumprir as condições estabelecidas por Deus para usufruir das bênçãos prometidas. O texto lido é um exemplo desse tipo de aliança. Vejamos.

1. Deus aparece outra a vez a Salomão para dizer-lhe o seguinte (vs. 1-3):

a. “Ouvi a tua súplica”. Salomão acabara de inaugurar o templo de Jerusalém, de fazer um belo discurso sobre a atuação de Deus em favor de Israel e de Davi, seu pai e, de joelhos diante de todo o povo, fazer uma oração na qual ele pediu que Deus recebesse aquele templo como um lugar especial onde o Seu povo pudesse buscá-Lo e ser atendido. Deus atendeu todas as petições que Salomão Lhe ele fiz e veio lhe dizer o seguinte: “Ouvi a tua súplica”.
b. “Santifiquei a casa que edificastes a fim de por ali o Meu nome para sempre”. Deus disse que aceitaria aquela casa como um lugar especial para Sua presença se fazer sentir entre o Seu povo.
c. “Os meus olhos e os meus ouvidos estarão ali todos os dias”. Deus prometeu que estaria velando diuturnamente para tudo o que acontecesse naquela casa de oração.

2. Deus estabelece condições para cumprir todas as promessas dadas (vs. 4, 5).

a. “Se tu andares perante Mim como andou Davi teu pai” (vs. 4, 5). A frase já começa com uma condição: “se”, para dizer que essa aliança era estritamente condicional. Para Deus cumprir Suas promessas era necessário que o povo cumprisse Suas determinações.
a.    “Com inteireza de coração e sinceridade”. Deus quer que Salomão – e o Seu povo – tenha um          coração inteira e sinceramente voltado a Ele.
a. “Para fazeres tudo quanto te mandei e guardares a minha palavra”. Tanto o rei quanto o povo deveria ter cuidado de observar todos os preceitos divinos.
b. “Então confirmarei o trono do teu reino sobre Israel”. Se isto acontecesse, Deus confirmaria o reino de Salomão e, consequentemente, Israel estaria firme como nação.

3. “Porém, se vós e os vossos filhos se apartarem de Mim...” (vs. 6-9).

Caso Salomão e Israel não tivessem o cuidado de guardar os mandamentos do Senhor descumprindo as condições estabelecidas, Deus executaria as cláusulas penais contidas nas próprias condições da aliança: eles seriam duramente castigados.

Conclusão: No N. T. há registro de aliança de Deus com o Seu povo, a Igreja? Em Mc. 14:22-24 Jesus estabelece a aliança com os crentes de dar o Seu corpo e de derramar o Seu sangue em preço de redenção por eles. Porém, lembrando-se da impossibilidade dos homens cumprirem Seus mandamentos, adiciona em Hb. 8:10-12 que dará essa possibilidade porque Suas leis serão inscritas o coração dos salvos. Ambas são alianças incondicionais feitas por Deus com aqueles que Ele chama à Sua eterna graça.

Dai-lhes vós de comer

Dai-lhes vós de comer

Texto: Lucas 9:10-17

Introdução: Os discípulos voltavam de sua primeira missão como evangelistas e estavam extasiados com os resultados obtidos. Era momento de contar as bênçãos, por isso Jesus os levou a um lugar àparte onde eles pudessem curtir aquele momento tão singular. É certo que nada supera o momento de contar bênçãos, especialmente porque antes de deixarem suas atividades e seguirem Jesus, eles eram apenas profissionais que sequer podiam imaginar que um dia realizariam feitos tão extraordinários (Lc. 9:1, 2, 6). Acompanhemos o desenrolar do texto.

1. Um descanso merecido (vs. 10). Jesus vendo a empolgação dos discípulos por causa da primeira experiência como evangelista, sabia que, apesar de felizes, estavam exaustos e havia muito o que fazer ainda. O Mestre se preocupa com detalhes pessoais dos discípulos, pois sabe que eles são seres humanos comuns limitados e carentes.

2. O descanso é interrompido por causa de uma necessidade premente: pessoas precisavam de Jesus. Ele as recebe e supre suas necessidades (vs. 11). Jesus nunca deixou de atender os que Lhe procuraram, mesmo que isso custasse o Seu momento de descanso. Ele recebe a multidão e:
a. “Falava-lhes do Reino de Deus”. O Reino de Deus é algo que precisa ser anunciado e buscado pelos cristãos. É por isso que o Senhor começa com o princípio (Mt. 6:33). Reino pressupõe governo, leis e território (Dn 2:35; At. 4:11).
b. “Sarava os que necessitavam de cura”. Jesus não apenas cuidava das questões escatologias do Reino. Ele as socorria nas suas mais básicas necessidades: seus problemas de saúde física e psicológica.

3. Os discípulos aconselham Jesus (vs. 12). Os discípulos voltaram extasiados com o que realizaram em nome e pelo poder de Jesus, mas quando o próprio Jesus trabalhou todo o dia com a multidão, apesar de eles terem estado presentes, não foram capazes de estarem contando as bênçãos. Agora eles queriam desesperadamente que aquelas pessoas tomassem seus rumos porque eles estavam cansados dela.

4. “Dai-lhes vós de comer” (vs. 13). Jesus, ao invés de escutar o “conselho” dos discípulos, manda-os alimentar a multidão. O treinamento que receberam era para esse fim. Eles tinham que aprender que ministério é envolvimento com pessoas.

5. “Não temos meios para alimentar a multidão” (vs. 13b). A resposta dos discípulos era racional: não havia meios materiais para atender uma necessidade tão grande. Mas o ministério cristão é exercido pela fé, não pela capacidade humana, mas divina (Fl 4:19).

6. Entregando o que temos nas mãos do Senhor (vs. 14-16). Assim, eles se referiram aos seus parcos recursos: cinco pães e dois peixes, os quais entregaram nas mãos de Jesus. Cinco pães e dois peixes nas mãos de Jesus são o suficiente para alimentar cinco mil homens. Entreguemos nossas limitações nas mãos do Senhor.

7. Um presente para quem participou ativamente da festa (vs. 17). Quando ousamos entregar as nossas limitações nas mãos do Senhor, as necessidades são supridas e ainda sobram (Ef. 3:20, 21).

Conclusão: O texto nos ensina as seguintes verdades: (i) que quando somos chamados pelo Senhor para determinada obra e obedecemos, vamos desfrutar muitas bênçãos depois. (ii) O Senhor se preocupa com cada detalhe das nossas necessidades e supre-as. (iii) Quando ousamos entregar-Lhe o que temos Ele faz nos prosperar até não faltar mais nada e ainda sobejar.

Vi Deus e fui salvo

Vi Deus e fui salvo

Texto: Gênesis 33:22-31

Introdução: Jacó está retornando para casa depois de cerca de vinte anos distante, quando teve que fugir depois de ter enganado seu pai Isaque passando-se por Esaú. Depois de vários contratempos com seu sogro Labão e seus cunhados, Deus lhe disse para retornar ao lar paterno. Jacó estava deixando para trás muitas pessoas descontentes com sua atuação e estava voltando para o lugar onde ele tinha deixado para trás uma pessoa –agora poderosa – seu irmão Esaú, também muito descontente. Quando ele soube que seu irmão vinha encontrá-lo acompanhado de quatrocentos homens, ficou muito temeroso e procurou um modo de acalmá-lo com muitos presentes. Mas percebeu que não seria possível. Então, deixando suas espertezas para trás procurou refúgio em Alguém que pode socorrer nos momentos de grande aflição. Acompanhemos o texto e a luta desesperada de Jacó por si e pelos seus filhos e mulheres.

1. Jacó cuida pessoalmente da segurança da sua família e bens (vs. 22, 23). Jacó se mostra muito responsável com sua família antes de começar uma grande batalha que vai mudar toda a sua vida. Ele estava muito tenso, mas não se descuidou da sua família.

2. Uma luta solitária (vs. 24). É muito importante ter companheiros de oração. Mas existem momentos que a nossa luta é pessoal, intensa e solitária com Deus, como aconteceu com Jacó naquele momento.

3. Enquanto não me abençoares, não te deixarei (vs. 25, 26). Depois de toda uma noite de intensa luta em oração, o Anjo lhe disse para soltá-Lo, mas Jacó se apegou mais ainda a Ele dizendo: “Não te deixarei ir se não me abençoares”. É com persistência que ganhamos nossas batalhas.

4. Assumindo a própria identidade (vs. 27). Antes de abençoá-lo o Anjo quer saber o seu nome pronunciado por ele mesmo. E ouve a resposta esperada: Jacó (Gn. 17:15-24). O começo da bênção de Deus acontece quando assumimos diante de Deus as nossas fraquezas, pecados e limitações.

5. Deus escreve uma nova história na vida de Israel (vs. 28). Quem muda a história de nossas vidas é Deus, como fez com Jacó, agora Israel, portador das promessas divinas.

6. Israel se interessa por Deus: “Qual é o teu nome" (vs. 29)? Uma coisa importante é a vontade nova de Jacó quem é Deus. Todo crente se interessa por conhecer mais a Deus.

7. “Vi Deus e fui salvo” (vs. 30). A Bíblia diz que muitos verão a Deus e serão condenados. Mas aquele que teve uma verdadeira experiência de salvação verá a Deus e será salvo, como foi Jacó.

Conclusão: “Saiu-lhe o sol quando passou Peniel (a face de Deus)”. Jacó agora “manquejava da sua coxa”, mas é melhor ser manco com Deus do que andar fisicamente perfeito, mas não ter a Sua marca (Mateus 18:8). Hoje a marca que o crente tem de Deus é o selo do Espírito (Efésios 1:13). Quem tem esta marca é salvo por Deus, como foi Jacó.

Não chores!

Não chores!

Texto base: “Em dia subsequente, dirigia-se Jesus a uma cidade chamada Naim, e iam com ele os seus discípulos e numerosa multidão. Como se aproximasse da porta da cidade, eis que saía o enterro do filho único de uma viúva; e grande multidão da cidade ia com ela. Vendo-a, o Senhor se compadeceu dela e lhe disse: Não chores!” (Lucas 7:11-13 RA)

Introdução: O que poderia ser pior do que uma mãe enterrar o próprio filho?
Este texto mostra algo ainda mais trágico: era o filho único de uma mulher viúva.
Mas Jesus olha para aquela viúva e, contra todas as circunstâncias, lhe diz: “não chore!”
Ainda que a pior das tragédias esteja acontecendo na sua vida o Senhor lhe dá razões para não chorar, para voltar a sorrir

Não chore...

1) Porque Jesus tem compaixão de nós (v. 13)

Jesus poderia ter seguido adiante, mas sua compaixão fez com ele se aproximasse daquela mulher.
“Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Romanos 5:8 RA)

“Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Romanos 8:32 RA)

2) Porque a história não acabou

(Ler os versículos seguintes: 14 e 15)
“Chegando-se, tocou o esquife e, parando os que o conduziam, disse: Jovem, eu te mando: levanta-te! Sentou-se o que estivera morto e passou a falar; e Jesus o restituiu a sua mãe.” (Lucas 7:14-15 RA)
Jesus tem poder para mudar seu destino!

Aquele centurião que foi pedir pela cura do seu servo sabia muito bem disso:
“Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado.” (Mateus 8:8 RA)

E mesmo não sendo digno o Senhor curou o servo do centurião com uma só palavra!
Você não precisa ser digno para o Senhor te abençoar, você só precisa vir a ele com humildade e fé!

3) Porque Jesus é a certeza de uma vida eterna (v. 16)

A ressurreição daquele jovem foi mais uma prova do cumprimento da promessa do Senhor:
“ Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá;” (João 11:25 RA)

FRASE DE ILUSTRAÇÃO
“Os primeiros passos são inúteis, quando não se percorre o caminho até o fim”
O inimigo coloca dificuldades a fim de você desistir e perder a bênção maior: a sua salvação de sua alma.
Por maior que seja a sua dificuldade, lembre-se que, em Cristo, sua vida é eterna! E o melhor ainda está por vir!

Conclusão: Não chore mais! E não desista! Tenha a mesma certeza que o apóstolo Paulo:
“Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós.” (Romanos 8:18 RA)

Como enfrentar a aflição

Como enfrentar a aflição

“Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos.”
(Salmos 119:71 RA)

Introdução
Todos nós já passamos por aflições mas, a questão mais importante é:
- O que você aprendeu com a sua aflição?
Texto:
O salmista reconheceu que sua aflição foi proveitosa (Conferir o v. 67)
A aflição não deve ser um tempo perdido em nossas vidas!

PARA SE TIRAR PROVEITO DAS AFLIÇÕES

ENFRENTE A AFLIÇÃO...

1. Com bom ânimo

O salmista disse: “Foi-me bom...”
- Como enfrentar a aflição com bom-ânimo?
1.1) Espelhando-se em Cristo (João 16:33)
1.2) Lembrando das vitórias (Lamentações 3:21)
1.3) Com a certeza de que vai passar
“Foi-me bom eu ter passado...” – quando o salmista escreveu, a aflição já havia terminado!

2. Com auto-exame

O salmista disse: “para que aprendesse...” Portanto, a aflição o levou a reflexão
- Pergunte a si mesmo:
2.1) Minha aflição é uma colheita?
Então mude a semente!
2.2) Minha aflição é uma provação?

Então persista!

3. Com mudança

O salmista disse “para que aprendesse os teus decretos”
Decida mudar naquilo em que falta obediência à palavra de Deus.
3.1) Santidade: sem santificação ninguém verá a Deus (Hb 12:14)
3.2) Humildade: pois Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes (Tg 4:6)
3.3) Serviço: a Deus e ao próximo, com amor (Mc 12:30-31)

Conclusão: “Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós.” (Romanos 8:18 RA)

“Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.” (2 Coríntios 4:17-18 RA)

O serviço no reino dos céus

O serviço no reino dos céus

Texto: Mateus 25:14-30

Introdução: Existimos como igreja para: adorar – celebrando a glória de Deus; evangelizar – comunicando a salvação de Deus; comungar – vivendo como família de Deus; discipular – ensinando a guardar todo o desígnio de Deus; servir – demonstrando o amor de Deus. Nos sermões anteriores partilhamos sobre os quatro propósitos: adoração, evangelização,  comunhão e discipulado. Hoje, nesta conhecida parábola dos talentos,  focamos o serviço. Comparando o v. 1a e o v. 14a (“então, o Reino dos céus...” “... pois será como um homem...”) percebemos que Jesus também está falando claramente sobre o Reino dos Céus nesta segunda parábola. Como é na visão Dele O SERVIÇO NO REINO DOS CÉUS?

I. Os trabalhadores no serviço do reino (v. 14)

1. Identidade: servos chamados (v. 14 –“chamou os seus servos”)

    a) “Servos” = “doulos” = escravos

    b)”Chamados” = propósito

2. Autoridade: servos credenciados (v. 14 – “e lhes confiou os seus bens”)

   a) Autoridade baseada numa ligação de confiança

   b) Autoridade baseada num propósito específico: boa mordomia das riquezas divinas

3. Especialidade: servos habilitados (v. 15 – “... deu... a cada um segundo sua própria capacidade”)

    a) A habilitação é sempre um presente divino ( “deu” )

    b) A habilitação é sempre uma exclusividade divina (“a cada um”)

    c) A habilitação tem sempre  a marca da diversidade (“cinco... dois... um...”)

        Pau para toda obra é uma filosofia diabólica.....

    d) A habilitação é sempre eficiente

1 denário = valor correspondente a um dia de trabalho de um trabalhador comum...

1 talento  = 6.000 denários = 6.000 dias de trabalho = 20 anos

2 talentos = 12.000 denários = 12.000 dias de trabalho = 40 anos

5 talentos = 30.000 denários =  30.000 dias de trabalho = 100 anos

II. A dinâmica no serviço do reino

1. Oportunidade (v. 14a “um homem que ausentando-se do pais...” 15b – “e então partiu”)

     Jesus partiu oferecendo-nos um tempo  de portas abertas para cuidar dos seus interesses do Seu Reino até o dia da sua volta final.....  Ex.: o nascimento da Pedra Viva

2. Agilidade (v. 16-17 “.... saiu imediatamente...)

    Há três tipos de trabalhadores no Reino de Deus: “aqueles que não sabem o que está acontecendo, aqueles que vêm o que está acontecendo e aqueles fazem as coisas acontecer”.O chamado não é apenas para servir, mas para servir já!

3. Criatividade (v. 16 – “a negociar”)

O servo comprometido com o serviço do Reino tem um foco definido: qual a melhor maneira de fazer o que o Senhor espera que eu realmente faça? (Jr 48:10 “Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente”) – Ex. do Pr. Wildo (Missão Vida)

4. Produtividade (v. 16-18)

a) Positiva: multiplicação de dois e de cinco (v. 16-17 – “...ganhou outros...)

    “Faça todo bem que puder, com todos os recursos do que dispuser, de todas as formas que puder, em todos os lugares que puder, sempre que puder, a todas as pessoas que puder, enquanto você puder”  (John Wesley)

b) Negativa: manutenção de um (v. 18 – saindo...  abriu... escondeu)

        Agiu como um instrumento de morte e não um instrumento de vida...

III. A avaliação no serviço do reino

1. Fecha um ciclo uniforme para TODOS os servos (v. 19 “depois de muito tempo.....”)

Convocação + Capacitação + Ação + Supervisão

2. Faz um julgamento sério dos resultados do serviço

v.19 ... voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles”

a) Resultados são mensuráveis (v. 20, 22)

+ Quantidade – (v. 20“... recebera..... entregou outros...” )

+ Qualidade – (v. 22 “confiaste-me.... eis aqui outros ... aqui tens outros”)

b) Resultados são reconhecidos (v. 21a,23 a)

+ Bondade (v. 21a“muito bem servo bom...)

+ Fidelidade (v. 21“...e fiel”)

c) Resultados são recompensados (v. 21b, 23 b)

+ Mais oportunidades de trabalho (v. 21b, 23b“... sobre o muito te colocarei”)

+ Mais gozo (v. 21b; 23b “.... entra no gozo do teu Senhor”)

d) Resultados são reprovados (v. 24-30)

+ Reprovados porque foram alcançados em cima de uma visão negativa

   * Do  Senhor (v. 24)

             * De si (v. 25)

             * Do talento (v. 25)

              * Das oportunidades (v. 26-27)

          + Reprovados com uma pena justa (v. 28-30)

              * Perda do talento (v. 28a)

              * Transferência do talento (v. 28b-29)

              * Exclusão da luz (v. 30)

Conclusão: Desafios para o cotidiano

          A caminho de nossa organização como igreja, queremos reafirmar nosso compromisso  de ser uma comunidade de trabalhadores.

1. ENTRE NO REINO = VOCÊ PRECISA DE UMA CIDADANIA CELESTE (João 3:3)

2. SONHE EM SER ÚTIL NO REINO = VOCÊ PRECISA DE UM SERVIÇO CELESTE

3. AGRADE AO SENHOR DO REINO = VOCÊ PRECISA DE UMA MOTIVAÇÃO CELESTE

A caminho de nossa organização como igreja, queremos reafirmar nosso compromisso  de ser uma comunidade de trabalhadores comprometida  com o nosso Rei Jesus e com o serviço do Seu Reino!

Pr. Jair Francisco Macedo

2/20/2014

Estai firmes na fé

Estai firmes na fé

Texto: I Coríntios 16:13; Hebreus 11

I – Em que fé ou crença é necessário estar firme.

1. Na fé do poder sobrenatural do Evangelho para que não desanimemos em sua divulgação. – Romanos 1:16.

a) Não devemos ser como um guerreiro que perde a confiança na vitória e retira-se; mas, sim, confiantes na vitória.

2. Na fé que reconheceu a eficácia da oração.

a) Não devemos ser duvidosos, para não sermos comparados às ondas do mar. – Tiago 1:5-7.

3. Na fé quanto às doutrinas e princípios do Evangelho.

4. Na fé para enfrentar os desgostos, como Abraão e ló.

5. Na fé que aguarda as promessas.

A Nossa Identidade em Cristo

A Nossa Identidade em Cristo

Texto: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8).

Introdução: Vivemos em meio a uma geração sem identidade, fraca, não sabendo o que são, por causa da distancia da fonte da vida, que é o nosso Deus, que é a matriz de tudo. Abaixo veremos algumas características de pessoas que são filhos de Deus, verdadeiros cristãos que andam e vivem na contra mão do mundo.

1. Um construtor que edifica sobre uma boa base, um bom alicerce.

“Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha” (Mt 7.24, 25).

Ouvir e praticar a Palavra de Deus traz firmeza, solidez, sustentação.
Somos construtores que precisamos construir em bases sólidas, isto é, sobre princípios eternos.

2. Um guerreiro, que mesmo cansado persiste.

“Vindo Gideão ao Jordão, passou com os trezentos homens que com ele estavam, cansados, mas ainda perseguindo” (Jz 8.4).

Gideão e equipe, mesmos cansados e famintos não desistiram a ter ver concretizada a vitória.
O desgaste do cotidiano, as guerras espirituais, sonhos não realizados, não podem nos paralisar, precisamos ter no coração o que diz Ec 7.8: “Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio; melhor é o paciente do que o arrogante”.

3. Um navegante que não se esquece da âncora.

“para que, mediante duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, forte alento tenhamos nós que já corremos para o refúgio, a fim de lançar mão da esperança proposta; a qual temos por âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu” (Hb 6.18, 19).

Deus fez duas promessas aos seus filhos, frutificação e multiplicação no verso 14 de Hebreus 6, e deve ser onde precisamos lançar a nossa âncora, que nos trará firmeza e segurança quanto ao cumprimento das promessas mesmo em meio as tempestades que enfrentamos ao longo da vida terrena.

4. Um servo de Deus firme e inabalável.

“Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1 Co 15.57, 58).

O texto do apostolo. Paulo fala de firmeza, solidez e abundancia na obra do Senhor, trazendo como colheita uma promessa de vitória.

Esta palavra é muito pertinente, pois quando enfrentamos desafios temos uma tendência, por causa da alma, em paralisar as coisas do Reino de Deus, porém a promessa esta condicionada a estes princípios expostos no texto.

5. Uma testemunha de Cristo revestida de poder.

“mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8).

6. Um soldado revestido de armadura.

“Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Ef 6.10-12).

7. Um atleta em busca da coroa.

“Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis.  Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível. Assim corro também eu, não sem meta; assim luto, não como desferindo golpes no ar. Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado”( 1 Co 9.24-27).

Conclusão: Os tópicos acima, se vividos, observados, certamente nos trará uma vida diferenciada, isto é, vitoriosa.

Obediência, a prova da nossa fé

Obediência, a prova da nossa fé

Texto: I João 2:1-17; Mateus 7:21-23

I – Os que invocam o monte de Deus são de três classes.

1. Os que fingem servos dEle.

a) Por interesse pecuniário.

b) Pelos aplausos do mundo.

2. Os que, enganados, pensam que são servos dEle.

a) Profetizam em nome de Deus.

b) Expulsam demônios.

c) Fazem maravilhas.

3. Os que realmente são servos dEle.

a) São aqueles que nasceram da família de Deus. – João 3:3.

b) São os que produzem frutos, a saber:

(1) A confiança absoluta em Cristo.

(2) Arrependimento do pecado.

(3) obediência aos preceitos de Deus.

Uma grande necessidade cristã

Uma grande necessidade cristã

Texto: Salmos 119:1-18

I – Por natureza somos cegos para as verdades espirituais contidas na Bíblia.

1. As lutas e contratempos da vida desviam nossos olhos do alvo.

2. A Bíblia é uma fonte de conforto para nossos males.

3. É o maior fortificante espiritual.

II – Deus é o único que pode abrir os nossos olhos - II Reis 6:16, 17.

1. Deus quer que vivamos mais por fé do que por visão. - II Cor. 4:18.

III – Quando Deus abre os olhos de nossa alma, então vemos:

1. Suas maravilhas e Seu cuidado paternal até pelos pássaros. - Atos 17:28.

2. O que Jesus sofreu; e assim chegamos à conclusão de que relativamente nada sofremos. - II Coríntios 4:17.

3. O Céu como nosso lar. - II Coríntios 4:17.

Oremos como Davi. – Salmo 119:18.

Visão espiritual

Visão espiritual

É diametralmente oposta à terrestre; muitos hoje vivem mais dessa visão.

I – Visão espiritual; como adquiri-la

1. Pela oração. - II Reis 6:17.

2. Pela pureza de coração. – Mateus 5:8.

a) Isso implica em santificação. – Hebreus 12:14.

3. É concedida pelo Espírito Santo. – João 16:13-16.

II – Como apreciá-la?

l. Pelo telescópio da fé. – Hebreus 11:27.

2. A fé é o bálsamo amigo nas dúvidas e aflições,

III – A visão celeste realizada.

l. Salmo 17:5.

a) Muitos terão uma visão triste ao acordar.

2. Contemplaremos o Rei. – Isaias 33:17; 25:9.

3. Veremos a glória de Jesus. – João 17:24.

4. A realidade. - I Coríntios 13:12; Apocalipse 22:3.

5. Olhemos a Jesus e seremos transformados em glória. II Coríntios 3:18.