6/30/2012

Valorizando a nossa condição de Filhos

Valorizando a nossa condição de Filhos

Texto: Lucas 15.11-24

Introdução:

  1. Mostrar que a palavra pródigo significa esbanjador.

  2. Mostrar que só esbanja quem não dá valor às coisas.

  3. Mostrar que o filho pródigo não valorizou o que possuía: um lar, riquezas, segurança.

  4. Mostrar que muitas vezes nós assumimos a personagem do filho pródigo e não valorizamos a nossa condição de filhos de Deus.

  5. Anúncio do Temas

Proposição: Precisamos valorizar a nossa condição de filhos, pois a mesma foi adquirida através do sacrifício de Cristo, na cruz do calvário, por nós.

Às vezes como o filho pródigo somos:

  1. INDIVIDUALISTAS (Egoísmo, Egocentrismo)

  • O filho pródigo foi individualista. Só pensou em si mesmo. Não pensou no sofrimento que estava infringindo ao pai, não pensou que estava desrespeitando a primogenitura do irmão, não pensou na falta que faria àquele lar.

  • Às vezes nós também não valorizamos o amor do Pai (Jo 3.16; Ro 8.38,39), não valorizamos o sacrifício de Jesus (Fp. 2.5ss), não valorizamos o corpo de Cristo (Jo 17.21)

  1. INSATISFEITOS

  • Insatisfação fala de desagrado, falta de satisfação.

  • O fato do filho pródigo ter se ausentado de seu lar demonstra que ele estava insatisfeito.

Referências: Hino “Satisfação”, Hino 83 HC, Pv 19.23.

  1. INDEPENDENTES

  • Que não depende, que não se sujeita, que está livre de qualquer laço ou compromisso.

  • O filho pródigo queria ser livre, não queria mais estar debaixo da autoridade do seu pai.

Referências: Jo 15.5, Lc 12.20, Tg 4.13

Conclusão:

Ainda que muitas vezes assumamos o papel de filho pródigo e sejamos individualistas, insatisfeitos e independentes o Pai nos espera de braços abertos, disposto a nos restaurar!

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Evangelista: Fábio Magalhães

O poder do Louvor e da Adoração

O poder do Louvor e da Adoração
TEXTO: Tiago 5:13; Habacuque 3:17,18 Atos 16: 25,26

INTRODUÇÃO:

Os textos que acabamos de ler parecem conflitantes. O primeiro texto afirma que aquele que está aflito deve orar, e o que está alegre deve entoar louvores; já os outros dois textos nos mostram que Habacuque, Paulo e Silas louvaram a Deus em momentos de grande dificuldade em suas vidas. Vivemos numa época em que queremos nos basear no pensamento de que só devemos e podemos louvar a Deus no momento de paz e alegria; mas nesta noite o Espírito Santo coloca em nosso coração o desejo de meditarmos sobre: “O poder do louvor e da adoração no momento da adversidade”.

Proposição: Nesta noite o Senhor nos trouxe aqui para nos fazer entender que assim como grandes heróis da fé provaram do poder do louvor e da adoração na adversidade, se nós, a despeito de nossas dificuldades, adorarmos e louvarmos ao Senhor, Ele manifestará o seu poder em nosso favor!
Os textos lidos nos revelam alguns tipos de adversidades:

1 – FRAQUEZA

O texto de Habacuque fala sobre o momento em que a figueira não floresce. A figueira é identificada nas escrituras como uma fonte de força. Simbolicamente quando a figueira não floresce é o porque chegou o dia da fraqueza.
Todos nós passamos por momentos de fraqueza: fraqueza física, psicológica e espiritual.
Fraqueza fala de falta de força, fala de falta de ânimo; mas quando tomamos uma atitude de louvar a Deus no momento da fraqueza, ele nos fortalece!

2 – TRISTEZA

O texto de Habacuque fala-nos sobre o fato de não haver fruto na vide. Um dos principais símbolos do fruto da vide nas escrituras é a alegria. Se não há fruto na vide, não há alegria.
Muitas vezes podemos passar por momentos de tristeza em nossas vidas. Tristeza fala de falta de alegria, melancolia, aflição.
Quando tomamos a atitude de louvar ao Senhor no momento de tristeza Ele alegra o nosso coração.

3 – MOMENTO DE ENFERMIDADE E DA FALTA DA UNÇÃO ESPIRITUAL

O texto de Habacuque fala-nos do produto da Oliveira mentir ou falhar. O produto da oliveira é o azeite. Na Bíblia vemos o azeite sendo utilizado como medicamento, em diversos tipos de enfermidade.
O azeite é símbolo da unção de Deus em nossas vidas. 
Quando o produto da oliveira "mente ou falha" fala dos momentos em que passamos por enfermidades ou declínio espiritual.
No momento de enfermidade, ou até mesmo em que sentimos uma decadência em nossa vida espiritual, se louvarmos ao Senhor ele pode nos restaurar!

4 – PRIVAÇÃO

Quando o texto de Habacuque fala sobre o campo não produzir mantimento, as ovelhas arrebatadas, e os currais sem vacas, fala-nos de falta de alimentação, vestimenta e de meios para trabalhar; mas se louvarmos ao Senhor mesmo no momento de privação, mesmo no momento em que nos falta tudo, Ele provê suprimento para nós!

CONCLUSÃO:

Ainda que estejamos passando por momentos de fraqueza, tristeza, enfermidade e falta de unção espiritual, ainda que estejamos sendo privados de muitas coisas; louvemos ao Senhor na adversidade, pois é nela que o poder do louvor se manifesta

Evangelista Fabio Magalhães

Progresso Espiritual na vida do adorador

Progresso Espiritual na vida do adorador
Nesta série sobre adoração, nosso tema terá como base o episódio da re-inauguração dos muros de Jerusalém por Neemias e Esdras. Eles formam dois grandes corais que vão entoando louvores enquanto caminham sobre os muros da cidade. Cada local por onde passam tem um sentido espiritual na vida do cristão.
Acompanhe-nos.

Texto: Neemias 12.27-47

I. Porta do Monturo (Neemias 12.31).

Monturo, aqui é excremento, lixo como em Êxodo 29.14; Masmorra em Gênesis 40.15 e estrume em 1 Reis 14.10. Figurativamente esta é a Porta do Arrependimento. Nossa vida cristã começa no lixão da miséria, no meio da podridão moral e espiritual.
1. É aqui que vemos nossa miséria, nosso verdadeiro estado de pecado.
O verdadeiro louvor começa quando olhamos para trás e vemos de onde viemos.
2. É aqui que nos envergonhamos de nós mesmos.
3. Esta é a porta onde temos vergonha de nosso individualismo, orgulho e falta de amor.
Deus é quem nos tira dessa porta, como diz Davi no Salmo 40.2-3.
Nossa vida de adoração não será eficaz se não pudermos olhar para trás e vermos o lugar podre e fétido de onde saímos. De onde Cristo nos resgatou!
Deus sempre pedia ao povo que se lembrasse de onde havia saído (Deuteronômio 6.12; 24.18,22). Nossos hinos refletem bem como era nossa história: (Hinos: Foi na Cruz… Preso a um pesado fardo…).

II. Porta da Fonte (12.37).

No hebraico Ayin, ou En, fonte, olho, olho d’água. Os hebreus diziam: A fonte é o olho do campo. Daí vem En-Gedi, (1 Samuel 24.1), fonte do cabrito; En-Dor, fonte da habitação. En-Semes - fonte do sol (Js 15.7); En-Rogel – fonte do lavadeiro (Josué 15.7); En-Rimom (fonte da Romã), Etc.
Aqui fala de nosso novo nascimento. Bebemos de Cristo, a fonte de água viva. Como no Salmo 36.9. Ele é a fonte de Israel (Salmo 68.26).
É isso que Cristo fala dele mesmo! Veja João 4.14.
Alguns têm procurado cisternas rotas (Jeremias 2.13; 17.13) enquanto a verdadeira fonte é Cristo.
Esta fonte fala de nosso novo nascimento (João 3.3-5 e 1 Corintios 10.3,4).
É nessa fonte que experimentamos a lavagem da água pela palavra de Deus (Efésios 5.26).

III. Porta das Águas (12.37).

No hebraico Mayin – corrente, córrego, como em Isaías 49.10.
Esta porta fala da vida cheia do Espírito Santo. Enquanto na fonte bebemos de Cristo, no rio do Espírito vivemos uma vida plena de unção (João 7.38,39; Efésios 5.18,19).
É uma fluidez do Espírito, perene, contínua, que nunca cessa!
Precisamos aprender a usufruir dessa Presença do Espírito continuamente em nossas vidas!
Somente cheios do Espírito é que poderemos iniciar nossa jornada de adoradores.  Aprendemos que nossa adoração é “em espírito e em verdade” (João 4 .24). Adoração tem o sentido de “beijar a mão” ou prostrar-se ante seu dono!
1. Descobrimos que nossa adoração é equilibrada: Espírito e verdade. Não é uma adoração baseada nos sentidos: O que vemos, ouvimos e sentimos. Mas uma adoração baseada numa transformação de vida.
a) Deus é Espírito… Deus não tem corpo, não precisa de lugar. Pode ser adorado em qualquer lugar! (Atos 7.48-50; 17.24-25).
2. Alguns adoram a Deus sem espírito e sem verdade, o que geralmente acontece com a maioria das religiões existentes no mundo, em que sincretismo e fé se misturam tanto. É uma adoração ritualística.
3. Outros adoram a Deus mais em espírito do que em verdade. São pessoas que adoram a Deus baseados mais em emoções do que em informações. É uma adoração com base em sensações, e nem sempre com base na verdade.
4. Ainda outros adoram a Deus muito mais em verdade do que em espírito. É um tipo de adoração que prefere só os hinos tradicionais, em que não se erguem mãos diante de Deus, sem prostração espontânea, e onde a programação é ajustada sem deixar qualquer liberdade às pessoas. O retrato perfeito de uma igreja “tradicional”. Deus quer que o adoremos em espírito e em verdade, em que nosso espírito, corpo e alma – emoções, vontade e intelecto envolvem-se em adoração!

IV. Torre dos fornos (12.38).

No hebraico tannuwr – panela de fogo, ou forno, onde se queimam o barro, onde se purificam os utensílios. Tudo aqui é queimado!
1. O fogo representa a ação do Espírito Santo. Nas Escrituras temos “línguas de fogo” (At 2.3), mas também “água e fogo” (Mt 3.11,12).
A experiência de Isaias. “A tua iniquidade foi tirada, e perdoado o teu pecado”.
2. O fogo fala de tribulação (Dt 8.2-5; Hb 12.4-13).
(a) Como única forma de Deus nos tratar. Todo crente é provado em sua fé! Ninguém fica imune! A provação elimina tudo o que é natural e humano, e deixa em nós apenas o que interessa a Deus: Salmos 51.10: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável” e 2 Timóteo 2.22 “Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor.” (Veja o Sl 15).
(b) Como única maneira de conhecermos melhor a Deus (Jó 42.1-6). Deus nos trata através de doenças, finanças, fracassos, perseguições e pecados. Deus fala conosco de duas maneiras: Em sonhos e visões, e também através das enfermidades (Jó 33.14-19).
O verdadeiro adorador é aquele que passou pela torre dos fornos. Enquanto a porta é um lugar de passagem, apenas, a torre é um lugar de permanência mais prolongada. Deus nos leva para sua torre, acende o fogo e queima todas as nossas impurezas!
3. O que Deus está procurando?
a) Deus está procurando os fiéis da terra: “Os meus olhos procurarão os fiéis da terra, para que habitem comigo; o que anda em reto caminho, esse me servirá” (Sl 101.6).
b) Deus não procura música nem louvores: Procura corações sinceros (Am 5.23-24; Miquéias 6.6-8).

V. Muro Largo (12.38).

Hebraico Râchâb – que leva em todas as direções. É a mesma palavra de Jó 36.16: “lugar espaçoso, em que não há aperto”. A mesma palavra do Salmo 119.96 e de Isaias 33.21: “O Senhor será como correntes largas”.
Esse texto fala de nossa liberdade em Cristo: Como se expressa essa liberdade?
1. Não é uma liberdade limitada por conceitos e tradições;
2. É uma liberdade respeitável, que não ofende os irmãos.
Podemos expressar nosso louvor, nossa gratidão e adoração a Deus de todas as formas imagináveis! Nada nos limita! Estamos no muro largo!
3. Aqui começa nossa liberdade de adorador.
A) É preciso desaprender os conceitos antigos.
1. Adoração ligada ao conceito de lugar. A mulher samaritana pensava assim (Jo 4.19-24). Como somos proibidos a nos agarrar a objetos (Dt 4.12,15) agarramo-nos a lugares. Deus não se deixou ver para que não fizéssemos objetos de adoração. Não é necessário um templo adornado de vitrais coloridos, nem um órgão clássico para despertar em nós a adoração a Deus.
a) Adoração ligada ao templo ou local de reuniões. A verdadeira casa de Deus somos nós (2 Co 6.16; 1 Co 6.19; 3.16,17).
2. Adoração ligada ao conceito de Igreja. Agarramo-nos erroneamente ao conceito de igreja: Igreja são pessoas, uma assembléia, um povo e não lugar: Rm 16.5: “Saudai igualmente a igreja que se reúne na casa deles”; 1 Co 14.4: “O que profetiza edifica a igreja” (v. 12,23, etc.). Precisamos saber que somos o santuário (2 Co 6.16; 1 Co 6.19). Somos o templo (1 Co 3.16,17). Somos a casa (Hb 3.6; 1 Tm 3.15).
Onde está a casa de Deus? Não é um lugar fixo; um salão, ou templo. Somos nós. Alguns templos são imitações mal feitas do “templo” dos judeus e do tabernáculo. Tem separação para tudo.
B) Adoração ligada a estruturas.
1.   Louvor e adoração ligados a grupos especiais de instrumentos musicais, de técnicas corais, etc. Pode-se também louvar e adorar sem qualquer música.
2.   Louvor e adoração como blocos dentro do culto e das reuniões da igreja. Sempre vem aquela frase: “agora, vamos à parte mais importante de nosso culto… a pregação”. Esquecemo-nos de que o louvor é também um tipo de proclamação.
3.   Louvor como preparação do ambiente para a pregação da Palavra de Deus. Estes são basicamente os quatro conceitos errados sobre o louvor na igreja.
4.   Louvor apenas cânticos e música. Louvor é estilo de vida! Se o povo não tem motivo de louvor, se não usufrui diariamente das bênçãos de Deus, se não tem vida, não tem louvor! Podemos cantar 50 minutos sem louvar e adorar.

VI. Porta de Efraim (Ne 12.39).

Qual a bênção prometida a Efraim, o segundo filho de José?
1. Efraim fala de prosperidade, de bênção dobrada. De uma vida de vigor. Efraim fala bênção dobrada. “Deus me fez próspero na terra da minha aflição” (Gn 41.52).
O evangelho traz prosperidade de forma natural.
2. Efraim fala de vida frutífera. “José é um ramo frutífero, ramo frutífero junto à fonte; seus galhos se estendem sobre o muro” (Gn 49.22). A frutificação faz parte da vida cristã (Jo 15. 1-4).
3. Efraim fala de liderança. Não gostava de ficar fora das guerras do povo de Deus. Discutiram com Gideão porque queriam ir à guerra (Jz 8.1). Discutiram com Jefté (Jz 12.1).
Salmo 60.7: “Efraim é a defesa de minha cabeça”.  4. Efraim fala da “loucura de Deus”, em que Deus inverte o processo natural e coloca o último em primeiro e o primeiro em último (Gn 48.17). Deus escolhe.
5. Fala de capacitação para a batalha. Efraim era uma tribo guerreira – Louvor de guerra. O Salmo 149 apresenta um louvor de guerra.
6. Efraim fala de vida de serviço. O cristão é salvo, abençoado e se torna frutífero para servir ao próximo.
5. Adoração e serviço devem estar tão entrelaçados como sendo um só ato!
a) Somos para as boas obras (Ef 2.10).
b) A remissão nos leva ao serviço (Hb 9.14; 6.9-10). Exemplos: Tabita (At 9.36-41); a sogra de Pedro (Mt 8.15); as mulheres (Lc 8.2-3).
c) Nossas obras são postas diante de Deus (At 10.1-4; Ap 2.19).
d) Nossas obras nos acompanham (Ap 14.13). Porque o céu é um lugar de serviço (Ap 7.15).

VII. Porta Velha (Ne 12.39).

Hebraico Yâshân – Veterana, antiga. Uma porta que, certamente, existia desde os tempos de Abraão e Melquisede. Diferente do sentido de “velho” de Neemias 9.21 onde a palavra é bêlâh, gasta, decadente, consumida.
1. Porta Velha fala dos dias antigos! Do “Ancião de Dias”. A Escritura diz que nosso Deus é desde a eternidade! (Sl 93.2; 92.12-14).
2. Fala da boa tradição recebida dos antigos. Fala dos hinos antigos restaurados no louvor da Igreja. Passamos a descobrir que os cânticos antigos têm uma história que o Espírito Santo deixou registrada para a Igreja. Hinos antigos para uma geração jovem.
Temos a tendência de esquecer nossa história, mas existem lições que a história nos deixa. Cânticos que fazem parte de nossa herança cristã.
3. Deus pede que atentemos e não nos esqueçamos do que ele fez no passado (Js 24.29-31).
a) Mas, outra geração se levantou que não conhecia os feitos de Deus no passado (Jz 2.10). Nosso problema são as novas gerações que não conhecem este “quanto ao Senhor”. A terceira geração conhece um deus destituído de poder.
4. Devemos passar às novas gerações as conquistas de nossos pais: “Ouvimos, ó Deus, com os próprios ouvidos; nossos pais nos têm contado o que outrora fizeste, em seus dias” (Sl 44.1). Gideão tinha ouvido o que deus fizera no passado (Jz 6.13).
“Penso nos dias de outrora, trago à lembrança os anos de passados tempos” (Sl 77.5).
“Lembro-me dos teus juízos de outrora e me conforto, ó Senhor” (Sl 119.52).
“Então, o povo se lembrou dos dias antigos, de Moisés, e disse: Onde está aquele que fez subir do mar o pastor do seu rebanho? Onde está o que pôs nele o seu Espírito Santo?” (Is 63.11).
“Agora, pois, pergunta aos tempos passados, que te precederam, desde o dia em que Deus criou o homem sobre a terra, desde uma extremidade do céu até à outra, se sucedeu jamais coisa tamanha como esta ou se se ouviu coisa como esta…” (Dt 4.32).
“Quando teu filho amanhã te perguntar: Que é isso? Responder-lhe-ás: O Senhor com mão forte nos tirou da casa da servidão” (Ex 13.14).
“Pois, eu te peço, pergunta agora a gerações passadas e atenta para a experiência de seus pais” (Jó 8.8).
“O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais, não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do Senhor, e o seu poder, e as maravilhas que fez” (Sl 78.3-4).
“Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim” (Is 46.9).
“Penso nos dias de outrora, trago à lembrança os anos de passados tempos. De noite indago o meu íntimo, e o meu espírito perscruta. Recordo os feitos do SENHOR, pois me lembro das tuas maravilhas da antiguidade. Considero também nas tuas obras todas e cogito dos teus prodígios” (Sl 77.5-6,11-12).
Certos cânticos antigos podem ser introduzidos novamente no culto a Deus, porque retratam a história de Deus na igreja!

VIII. Porta do Peixe (Ne 12.39).

Esta é a porta das mercadorias. Sofonias fala do “grito da porta do peixe” (Sf 1.10). Hebraico dâg, daí a palavra dagon o deus peixe.
Em Ezequiel 47.9-10 Deus afirma que fará surgir peixes em abundância no rio que ele irá abrir até o mar Morto.
Nas escrituras o peixe não fala necessariamente de alimento, e nos dois milagres do NT o peixe fala de nossa vocação. Quando chegamos à porta do Peixe é porque já tivemos muitas experiências espirituais, mas a que irá nesta porta acontecer ainda é a maior de todas.
1. Em Lucas 5.1-11 há o chamamento dos apóstolos com as redes cheias de peixe. Vendo o milagre, Pedro, Tiago e João abandonam as redes e seguem a Jesus. Deus frequentemente opera um milagre para chamar nossa atenção.
2. Em João 21.1-13 há a confirmação do chamamento, também com a rede cheia de peixes. Aqui, os discípulos são confrontados quanto ao chamamento para serem apóstolos. “Amas-me mais do que estes?”, é a pergunta de Jesus a Pedro.
3. Conforme as escrituras todos os crentes são chamados para fazer a obra, todos são chamados!  Nessa porta, Deus faz algum tipo de milagre para nos chamar a atenção. Um milagre que aponta para ele, que nos conduz a ele!

IX. Torre de Hananeel (12.39).

Esta palavra aparece somente aqui nesse versículo. Vem do caldaico chãnan’el= e significa, favor de Deus, ou graça divina. A palavra Channa (Ana) tem o sentido de favorecida ou agraciada. Torre da graça de Deus! Só por graça e por favor divino é que podemos estar juntos todo tempo.
Aqui fala da graça contínua de Deus no nosso dia a dia! (Foi graça, irmão).
1. É preciso entender que a salvação vem unicamente pela graça de Deus (Rm 3.24; 4.16; Ef 1.7; 2.8; Tt 2.11 etc.). Semelhante palavra falou Esdras (Ed 9.8).
2. A graça contrasta com a lei: Porque para obedecer a lei é preciso ter obras; mas para receber a graça, entramos apenas com a fé.
Tudo o que você tem, você recebeu como dádiva, como graça do Senhor para sua vida. Nesta torre, paramos e passamos a refletir o quanto a graça de Deus tem feito por nós! Aqui entoamos cânticos de agradecimentos, e exaltamos a Deus por sua graça e misericórdia.

X. Torre dos Cem ou Torre de Meá (Ne 12.39).

Nome caldeu que quer dizer Cem, mas como um número multiplicativo que se multiplica por ele mesmo. O verdadeiro sentido está em Gênesis 26.12: “Isaque semeou e colheu cento por um”. A palavra aqui é Meá!
1. A multiplicação é natural, como na parábola do semeador (Mc 3.20).
2. Mas também fala dos milagres de Deus em nossas vidas. Torre da plena multiplicação! Nesta torre sua vida de louvor e de adoração experimenta a multiplicação. É a torre do milagre.
Já houve milagre com os peixes? Agora vem o milagre da multiplicação, como na multiplicação dos pães (Jo 6.1-15). Agora vem também o milagre de transformar a água em vinho (Jo 2).
A vida de louvor multiplica a vida da Igreja. Essa cresce também por causa dos louvores.

XI. Porta do Gado ou Porta do Rebanho. Como no Salmo 144.13

O rebanho na Bíblia começa em Gênesis 4.4 na história de Caim e Abel e termina em 1 Pedro 5.2: “pastoreai o rebanho de Deus….”. Rebanho fala de povo. Deus tem um rebanho que Jesus pastoreia (1 Pe 5.2).
É o Espírito Santo que coloca pastores sobre o rebanho (At 20.28). Veja ainda: Sl 77.20; 78.52; 80.1; Is 40.11; Ez 34; 36.38; Mq 4.8 (Jerusalém é a “torre do rebanho”).
Aqui somos todos conduzidos como rebanho de Deus (a) sob sua vara e cajado (Sl 23.4). O cajado conduz o rebanho e afugenta o lobo! (b) Suas duas varas, graça e união nos apascentam.
O adorador ou crente precisa saber que não vive isoladamente, e sim que é parte de uma coletividade.
No entanto, no que diz respeito à vida de adoração, temos que respeitar a individualidade de cada membro do corpo de Cristo. Porque adoração é algo individual, pessoal, intransferível que pode causar incômodo ao irmão que está sentado ao seu lado.
Cada pessoa tem seu estilo e seu jeito de adorar.

XII. Porta da Prisão (12.39).

Porta da Inspeção. No original é “porta da prisão”.
Tenho dois sentidos aqui:
1.  Tornamo-nos prisioneiros de Jesus Cristo (Ef 3.1 e Fp 1.1,9).
2.  Na porta da inspeção, somos parados para sermos inspecionados. Como está nossa vida? Temos as credenciais? O sangue de Cristo é a marca de todo adorador. Ninguém poderá passar para entrar na casa de Deus se não estiver marcado com o sangue! (Hb 10.19; 1 Pe 1.18,19, etc.).

XIII. Pararam na Casa de Deus

A Casa de Deus tem sido um dos assuntos de maior controvérsia entre os dirigentes de louvores: Davi queria construir uma casa para Deus (2 Sm 7.2) mas Deus responde que não precisa de casa (2 Sm 7.5,6). E mais: promete que ele mesmo fará casa para Davi (2 Sm 7.11,12).
Nós somos a casa de Deus (2 Co 6.16-18). A Igreja é a Casa de Deus (Hb 3.5-6 e 1 Tm 3.15).
A casa é a habitação de Deus! O tabernáculo onde Deus habita.
Aqui, na casa de Deus, entram aqueles que têm o nível da comunhão! Os lavados e regenerados por Jesus. Nossa adoração na casa de Deus não tem limite!

Pr. João de Souza

Os instrumentos na Bíblia

Os instrumentos na Bíblia
Collage made by me with the instruments of Bra...
Collage made by me with the instruments of Brazilian choro. (Photo credit: Wikipedia)
Os instrumentos musicais têm acompanhado a humanidade desde os tempos antigos. O primeiro relato bíblico confirmando isto encontra-se no livro de Gênesis 4.21: "O nome de seu irmão era Jubal; este foi o pai de todos que tocam harpa e flauta". Baseado neste verso, acreditamos que Jubal, o sexto descendente de Caim, foi o criador da música instrumental...

Os Instrumentos Musicais na Bíblia

SALTÉRIO - Instrumento de cordas para acompanhar a voz (Salmo 33.2; 144.9). Era uma espécie de alaúde, semelhante à viola, mas de forma triangular ou trapezoidal;
CÍMBALOS - Instrumentos de percussão formados por dois pratos;
ALAÚDE - Instrumento de corda, semelhante à viola. É a tradução da vulgar palavra hebraica nebel. Nebel é a maior parte das vezes traduzido pelo termo saltério. As cordas eram tocadas com os dedos (Isaías 5.12; 14.11; Amós 5.23; 6.5);
TAMBORINS - Pequenos tambores. Ainda hoje as mulheres do Oriente dançam ao som do tamborim. (ver: Êxodo 15.20; 2 Samuel 6.5; Jó 21.12);
HARPA - É o mais antigo instrumento musical que se conhece, existindo já antes do dilúvio (Gênesis 4.1). A palavra hebraica kinnor, que se acha traduzida por harpa, significa provavelmente a lira. Os hebreus faziam uso dela, não só para as suas devoções, mas também nos seus passatempos. Nas suas primitivas formas parece ter sido feita de osso e da concha de tartaruga. Que a harpa era um instrumento leve na sua construção, claramente se vê no fato de ter Davi dançado enquanto tocava, assim como também fizeram os levitas (1 Samuel 16.23; e 18.10). Não era usada em ocasiões de tristeza (Jó 30.31; Salmo 137.2).

Instrumentos menos comuns

GAITA DE FOLES - Daniel 3.5, 15
PÍFARO - Jó 21.12; Daniel 3.5
BUZINA - Jó 21.12; 30.31
TROMBETAS - Números 10.9,10; 2Cr 5.12; Isaías 27.13
CÍTARA - Daniel 3.5
PANDEIRO - 2 Samuel 6.5
TAMBOR - Gênesis 31.27; 1 Samuel 10.5

Técnica Musical é bem vista na Bíblia

1 - Cantar harmoniosamente (Salmo 47.7): " Deus é o rei de toda a terra; salmodiai com harmonioso cântico."
2 - Pessoas que tocam bem são sempre prioridade, primeiros da lista (1 Samuel 17.18): "Disse Saul aos seus servos: Buscai-me, pois, um homem que saiba tocar bem e trazei-mo. Então, respondeu um dos moços e disse: Conheço um filho de Jessé, o belemita, que sabe tocar e é forte e valente, homem de guerra, sisudo em palavras e de boa aparência; e o Senhor é com ele".
3 - Haviam pessoas treinadas em música (I Crônicas 15.22: "Quenanias, chefe dos levitas músicos, tinha o encargo de dirigir o canto, porque era entendido nisso".
4 - Tocar bem ao Senhor (Salmo 33.3): "Cantai-lhe um cântico novo; tocai bem e com júbilo"; na edição Almeida diz: "Entoai-lhe novo cântico, tangei com arte e com júbilo".

Ramon Tessmann

A adoração, o louvor e a música

Adoração ao Santíssimo
Adoração ao Santíssimo (Photo credit: MAVJ)

Enquanto a adoração fala do que somos, o louvor fala do que fazemos.

A adoração é gerada dentro do homem, onde só Deus pode ver. O louvor inevitavelmente se exterioriza, onde os homens também podem ver. Como vimos até aqui, adoração significa reverência a Deus, através de uma vida de reconhecimento e amor.Não é possível adorar sem louvar, mas é possível louvar sem adorar.
Deus disse: "...este povo se aproxima de mim, e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim..."

Os verdadeiros adoradores estão compromissados com Deus interior e exteriormente.

A música é um veículo, um transporte para o louvor e a adoração. Louvar a Deus se torna muito agradável com o respaldo (apoio) da música. É muito gostoso expressar nosso louvor a Deus através dela. A música não é fundamental mas coopera. Ela tem sua importância:
- É uma criação de Deus (Romanos 11.36; Apocalipse 4.11);
- E como a bíblia nos mostra, a música está presente até no céu (Apocalipse 14.3; 15.3).

A bíblia faz inúmeras menções sobre o louvor a Deus com a música:

● "Davi e toda a casa de Israel alegravam-se perante o Senhor, com toda sorte de instrumentos..." (2 Samuel 6.5)
● "Louvai ao Senhor, porque o Senhor é bom; cantai louvores ao seu nome, porque é agradável." (Salmos 135.3)
● "Louvarei ao Senhor durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus, enquanto eu viver." (Salmos 146.2)
● "Louvem-lhe o nome com flauta; cantem-lhe salmos com adufe e harpa." (Salmos 149.3)
● "Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa. Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas. Louvai-o com címbalos sonoros; louvai-o com címbalos retumbantes." (Salmos 150.3-5)

A adoração pode conter a música, mas nem sempre a música contém adoração.

Pr. Daniel Souza

A condição espiritual do adorador

A condição espiritual do adorador
"PURIFICAI-VOS, VÓS QUE LEVAIS OS VASOS DO SENHOR”
Existem diversos elementos relacionados à qualidade e ao poder do louvor: a música, a letra, sua origem e seu propósito. Entretanto, ainda que determinada composição musical seja feita sob a unção do Espírito Santo e contenha todas as características desejáveis, sua aceitação diante de Deus vai depender também de quem está cantando, ou seja, sua situação espiritual.

Uma linda obra de arte pode ser destruída se estiver em mãos erradas ou em mãos sujas.
"Aos retos fica bem o louvor" (Salmo 33.1). Deus não quer o louvor do ímpio, nem do cristão que estiver em pecado (Salmo 50.16-17). O que o Senhor deseja nesses casos é a conversão e o arrependimento. Se um filho ofendeu ao pai, deverá se reconciliar antes de tentar agradá-lo com palavras.

Se estivermos sujos diante de Deus, nossa oferta se tornará abominável aos Seus olhos, ainda que ela represente um sacrifício para nós (1Sm 15.22; Is 1.13; Mt 5.23-24). Toda espécie de oração que fizermos será rejeitada (Pv 28.9), a não ser aquela que venha trazer nossa confissão de pecado. Nossa música se tornará um barulho insuportável aos ouvidos de Deus (Am 5.23). Assim, o louvor será apenas um rito religioso vazio.
 
Aquele que louva e adora ao Senhor precisa estar puro, afim de não contaminar e inutilizar a sua oferta. Isto é válido para todos os cristãos e especialmente para os que se dedicam ao ministério na casa de Deus. "Purificai-vos, vós que levais os vasos do Senhor" (Is 52.11).
O profeta Malaquias disse que Deus, como um lavandeiro e um ourives, purificaria os levitas para que trouxessem ofertas aceitáveis diante do altar (Mal 3.1-4).

Vemos, nessa passagem, dois processos purificadores:
 
1- O lavandeiro trabalha com sabão e água, que é um símbolo da Palavra de Deus (João 15.3; Ef 5.26). Quando pecamos, O Senhor nos fala amorosamente para que tomemos atitudes de conserto.
2 - O ourives trabalha com fogo, que simboliza a tribulação e a ira de Deus (1 Pd 1.6-7; Jr 4.4). Quando não damos ouvidos à Palavra, entramos em tribulações. O fogo age mais profundamente, destruindo impurezas que a água não conseguiu tirar. Muitas tribulações poderiam ser evitadas se tomássemos as atitudes certas no tempo certo. Quando somos atribulados, nossa consciência se desperta para o reconhecimento do pecado.

Precisamos receber a Palavra de Deus e corrigir as nossas ações antes que venha o fogo do ourives. O arrependimento, a confissão e o conserto farão com que o nosso louvor seja puro e suba diante de Deus como oferta suave e aprazível.

Anísio Renato de Andrade

Princípios para louvor e adoração efetivos

Louvor
Louvor (Photo credit: Breno Peck)
Louvor e adoração é um ministério que tem um chamado único e específico. Requer dons e habilidades especiais que são diferentes daqueles de um músico, membro de coral, vocalista, pastor e etc.
O Ministro de louvor e adoração é um indivíduo chamado e ungido por Deus para ministrar em Sua Casa, liderando o povo de Deus à Sua presença.

Liderar louvor e adoração podem ser uma das tarefas mais difíceis dentro de uma igreja. Imagine liderar toda uma congregação (lembre-se que alguns estão cansados, doentes, machucados, teimosos, preguiçosos, não são fáceis de ensinar e etc) na presença do Todo-poderoso Deus, em ambos os níveis individuais e congregacionais. Não preciso dizer que é uma tarefa extremamente difícil! Por isso você precisa ser especificamente chamado e ungido para este ministério.

Lembre-se, o momento de louvor e adoração deve ser uma parte ativa, participatória e integral do culto. A congregação não deve ser um espectador, mas deve se tornar um participante ativo.
Abaixo darei uma breve compilação de alguns princípios que eu selecionei e separei em anos de experiências no ministério de louvor e adoração. Eu oro para que estas ferramentas possam reforçar mais e mais o seu ministério de louvor.

As três funções do líder de louvor:

1. Liderar toda a congregação até a presença de Deus
A congregação necessita de ter um encontro sobrenatural com o Pai em todos os cultos.
2. Coordenar e dar cobertura ao grupo de louvor e aos músicos
Tenha certeza de ter um conhecimento básico de música e do ministério dos cantores e músicos que trabalham com você. Quando você está liderando adoração, você é responsável pelo que está acontecendo musicalmente no palco.
3. Preparar a congregação para o tempo de palavra
Tenha certeza de estar em sintonia com a liderança da igreja. Entenda a direção que Deus está dando à sua igreja através da visão do pastor.

A atitude de um líder de louvor

1. Seja entusiasta e positivo. Sorria! Deixe seu rosto refletir a Glória e alegria de Deus. Se você não fizer isso, a congregação não fará também.
2. Esteja no comando. Não seja muito tímido. Dê direções firmes. Lembre-se, insegurança destrói a criatividade.
3. Lidere pelo exemplo. Você deve ser o exemplo para um envolvimento mais ativo (aplauda, dê brados, levante as mãos, etc).
4. Seja um encorajador e um exortador. Não pregue! Apenas encorage.
5. Você deve adorar junto com a congregação.

A preparação do líder de louvor

1. Santifique-se;
2. Espere a direção do Senhor;
3. Sustância e exatidão, uma lista categorizada de músicas;
4. Ensaie, ensaie e ensaie!

Pontos práticos para o líder de louvor

1. Conheça seus músicos, cantores e/ou trilhas.
- Ensaie com os músicos e cantores;
- Crie sinais com as mãos para que eles possam te seguir.
2. Mudanças no tempo da música.
3. Modulações e novos tons.
4. Direções entre as músicas (repetições de coro e etc).
5. Mudanças na intensidade.
6. Transições entre as músicas.

- Escolha as músicas (com tons apropriados) antes do culto.
7. Não gaste muito tempo falando - Encoraje o povo enquanto eles adoram (Não assuma que todos sabem o que está acontecendo)
- Você pode facilmente quebrar o fluir durante a adoração falando demais.
- Não bata na cabeça da congregação! Se alguma correção ou exortação precisa ser dada, isto deve ser feito pelo pastor, não por você.
8. Escolha suas músicas com cuidado
- Atente para desenvolver e completar algo na adoração. Veja a adoração num âmbito geral.
- Tome cuidado com temas, andamento e mudanças de tom (algumas músicas não podem ser ligadas!).
- Mantenha um fluir entre as músicas. Não pare tudo depois de cada música. Aprenda medleys ou escolha músicas que possam ser interligadas (musicalmente e espiritualmente)
- Você está cantando num tom que é confortável para a você, mas que não é confortável para a congregação?
- Músicas de adoração normalmente precisam ser cantadas em tons mais baixos do que músicas de louvor.
- Não escolha músicas que tem um grande número de palavras e versos para a congregação cantar, ou que tenha grandes "solos". Você somente irá perder a congregação e eles não irão participar da adoração.
- Escolha mais músicas do que você precisa (esteja preparado para surpresas)
9. Conheça sua música
- Não ensaie com a congregação.
- Não cante músicas com as quais você não está familiarizado! Isto apenas traz confusão e dificulta para a congregação se focar em Deus.
- Esteja preparado!
10. Dê direcionamentos firmes
- Você PRECISA liderar. Não a congregação, não o coro, não o grupo de louvor ou os músicos. VOCÊ tem que liderar!
- Sempre lidere com sua voz. Não fique assustado com a primeira nota e permaneça na melodia o máximo que for possível.
- Dê direções claras. As pessoas respondem melhor quando eles sabem o que é esperado deles. Seja o que você quer que eles sejam.
- Esteja um pouquinho à frente dos versos ou coros do louvor e adoração que você está cantando. Algumas vezes, em músicas novas, é bom até falar os versos antes para que a congregação saiba o que está por vir. Você deve liderar com sua voz.
- Tenha certeza que você está liderando as pessoas para o Senhor e não para você. Lidere de uma maneira que não atraia a atenção para você.
- Abra os olhos! Mantenha contato visual.
11. Esteja sensível ao fluir e ao timing do Espírito Santo.
- Não tenha medo de cantar uma estrofe ou um coro várias vezes
- Não tenha medo do silêncio (Existem diferentes ondas de adoração)
- Saiba quando uma música já foi cantada o suficiente! Pare!
- Não se apresse. Dê tempo para o Espírito Santo se mover.
- Você precisa estar preparado e sensível para o Espírito Santo. Estes dois não são mutuamente exclusivos.
- Nunca coloque Deus numa caixinha. Ele pode querer fazer algo completamente diferente do que você planejou. (Você pode cantar apenas uma música por todo o período de louvor e adoração! Esteja aberto para isso).
- Sempre mantenha um olho no pastor. Ele/ela saberão quando algumas coisas estão em ordem e quando não estão.
- Não tenha medo de mudar a estrutura da música. Talvez permitindo que só as mulheres cantem uma estrofe ou só os homens cantem o coro ou, então, que a congregação cante a capela algumas vezes.
- Não fique tão "perdido no Espírito" de maneira que você esteja alheio ao que está acontecendo em volta de você.
"Meus filhos não sejam negligentes agora, pois o Senhor os escolheu para estarem diante dEle, para servi-lO e você deve ministrar a Ele e queimar incenso". 2 Cronicas 29:11

Autor: Joe Pace

O irmão mais velho do pródigo

O irmão mais velho do pródigo

Texto: Luc. 15: 25-32

Introdução:

Vamos analisar o final da parábola do filho pródigo pois ela apresenta neste final a melhor mensagem para a igreja.
Na primeira parte ela apresenta: O cristão que abandonou a casa do Pai “A Igreja”. Na segunda parte ela apresenta: O cristão que esta na casa do Pai “Na Igreja”, mas também está desviado, vive apenas usando a máscara de longos anos.

Tirando a mascara de longos anos

1 – A máscara da desconfiança

– “...e quando voltou ouvia a música e as dança”.
● Desconfiou da alegria na casa do Pai. Hoje, muitos andam desconfiados com o avivamento na Igreja, tudo é motivo de crítica para muitos que não concordam com a alegria na casa de Deus.

2 – A máscara da rebeldia

– “Chamando um dos criados, perguntou-lhe o que era aquilo” (v.26).
● O cristão rebelde nunca consulta o pastor ou líder de célula, prefere consultar terceiros do que os que estão a altura de lhe aconselhar.

3 – A máscara do fingimento

– “Veio o teu irmão” (v.27).
● Quando soube que a alegria era por causa da volta do irmão, deixou cair a máscara. Pois não amava o irmão perdido e não o aceitava de volta.

4 – A máscara da desobediência

– “Mas ele indignou-se e não queria entrar. Então saindo o pai instava com ele” (v.28).
● Não respeitou o amor do pai.

5 – A máscara da indignação

– “Mas ele indignou-se”.
● Estava totalmente revoltado com a volta do irmão, agora salvo.

6 – A máscara da desunião

– “...e não queria entrar”.
● Não queria entrar para alegrar o coração.
● Seu coração não tinha prazer na harmonia da casa. Qual cristão que não tem prazer com a pregação, com o louvor, com a oração, com os que retornam, os novos convertidos, os que assumem um cargo mais elevado ou ocupa uma posição de destaque na Igreja.

7 – A máscara da imprudência

– “então, saindo o pai instava com ele” (v.28).
● Foi imprudente e causou escândalo, mesmo com o pai insistindo.

8 – A máscara da desobediência

– “Mas ele respondeu a seu pai” (v.29).
● Não acatou o convite amoroso do pai, antes preferindo responder-lhe na presença de todos.

9 – A máscara do egoísmo

– “Olha, sirvo-te há tantos anos” (v.29)
● Era puramente egoísta e buscava posição pelos seus atos.

10 – A máscara da leviandade

– “...E nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos” (v.29).
● Seu coração não estava no pai, nem no irmão, mas nos seus amigos e prazeres efêmeros desta vida.

11 – A máscara do ódio

– “Vindo, porem, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes” (v.30).
● Demonstrou que tinha dentro de si um ódio profundo pelo seu irmão. Tornou-se inimigo e acusador de seu irmão.

12 – A máscara da avareza

– “...Tu mandaste matar para ele o bezerro cevado” (v.30).
● Era avarento e não tinha prazer em contribuir com o melhor para a festa do pai (o bezerro cevado).
● Quantos cristãos hoje, estão usando esta máscara e não aceitam em ofertar com o melhor que possui para a casa do Pai (igreja) – (Pv. 3:9-10).

13 – A máscara da incredulidade

– “respondeu-lhe o pai: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas” (v.31).
● Estava na casa do pai, mas não cria nas suas promessas.

14 – A máscara da insubmissão

– “Mas era justo alegrar-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto e reviveu...” (v.32).
● Sua insubmissão explica que não amava o pai e por isso não queria fazer parte da sua alegria.

Conclusão:

Amemos o nosso irmão perdido e tomemos parte na alegria do Pai.

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Jesus dá novo tipo de vida

Jesus dá novo tipo de vida

Texto: Col. 1:12-14,23.

Introdução:

Observamos com frequência que, quando perguntamos às pessoas se desejam aceitar a Jesus, muitos respondem, admiradas: ‘Oh já o aceitei”, no entanto, quando de fato aceitamos a Jesus como nosso Senhor e Salvador, Ele entra em nossa vida e muda tudo, dando-nos novo tipo de vida! Quando a pessoa se submete a uma grande cirurgia, por mais que queira negá-la, não pode por causa da cicatriz! Da mesma maneira, quando Jesus opera, fica a marca.

Jesus faz a mudança de vida

1. Liberta do império das trevas, (v.13; Lc 23:42-43)
2. Dá a remissão dos pecados pelo Seu sangue, (v.14; Ef. 1:7)
3. Transporta para o Reino da Luz (v.13; Cl. 1:27)
4. Torna idôneo para participar da Sua herança (v.12; Fl. 3:20)

O homem tem que participar

1. Arrependendo-se dos pecados, (Mt 4:17; II Co 7:10)
2. Convertendo-se (mudando), (At 3:19; II Co. 5:17)
3. Retornando para Deus (..., e irei ter com meu Pai), (Lc. 15:18)
4. Permanecendo firme na fé do evangelho, (v.23; Rm 1:16; 2 Pe 2.21-22).

Conclusão:

A nossa salvação nos foi concedida graciosamente, mas, é necessário a decisão pessoal de cada um de nós. O ser humano precisa participar com a sua decisão pessoal.
Romanos 10.9-10 diz: “a saber: se, com a tua boca, confessares ao Senhor Jesus e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a tua boca se faz confissão para a salvação”.

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O Pai Amoroso

O Pai Amoroso

Texto: Lucas 15:20-24

Introdução:

Nestes versículos podemos ver as experiências e o comportamento de um pai que ama seu filho que estava perdido.

Com sua atitude ele demonstrou a bênção do perdão e da restauração familiar.

Atitudes do Pai:


1. O pai que espera – Ele viu-o longe – v.20

2. A profunda compaixão do pai – Compadeceu-se – v.20

3. O cordial amor paternal – Beijou-o – v.20

4. O cuidado paternal – Vestiu-o (vestes espirituais) – v.22

5. A homenagem do pai, renovação da aliança – Deu-lhe um anel – v.22

6. Deixou de ser escravo – Novas sandálias nos pés – v.22

7. A comunhão com o pai – Ceou com ele – v.23

8. A alegria da casa do pai – Regozijaram-se – v.24

Conclusão:

Temos um pai tão amoroso que enviou seu único filho para morrer por nós para que possamos receber vida como o filho pródigo (João 3:16).

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Sete passos para o regresso

Sete passos para o regresso

Texto: Lucas 15:17-20 a

Introdução:

Após o filho pródigo trilhar um caminho de fracassos, chegou a conclusão que a sua rebeldia tinha lhe custado um alto preço e decidiu retornar à casa do pai, de onde não deveria ter saído.

Este é o caminho de arrependimento de um pecador que cai em si e descobre que a vida que tem vivido não tem qualquer futuro ou benefícios.

Esta obra somente é feita através do Espírito Santo que convence o mundo do pecado da justiça e do juízo – João 16:8.

O caminho do regresso:


1 – Seu despertar – caiu em si – v.17
2 – Sua reflexão – eu aqui morro de fome – v.17
3 – Sua decisão – levantar-me-ei – v.18
4 – Sua confissão – eu pequei – v.18
5 – Sua declaração – eu não sou digno – v.19
6 – Sua prontidão – abrir mão de tudo – v.19
7 – Seu regresso – levantou-se e foi – v.20 a

Conclusão:

Levar o discípulo a entender o processo de humildade verdadeira que envolve o verdadeiro arrependimento e os benefícios que são colhidos. E que somente em Jesus temos o melhor desta terra (Isaias 1:19).

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Sete passos para a perdição

Sete passos para a perdição

Texto: Lucas 15:11-17

Introdução:

Nesta parábola o Senhor ensina que uma vida de pecados e de egoísmo, é a separação do amor, comunhão e autoridade de Deus. O pecador ou desviado é como o filho mais jovem da parábola, que, em busca dos prazeres do pecado, desperdiça os dotes físicos, intelectuais e espirituais que Deus lhe deu, trazendo derrotas e tristezas.

O caminho para a derrota:

1. Sua exigência – “Pai dá-me” – v.12
2. Sua partida – Foi para uma terra distante – v.13
3. Sua vida no pecado - Dissipou os bens – v.13
4. Suas experiências – Quando tinha gastado tudo – v.14
5. Sua última tentativa – Tornou-se servo – v.15
6. Sua humilhação – Comida de porcos – v.16
7. Sua grande miséria – Ninguém lhe dava nada – v.16

Conclusão:

Quando o ser humano busca uma vida egoísta fora dos padrões da Palavra de Deus, receberá a recompensa dos seus atos.

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Um Sinal de Advertência

Um Sinal de Advertência

Texto: Genesis 27

Introdução:

História de Esaú, homem que viveu uma vida carnal, mesmo tendo nascido em lar temente a Deus.
Esta é a história de Esaú

1) Seus muitos privilégios.

a) Era filho de pais tementes a Deus
b) Criou-se em lar mais piedoso do seu tempo.
c) Como primogênito, era o herdeiro natural da promessa.

2) Sua leviandade:

a) Esaú não viveu para Deus, mas para os seus próprios prazeres.
b) A Benção de Deus era para ele coisa secundária (Gn. 25:32; Hb. 12: 16,17).
c) Causou grande desgosto aos seus pais

3) Seu despertar tardio.

a) Despertou quando a bênção já havia sido dada (Gn. 27: 33 )
b) Procurou, como as virgens néscias, quando já era tarde demais.
c) Seu arrependimento era falso, porque depois quis matar o seu irmão.

Conclusão:

Devemos valorizar a bênção de Deus em nossas vidas.

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A restauração de Davi após a queda

A restauração de Davi após a queda

Texto: 2 Samuel 12

Introdução:

O caminho da restauração.

1. Seu julgamento impensado – v. 5

2. Convencido do seu pecado e culpa – v. 7-12.

3. A confissão do pecado – v. 13

4. O perdão concedido – v.13-19

5. Sua adoração na Casa de Deus – v.20

6. Ele come novamente – v. 20

7. Sua mudança de atitude – v. 21-24

8. Sua nova vitória sobre o inimigo – v. 29

Conclusão:

O cair é do homem, porém, o levantar é do Senhor.

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Como obter vitória sobre o sentimento de culpa

Como obter vitória sobre o sentimento de culpa

Texto: II Sam. 11:1-5
1. O arrependimento de Davi – Sal. 51:1-17
2. O Senhor garante o perdão em sua Palavra – Sal. 103:12; Miq. 7:19; Is. 1:18; Jer. 31:34; Is. 43:25; Hb. 10:16-18; I Jo. 3:15.
3. O processo envolvido – Sal. 51:1-17
A) Aceite o fato que você pecou – Sal. 51:3.

B) Tenha arrependimento e contrição verdadeira – sal. 51:16-17

C) Reconheça que não pode resolver sozinho seu próprio problema – Sal. 51:16.

D) Nos seus sentimentos de culpa e aflição, você esta procurando perdão, o seu ser procura restaurar a harmonia quebrada pelo pecado – Sal. 51:12.

E) Você ora e pede perdão a Deus – Sal. 51:7-10.

F) Quando você não consegue entender ou aceitar o perdão de Deus, ou não consegue perdoar a si mesmo, procure um conselheiro – Prov. 12:15, Tg. 5:16.

G) Quando você entende perfeitamente a natureza do perdão de Deus, você estará pronto a receber o perdão d'Ele e a alegria que vem consequentemente – Sal. 51:8

H) A experiência que você passou pode levá-lo para mais perto de Deus – Sal. 51:12-13.

SENTIMENTO DE CULPA
Há pelo menos cinco maneiras como você pode enfrentar o seu sentimento de culpa oriundos de pecados na sua vida (principalmente sexuais).

1. Racionalize seus sentimentos de culpa até o ponto em que você diz a si próprio que eles não existem realmente ou que são preconceitos da sociedade ou de religiosos fanáticos.
Resultado: Afastamento de Deus através da mente cauterizada

2. Desde que os sentimentos de culpa constantemente o perturbam, você os relega para o inconsciente.
Resultado: Doenças psicossomáticas vindas através do pecado não confessado.

3. Admitir que você tem sentimento de culpa, rejeitar a possibilidade de perdão e continuar odiando a si mesmo.
Resultados: Auto-estima baixa, medos, insegurança e derrotas.

4. Aceitar o seu sentimento de culpa e o pecado que o causou.
Resultado: Será criada a possibilidade de restauração.

5. Admitir que a culpa esta baseada no relacionamento quebrado entre você e Deus e procurar o perdão d'Ele.

Resultados: Vitórias, vida de qualidade e salvação.

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As consequências do pecado

As consequências do pecado

Texto: Salmos 51; 2 Samuel 12.

Introdução:

O que o pecado faz com a vida de uma pessoa está descrito abaixo:
1 – Mancha o homem – Salmos 51:1-5
2 – Deixa-o infeliz – Salmos 51:8
3 – Afasta-o da presença de Deus – Salmos 51:11
4 – Entristece o Espírito Santo – Salmos 51:11
5 – Tira a paz e a alegria – Salmos 51:12
6 – Escandaliza o nome do Senhor – 2 Samuel 12:14
7 – Afeta o testemunho perante o mundo – Salmos 51:11-13
8 – Cerra a boca para o testemunho – Salmos 51:14-15
9 – Leva ao juízo – 2 Samuel 12:15-23
10 – É perdoado quando confessado honestamente – 2 Samuel 12:13
11 – Deus receberá o louvor – Salmos 51:14-18

Conclusão:

O gafanhoto e lagarta talvez tenham consumindo muito dos nossos dias, e o seu coração está triste, mas Graças a Deus sempre há remédio: arrependimento, confissão, renúncia, e então uma completa restauração a favor e fartura.

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Relacionamento com Deus

Relacionamento com Deus

1 – O que é relacionamento?

É correspondência, trato amistoso, ou convivência, relações íntimas com alguém.
Relacionamento com Deus quer dizer convivência com Ele.
É trato diário com o Senhor, tornando-se familiar essa relação de amizade (Salmo 25:14 e Nm. 12:5-8).

2 – É importante o nosso relacionamento com Deus?

Mateus 5:14 – “...Vós sois a luz do mundo”.
Romanos 13:12 – “...E revistamo-nos das armas da luz”.
Romanos 13:14 – “...Revesti-vos do Senhor Jesus”.
O cristão, no sentido individual e coletivo, é a luz do mundo. Se suas atitudes e relacionamentos não são de conformidade com a natureza de Cristo, a luz se retira, e o cristão se torna parte do problema e não da resposta para o mundo.
Cristo é a luz para nós. Sua presença habitacional em nós é a resposta para o problema básico de uma vida ou de um povo.
Daí a vital importância do nosso relacionamento com Deus, da nossa intimidade com Ele.

3 – Qual o segredo principal do relacionamento com Deus?

O segredo principal do relacionamento com o Senhor é a conversão a Deus. (Jeremias 3:22; 2 Crônicas 30:9; Neemias 1:9).
Converter é voltar ao Calvário, sempre que se fizer necessário, para que haja assim comunhão com Deus.
Nascidos de novo através da Conversão a Cristo, passamos a experimentar um relacionamento novo, de vitória com Deus – Cristocêntrico.
Relacionamento que começa, existe, permanece e termina na Cruz com a visão do Trono, para um relacionamento perfeito e eterno, na glória. Esse relacionamento nos leva para a deslumbrante glória na presença de Deus, onde nossa ânsia é satisfeita, aqui e para sempre.

Relacionamento através da Palavra

1 – A Bíblia
“Habite , ricamente em vós a Palavra de Cristo”. (Colossenses 3:16).
Como vimos, não é exagero ler demais a Palavra de Deus, mas sim uma necessidade.
Ler a Bíblia, absorver a Bíblia, ingerir a Palavra é uma ordem de Deus para nós.
Sem a Palavra não há relacionamento com Deus. Nela encontramos o próprio Deus, encontramos o nosso começo com Cristo, salvação. Com ela alimentamos o nosso relacionamento com Deus que deve ser forte e constante. Com ela haverá quebrantamento, regozijo e emoções sensibilizadas pelo Espírito Santo.
A Palavra é instrumento de restauração, de libertação, de cura para nossa alma doente. É à base de tudo.
Ela fortalece o espírito, conforta a nossa alma, fortalece a personalidade por dentro até Cristo fluir.
A Palavra não pode ser apartada do tratamento interior que o Espírito Santo faz e quer fazer em cada crente e que dura à vida inteira. Ela é remédio para nossa alma marcada pelo pecado. Ela gera paz, poder, prosperidade, alegria saúde, força, vitória (Josué 1:6-8, Prov. 4:20-23).
A ordem de Deus para Josué foi ser forte, corajoso para herdar a terra, mas apresentou o meio para essa conquista – fazer e não desviar da Palavra para que fosse bem sucedido.
E continuou: Falar constantemente, Meditar e Fazer o que a Lei ordenava para fazer Prosperar o Seu Caminho.
A nossa alma tem sede da Palavra, e ela deverá ocupar lugar central na vida da cada crente se quiser vitória.
O grande problema de muitos crentes é desprezar a Palavra, se empobrecendo espiritualmente e até sendo ponto de interrogação quanto a sua vida cristã.
Também o desvalor pela Palavra abre um espaço enorme para Satanás atacar, agir em nossa vida. Qual é a sua brecha? Tem fraquejado?
Ler a Palavra devagar, meditando, examinando (João 5:39), extraindo o seu ensino, anotando, descobrindo verdades ocultas para você. Isso significa alimentar-se da Palavra de Deus, relacionar-se com Ele.

2 – Como a Palavra deve estar em nossa vida?
A – Causando Prazer – Salmo 1:1-9 – Prazer por ela surge quando meditamos nela dia e noite, como fazia o salmista.
B – Entranhada em nós – Para que tenhamos relacionamento com Deus é preciso que sua Palavra esteja entranhada em nós e nós nela, de tal maneira que nos tornemos uma só realidade. Provérbios 4:3-6; João 15:7.
C – Como Regra de Fé Prática – A Palavra é bússola que conduz o filho de Deus até encontrar com o comandante face a face, mas precisa ser prática. Só conhecê-la e não colocá-la a valer na sua vida, de nada e nenhum valor ela tem.
D - Conhecendo o Senhor – Só conheço o Pai que tenho se meditar na Sua Palavra. Sendo bom conhecedor das Verdades Eternas.

3 – Recapitulando: O que fazer para relacionar com Deus pela Palavra?
A – Ler a Palavra - conhecer a sua verdade, conhecer a nossa regra de fé, de vida em combate por uma causa vitoriosa, eterna, obtendo informações que só ela tem para dar.
B – Meditar na Palavra – É penetrar nela, interiorizar, obtendo significado de cada parte ali contida para o meu viver, equivale alimentar-se dela.
C – Praticar a Palavra – Mateus 7:24 – Ter a Palavra de Deus, valendo para nossa vida diante de cada problema, cada sonho, cada pedido, cada alegria, cada plano.
O caminho da benção é o caminho da obediência, da prática da Palavra de Deus.
D – Memorizar a Palavra – É muito importante para tempos difíceis. Momentos em que não temos nas mãos o alimento precioso para sustentar, renovar preservar a fé.

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6/29/2012

O homem antes e depois da Salvação

O homem antes e depois da Salvação

Texto: Efésios 2.1-10
Aplicação: Você é novo ou velho homem?
Introdução: O texto bíblico em apreço apresenta a situação do homem, antes da salvação, o meio como ele é alcançado por Deus, e sua condição de depois de salvo. Vale a pena deixar o “curso deste mundo” e “assentar nos lugares celestiais”. Aleluia!

1 – O homem antes da salvação

– Está morto em delitos e pecados – v.1
– Anda segundo o curso deste mundo – v.2
– Anda segundo o príncipe deste mundo (satanás) – v.2
– Anda nos desejos da carne – v.3
– Anda nos desejos do pensamento – v.3
– É filho da ira – v.3

2 – A fonte e o meio da salvação

– A misericórdia e o amor de Deus – v.4
– Pela Graça e Dádiva de Deus – v.8
– A fé pessoal em Cristo – v.8
– Não por obras pessoais – v.9

3 – O homem depois da salvação

– É filho da misericórdia de Deus – v. 3-4
– É vivificado por Cristo e em Cristo – v. 1,5,10
– O novo homem regenerado participa da natureza divina. A regeneração é Cristo formado no crente – Ef 4.24; 2 Co 5.17
– Assenta-se nos lugares celestiais – v.6
– Pode andar no novo caminho das boas obras – v.10

 

Conclusão:

A maior dádiva que um ser humano pode alcançar, é a sua salvação. Ninguém pode chegar até Jesus se não for concedido pelo Pai.

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Prs. Dequia e Sarah

Removendo o Espírito de Ananias e Safira

Removendo o Espírito de Ananias e Safira

Texto: Atos 5.1-16
No capítulo 4 do Livro de Atos, lemos uma narrativa tremenda acerca da igreja primitiva: TODOS TINHAM UM SÓ CORAÇÃO, UM SÓ PENSAMENTO, UMA SÓ MENTE. O SENHOR FAZIA MILAGRES, SINAIS E PRODÍGIOS POR MEIO DOS APÓSTOLOS.
Atos 4:32 diz que existia uma multidão que cria, que acreditava, que recebia, que tinha generosidade; era uma geração benévola. A Igreja estava descobrindo a sua prosperidade e, nessa rota, começou a crescer e ficar rica. Não havia necessidade alguma entre os fiéis.

Benevolência e generosidade: características do homem próspero

A Igreja primitiva ficou rica e não havia dentre eles nenhum necessitado. Isso foi possível porque aquela geração foi generosa e benévola. Os ricos repartiam seus bens e supriam os necessitados. E, aqueles que tinham pouco eram fiéis no pouco que tinham e o Senhor os colocava sobre o muito (Mt 25:21). Se você quiser entrar no muito do Senhor, honre-o no pouco. Muitas vezes as pessoas dizem que não ofertam ou não ajudam alguém porque têm pouco, mas precisam aprender a serem fiéis no pouco para adquirirem muito. A Igreja de Jesus nasceu com um caráter generoso, benévolo e fiel e por isso zerou a necessidade do povo.


Benevolência e generosidade fazem parte do currículo de quem quer ser próspero. A pessoa benévola é alguém que tem a graça e a pessoa generosa tem misericórdia e socorro. A Igreja nasceu e a sua necessidade no início era sinais, milagres, prodígios e maravilhas. Isso era o que a Igreja queria. Mas, Deus lhes deu muito mais. O Senhor lhes deu riquezas que cada fiel soube administrar e repartir. Vemos essa verdade personificada numa pessoa chamada Barnabé ou José da consolação. A Igreja começou a ser consolada, pois não havia entre o povo u necessitado sequer.

Infidelidade: a arma do inimigo

A igreja primitiva crescia em todos os níveis, porém Satanás entrou no contra-ataque e pegou numa equipe pessoas conhecidas dos apóstolos para minarem a essência do sagrado, para contaminarem os dízimos e as ofertas que estavam sendo trazidas. O Espírito Santo disse a Pedro: Ananias e Safira mentem a ti (At 5:3). Era tanta oferta que Pedro poderia apenas admoestar o casal. Quando alguém rouba a Deus, quem denuncia? O Espírito Santo. O Espírito Santo não quer um templo sujo e o que mantém o templo limpo é a fidelidade. O nosso templo só ficará limpo pela fidelidade. Você é dizimista? Você é ofertante? Não adianta mentir, pois o Espírito Santo lhe conhece.


Nesse contexto, Ananias personificava a infidelidade. Ao mesmo tempo em que existia José da Consolação que personificava a igreja generosa, benévola, dos milagres, existia Ananias, a personificação da infidelidade. O capítulo 4 de Atos fala das vitórias, e o capítulo 5 fala do contra-ataque. Satanás sempre trabalhará para fazer com que você minta acerca dos dízimos e das ofertas, que não lhe pertencem, mas pertencem ao Senhor. O inimigo vai tentar lhe enganar, porque se ele conseguir fazer com que você não entregue o dízimo, ou entregue apenas uma parte - o que não adianta - ele estará lhe prendendo na infidelidade.


Se você financia um carro em 12 vezes e diz que vai pagar apenas a primeira, a quinta, a décima e a décima segunda prestações, você não pode dizer que quitou o seu carro. Nesse momento, já haverá oficial de justiça atrás de você.
Você pode enganar ao líder de célula, a quem quer que seja, mas no céu, só existem duas definições: ou é fiel, ou é ladrão (Ml. 3:7-8). E, lugar de ladrão é na cadeia. É por isso que muitas pessoas vivem em prisões. Mas, o livro de Naum nos diz que o Senhor será uma fortaleza no dia da angústia, romperá nossas cadeias e não sofreremos a mesma angústia duas vezes (Na 1.7). Mas, para sair da prisão, é preciso pagar a fiança. Nesse caso, pagar a fiança é se reconciliar com a fidelidade, para que a escrita "ladrão" que está nos céus da cabeça do infiel, seja apagada.

Morte: resultado da infidelidade

O resultado do espírito de Ananias é a morte. A Bíblia não diz que Ananias morreu porque não entregou o dízimo e a oferta, mas porque mentiu ao Espírito Santo. Muitos de nós fazemos algumas coisas e, cinicamente, mentimos ao Espírito Santo, porque o nosso coração ainda não é liberto. Precisamos honrar o Espírito Santo. Quando não entregamos o dízimo e a oferta, estamos mentindo ao Espírito e não ao nosso líder.


O infiel morre e o cúmplice também. Mas, quem enche de dúvida o coração do dizimista? SATANÁS. Proponha no seu coração não mentir a Deus, não mentir ao Espírito e não ser cúmplice de ladrões. Só o diabo trabalha para alguém não ser dizimista, porque ele sabe que o dizimista é uma ameaça para o inferno, é prejuízo para o reino das trevas.


O inimigo encheu o coração de Ananias e Safira para fazer nascer uma geração de enganadores. Se, na época, a comunidade absorvesse o exemplo de Ananias e Safira, entraria, em toda a história da Igreja, o espírito de engano maligno para deixar a igreja pobre. Mas, pelo contrário, quando eles mentiram ao Espírito Santo, toda a comunidade viu a conseqüência deste pecado, e entrou o temor de Deus. Isso ficou registrado para que a igreja de Jesus não permitisse que o coração se enchesse do conselho do diabo.

Fidelidade: marca do filho legítimo

A dúvida, o medo e a insegurança são espíritos malignos, conselheiros do inferno na nossa audição para tentar nos tirar do propósito de Deus. Porém, o nosso ouvido está selado para receber a palavra de fé, porque "A FÉ VEM PELO OUVIR, E O OUVIR PELA PALAVRA DE CRISTO" (Rm. 10:7). Os seus ouvidos devem ouvir a Palavra de Cristo, palavras ungidas, palavra de fé, de ânimo, de libertação, de zelo, de benevolência.


Assim como o Espírito Santo ministrou consolação pela fidelidade, satanás queria trazer angústia pela infidelidade. Mas, prevaleceu o Espírito Santo do Senhor. Satanás não tem direito de encher o seu coração de engano. Dê um basta nisso! Sele a fidelidade do Senhor no seu coração.


Peça perdão ao Espírito Santo por ter pecado e por ter seguido o conselho do inimigo. Declare que você é fiel e aja como um filho legítimo. Decida não fazer história com Ananias e Safira, decida ser fiel e não ser cúmplice do pecado. Una seu coração à fidelidade, aos sinais, prodígios e maravilhas, para que a consolação venha para a igreja, juntamente com a benevolência e a generosidade.

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Ap. Renê Terra Nova

Crises são Oportunidades para Crescimento

Crises são Oportunidades para Crescimento

Texto: Tiago 1:2-4

Introdução:

Muitas vezes falamos de nossas crises usando outras palavras: prova ou provação, adversidade, dificuldade, aperto, aperreio, aflição, consternação, tormento, sofrimento, tribulação, padecimento, derrota, fracasso e termos semelhantes. 

I. As nossas crises têm origem em fatores bem conhecidos:

1. Decisões erradas que nós mesmos tomamos e que resultam em crises.

2. Decisões erradas de outras pessoas que acabam nos afetando e gerando crises.

3. Enfermidades.

4. Desastres, calamidades, intempéries.

5. Crises de outras pessoas que nos fazem sofrer por solidariedade.

6. Ataques de satanás

II. Como evitar por antecipação que as crises surjam em nossa vida:

1. Pautar nossas decisões pela Palavra de Deus.

2. Administrar nossas economias com sabedoria.

3. Zelar pela nossa saúde: Alimentação adequada, sono suficiente, trabalho e estudo dentro dos limites da resistência física, busca de assistência médica.

4. Manter nossos relacionamentos com humildade, amor, honestidade, verdade.

5. Viver dentro de uma atitude de otimismo e valorização da vida.

III. Como enfrentar as crises que nos sobrevém apesar das precauções que tomamos

1. Não fuja da crise. Encare-a de frente.
Estude-a sob todos os ângulos. Não se deixe tomar pelo desânimo. Nenhuma crise é maior do que o poder de Deus.

2. Leia mais a sua Bíblia e ore mais. Busque a Deus, espere em Deus.
Confie no que a Bíblia diz em 1 Coríntios 10.13: “Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel; ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas quando forem tentados, ele mesmo lhes providenciará um escape para que o possam suportar”.

3. Louve a Deus pela vitória que ele vai lhe dar.
Paulo diz: “Em tudo dai graças”. Deus usa nossas crises pessoais para nos mostrar que ele nos ama e nos dá a vitória. Deus não nos manda crises. Tiago diz que Deus a ninguém tenta. Mas as nossas tribulações podem ser usadas pela pedagogia de Deus para nos ensinar verdades que de outra maneira não aprenderíamos. Não somos exortados a dar graças por tudo, mas em tudo. Não posso agradecer a Deus pelo meu pecado, mas posso dar graças pelo perdão. Você não pode dar graças a Deus pelos seus erros que resultaram em crises em sua vida, mas pode agradecer porque a tribulação de hoje pode ser usada por Deus para prepará-lo para as grandes conquistas que virão.

4. Pergunte a Deus como essa crise pode ser abençoadora na vida de outras pessoas.
Primeiro, pelo testemunho da sua confiança em Deus no meio da tribulação. Segundo, pelo aprendizado que o capacitará para ajudar outros para que não venham a cair nessa provação e, se caírem, possa contar com sua ajuda para obterem a vitória.

5. Finalmente, olhe para o futuro.
Encare a Glória com esperança porque a Palavra de Deus diz que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada. Deus não nos permite ser provados na terra para desejarmos o céu, mas é confortador saber que um dia estaremos no lugar onde Deus limpará de nossos olhos toda a lágrima.

Conclusão:

Ao atravessar uma crise, você pode perguntar: “Onde está Deus?” Deus está onde sempre esteve. Veja Isaias 57.15

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