2/16/2016

Conclusão Do Sermão Do Monte

Conclusão Do Sermão Do Monte
Texto: Mateus 7:13–27
Introdução: O sermão do monte Começa com grande benção (5:3) e termina com grande ruína. (7:27).
Nós também ouvimos este sermão. O que faremos com ele (7:13, 14).
O que determina o valor do carácter é a conduta.
Não são as vestes. A verdadeira natureza há de se expressar. (7:15-20).
O corrupto não pode produzir o que é bom, nem o bom o corrompido.

I. Quatro Figuras Práticas

1. Duas portas falam de DECISÃO. Denotam um ato definitivo.
Estreita, não podemos entrar com o emaranhado de justificativas.
2. Dois caminhos, falam de DIREÇÃO. O hábito já está formado.
3. Duas árvores falam de CONDUTA. O carácter já está adquirido.
É melhor que as ovelhas pareçam lobos, e não que os lobos pareçam ovelhas.
4. Duas casas falam do DESTINO. Como e onde edificar minha vida?

II. Três Admoestações Solenes

1. Contra falsas religiões. (7:21). “Nem todo que me diz: Senhor…”
Palavras piedosas sem obras não satisfarão ao Senhor.
Aquele que chama a Jesus de Senhor, deve obedece-lo incondicionalmente.
2. Contra religiões de mérito. (7:22). Obras sem fé é ainda pior.
João Batista não fez milagres, mas foi grande. (João 10:41).
3. Contra aparências de fidelidade. Ouvem e rejeitam a mensagem.
O tormentoso dia do juízo porá a prova toda religião.

III. Dois Fundamentos Opostos

Sobre a Rocha, é o prudente, o razoável e previsor.
Sobre a areia, é o insensato e sem sentido.
Aqui há dois edifícios; dois fundamentos; duas provas; dois resultados.
1. Chuva, afeta o teto, “concupiscência da carne”. O carnal.
2. Rios, afeta a fundação, “concupiscência dos olhos”. O mundano.
3. Ventos, afeta os lados, “soberba da vida”. O Diabo.
A sua vida aparentemente pode ser tão formosa como a outra. E a base?

IV. Somente Um Resultado

Todos edificamos, todos podemos escolher o fundamento.
Todo fundamento será provado. Somente um fundamento permanecerá.
Se o fundamento é a ROCHA, suportará a prova, se for areia, grande ruína.
Aqui está o destino fatal daquele que edificou fora da rocha. (7:27).

2/15/2016

Sétimo Dia: O Dia De Descanso

Sétimo Dia: O Dia De Descanso
Texto: Gênesis 2:1–4
Introdução: Na Bíblia os dias são classificados por números ordinais: primeiro, segundo, terceiro, etc.
O dia sétimo que na Bíblia é traduzido para “sábado” significa descanso.
No Antigo Testamento podia ser descanso qualquer dia da semana.
Até três sábados podia haver em uma semana. (Levítico 16:29-31; 23:16, 27-32).

I. Deus Descansou No Dia Sétimo

Não que Deus estava cansado, Deus “não se cansa nem se fatiga”. (Isaías 40:28).
Cada maravilha criada disse: “foi … tarde e … manhã”: (1:5, 8, 13, 19, 23, 31).
Mas o dia de descanso não teve tarde nem manhã; foi dia de esplendor e luz.
Dia em que o Pai, o Filho e o Espirito Santo contemplaram sua obra. (1:1-2; João 1:1-3).
Não houve mais criação, mas houve procriação e renovação.
Observe como suas leis físicas regulares e biológicas se desenvolveram.
Deus disse: (Jó 38:7) “cantavam as estrelas da manhã…”

II. Deus Abençoou O Dia Sétimo

Fez deste dia distinção sobre os demais dias da semana.
A instituição e benção de tal dia são tão antigas como a criação.
Assim temos a origem a divisão semanal do trabalho e descanso.
É uma lei sábia e benéfica que nos proporciona o equilíbrio.
A natureza física e espiritual exige trabalho e descanso.
E se era necessário um dia de descanso naquele estado de inocência, que diremos agora?

III. Deus Santificou O Dia Sétimo

Santificou significa que Deus separou esse dia para consagração especial.
Adão e Eva sabiam que Deus criou tudo em seis dias e no sétimo descansou.
Começaram suas vidas descansando quando Deus acabara de trabalhar.
Seu primeiro dia foi de repouso para valorizar a obra maravilhosa de Deus.
Deus lhes deu esse dia para sua grande benção, dia de louvor.
Seis dias de trabalho e um dia separado para adorar a Deus.
Jesus disse que tal dia era para benção do homem. (Marcos 2:27).

IV. Deus Quer Que Seus Filhos Guardem Esse Dia

Para ter um bom fim de semana devemos começa-la bem.
Para muitos, tal dia é de cansaço, fadiga e de ruina.
Não é a força nem a agilidade que eleva o homem. (Salmo 147:10-11).
A boa parte de Maria estava em sua distribuição da semana.
Trabalhar em tal dia, é amargar o doce, manchar o limpo, apagar a luz.
Como o pecado é desordem, guerra, confusão, tristeza, morte.
Descanso é ordem, paz, harmonia, alegria e vida. (Mateus 11:28-30).

2/14/2016

A Criação Manifesta o Amor do Criador

A Criação Manifesta o Amor do Criador
Texto: Gênesis 1:1–26
Introdução: Está diante de nós uma obra de variedade maravilhosa.
Sempre existiu? Teve um princípio? Se teve; quem é o autor?
Para qual finalidade foi criada? Somente a Bíblia responde estas interrogações.

I. A Criação Teve Um Principio

A Bíblia começa com notas simples, mas sublimes: “No princípio”.
Moisés não argumenta para provar a existência de Deus.
Postula-se lógico e evidente que não há criatura sem um criador.
Não pode haver ordem nem combinação alguma sem uma inteligência.
Se há um pensamento deve haver um pensador. Isto é lógico.

II. A Criação Teve Um Autor

“Criou”. O atributo de criar é exclusivo de Deus.
O homem pode transformar, combinar, mas jamais poderá criar.
Os movimentos ordenados da terra ou da natureza nos falam de um Deus onipotente e onisciente.
A Bíblia não nos diz como vai os céus, mas como ir ao céu.

III. A Criação Manifesta O Amor De Deus

Havia em Deus a necessidade de expressar-se, de amar e ser amado.
Que é o homem? Um pecador, mas Deus revela sua grande bondade.
A criação é a primeira revelação de Deus. (Salmo 19:1; Romanos 1:20).
Desde o princípio já atuava as três pessoas da Trindade.
1. Deus-Pai (v. 1)
2. Deus-Filho (João 1:1)
3. Deus-Espirito Santo (v. 2).

IV. A Criação Nos Conduz A Redenção

A criação forma um contraste com a condição atual do mundo.
Terra, teatro de iniquidades, morada de dor, reino do pecado.
O que aconteceu? O homem se rebelou contra Deus, se fez pecador.
Então? “Deus de tal maneira nos amou, que deu seu Filho …”

Conclusão: Assim como a criação precisou de um Criador para que existisse, assim também todo pecador precisa de um Salvador. (João 3:16-21).
Quão maravilhosa é a criação! Mas, quão assombrosa é a grande redenção efetuada por Jesus Cristo!

2/12/2016

Os fundamentos para uma vida abençoada

Os  fundamentos para uma vida abençoada
Quebra-gelo: Traga uma primeira página de um jornal, destaque algumas manchetes e introduza as seguintes perguntas:
  1. Você tem o costume de ler, diariamente, um jornal ou, semanalmente, uma revista? Costuma assistir telejornais ou entrar em sites para saber as últimas notícias?
  2. Como você reage à grande quantidade de informações que recebe através desses meios de comunicação? Se sente influenciado por elas?
  3. Você percebe o grande poder de persuasão das propagandas? Se sente influenciado por elas? E das novelas e filmes?
  4. Com que frequência você lê a Bíblia ou ouve uma pregação?
  5. Você percebe diferença entre o conteúdo veiculado pela mídia e os princípios bíblicos?
Introdução: Estamos vivendo a era da informação. A explosão dos meios de comunicação é uma das principais marcas da época atual. Conseguimos ter acesso a informações de diversas maneiras: através de jornais impressos diários, de revistas semanais, do rádio, da televisão, da internet, do celular, de outdoors, etc. É impossível que tanta informação, às vezes boas e úteis, outras vezes negativas e inúteis, ocupe não apenas as nossa mentes, mas que penetram o nosso coração, e acabem influenciando decisivamente quem nós somos, o nosso caráter, conduta e como nos sentimos.

Tim LaHaye, conhecido escritor cristão evangélico, escreve o seguinte em um de seus livros: “Creio firmemente que todos nós somos aquilo que lemos”. Ele reconhece o poder de influência que informações extraídas de um livro podem ter sobre o seu leitor. Todos nós somos aquilo que lemos porque o que lemos pode formar a nossa maneira de pensar e ver a vida, o que determina o nosso caráter e a nossa conduta.

O apóstolo Paulo confirma isso ao escrever em Romanos 12.2: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. A transformação de nossas vidas se dá pela renovação de nossas mentes, porque a nossa maneira de pensar gera a vida que vivemos. Se pensamos, por exemplo, que impureza e até adultério seja algo aceitável e até normal, como a mídia apregoa abertamente, estes valores poderão induzir nosso comportamento. Entretanto, se nossa mente foi renovada com o ensino de Jesus contra o adultério (Mateus 5.27-32), seremos capazes de entender e praticar a vontade de Deus e sermos abençoados por isso.

Como temos sido inundados todos os dias com uma grande quantidade de informações precisamos de muito conhecimento da Palavra de Deus. Só experimentaremos a boa, agradável e perfeita vontade de Deus se não nos conformamos com este mundo, ou seja, se não assumirmos o pensamento e a prática comum dos nossos dias. Em outras palavras, só teremos uma vida abençoada e bem-sucedida se praticarmos as palavras de Jesus. Este é o tema que abordaremos na lição de hoje.

Texto-base: Mateus 7:24-27 - Esta passagem das escrituras fala sobre dois homens: um prudente e um insensato. Os dois tinham no coração um sonho comum: construir uma casa.  Os dois conseguiram realizar o seus sonho. O que, então, distinguiu esses homens? Por que um é chamado de prudente e o outro de insensato? Por causa da escolha dos terrenos utilizados para a construção e das  consequências desta escolha.

O prudente construiu sua casa sobre a rocha e, quando a tempestade a assolou, seus alicerces, firmados na rocha, a mantiveram em pé. O insensato, porém, construiu sua casa sobre a areia e, quando veio a tempestade, seus alicerces não conseguiram mantê-la em pé, porque estavam edificados em terreno arenoso. Ela desabou e foi grande a sua queda.

Jesus usa essa ilustração no encerramento do Sermão da Montanha para ensinar sobre duas possibilidades de história de vida: uma bem-sucedida e outra malsucedida. Assim como os dois construtores, todos nós temos o sonho comum de construir uma vida bem-sucedida. O que, entretanto, garantirá um permanente sucesso nessa empreitada? A construção de uma vida alicerçada nas palavras de Jesus Cristo, ou seja, a escolha de viver segundo os princípios de vida expostos na Bíblia Sagrada.

Jesus disse que o que ouve suas palavras e as pratica é comparado ao homem prudente da ilustração. Sua vida será bem-sucedida, resistindo a todas as tribulações, provações e tentações que surgem ao longo da caminhada.

Em Josué 1.8 esta mesma verdade é enfatizada: “Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo o que nele está escrito; então farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido”. Esse versículo afirma que agir segundo a lei de Deus trás prosperidade e sucesso para a vida.

E ainda o Salmo 1.1-3 destaca a vantagem de andarmos conforme a Palavra de Deus: “Como é feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios, não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores! Ao contrário, sua satisfação está na lei do Senhor, e nessa lei medita dia e noite. É como árvore plantada à beira de águas correntes: Dá fruto no tempo certo e suas folhas não murcham. Tudo o que ele faz prospera!”

Perguntas:
  1. Qual é a ideia central desse texto?
  2. Como podemos ser bem-sucedidos?
É isso mesmo o que o texto bíblico esta ensinando: aquele que medita na Palavra de Deus e a pratica dará frutos e em tudo prosperará. Que grandiosa promessa!

Esse texto, porém, amplia isso. Ele também diz que o homem que não anda segundo os conselhos deste mundo será bem-aventurado. Por dedução, aquele que o fizer, será malsucedido em sua vida. Esse é o insensato, segundo Jesus, no texto de Mateus 7.24-27: o que ouve as palavras de Jesus e não as pratica, construindo sua vida alicerçada em suas próprias idéias e na maneira de pensar do mundo.

A vida desse não prevalecerá frente às tribulações, provações e tentações que surgirem. Poderá até haver um aparente sucesso (na ilustração, a casa do insensato foi construída e permaneceu em pé por um tempo), mas as tempestades logo mostrarão que ele é falso e frágil.

Em Provérbios 3.5-8, há uma sábia palavra para aqueles que querem ter uma vida bem-sucedida.

Perguntas:
  1. Qual é o segredo do sucesso segundo esse texto?
  2. O que significa se estribar em seu próprio entendimento?
O segredo sucesso é não confiar em si mesmo, em ideias próprias, mas confiar no Senhor.Antes de concluirmos, é importante ressaltar uma coisa: para podermos praticar a Palavra é necessário conhecê-la primeiro. Como dizem os já citados textos de Josué 1.8 e Salmo 1.2, respectivamente: “Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite (...)” e “Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite”. A leitura devocional, o estudo e a memorização de versículos da Bíblia, além do ouvir pregações e ler bons livros, são fundamentais para que tomemos conhecimento de seus princípios e, consequentemente, os possamos praticá-los.

Conclusão: Nossa mente é bombardeada por um turbilhão de informações a todo o momento.  No meio desse turbilhão estão os princípios da Palavra de Deus. O que encontrará lugar e prioridade em nossos corações de modo a formar nossos valores, caráter e conduta? As atitudes que tivermos hoje nos dirão como será nossa vida no futuro.

Precisamos escolher em que basearemos a nossa vida: em nossas próprias ideias influenciadas pelas filosofias e conceitos do mundo ou na Palavras de Deus? Se quisermos ter uma vida bem-sucedida, teremos que acolher no coração os princípios de Deus, de modo que eles moldem nossas vidas.

Somente assim construiremos vidas que permanecerão em constante sucesso. Portanto, é fundamental:
  • Conhecermos a Palavra de Deus através de dedicada leitura, estudo, de ouvir boas pregações e da participação na  Célula;
  • Colocarmos  a  Palavra  em  prática,  deixando  que  ela  molde  nossas  atitudes  e  decisões,  e  nos comprometendo a uma obediência explícita.
Desafios
  1. A qual homem da ilustração você quer ser comparado: ao prudente ou ao insensato?
  2. Como pretende tomar conhecimento dos princípios registrados na Bíblia?
  3. O que pretende fazer para deixar de ser um ouvinte negligente da Palavra e se tornar um operoso praticante (cf. Tiago 1.25)?