12/30/2014

Uma Esperança de Futuro

Uma Esperança de FuturoQuebra-gelo: O que te daria segurança de um futuro melhor?

Textos: Jeremias 29:11-13 e Mateus 6:19-20

Introdução: Muitas pessoas acham que o que pode lhes garantir um futuro melhor é uma grande conta bancária, uma boa poupança, certo número de bens materiais e uma boa estrutura financeira. A história prova que essa idéia é errada. Muitos que depositaram nisso suas esperanças não tiveram um futuro, pois perderam o que tinham.

Enquanto nossa esperança de um futuro melhor estiver em coisas que podem mudar, podem se desgastar ou podem ser perdidas, nosso futuro corre risco, nunca estaremos seguros.

A Bíblia mostra o que pode nos dar segurança. Se quisermos ter uma esperança de futuro:

1) Precisamos depositar nossa confiança em Deus.

Deus nunca muda. Precisamos conhecer a Deus e aprender a confiar Nele.

Muitos não conseguem confiar em Deus porque não o conhecem. Precisamos procurar conhecer a Deus cada vez melhor para ter um futuro tranquilo.

2) Precisamos aceitar os planos de Deus para nós.

Não adianta conhecer a Deus e confiar Nele se não aceitamos os planos de Deus para nossa vida. Precisamos aceitar os planos de Deus para ter uma esperança de futuro.

3) Precisamos fazer de Deus o nosso maior tesouro.

A coisa mais preciosa que podemos ter na vida é um relacionamento de verdade com Deus. Devemos dedicar nossa vida a conseguir isso. Nosso relacionamento com Deus, o conhecimento de Seus planos e a aceitação de Sua direção para as nossas vidas são a nossa segurança de um futuro melhor.

 

Conclusão: Você quer entregar sua vida a Deus? Quer fazer Dele o seu maior tesouro? Quer depositar Nele a sua confiança e esperança de um futuro melhor? Levante a mão, vamos orar.

Por que Poucos São Íntimos de Deus?

mulher-orandoQuebra-gelo: Tem alguém que você gostaria de conhecer melhor? De ser amigo?

Texto: Deuteronômio 34:10

Introdução: A vontade é um fator importante para que um relacionamento possa se aprofundar, mas não é o único fator, afinidade e oportunidade também são fatores essenciais para que amizades possam ser firmadas. Por mais que gostemos de uma pessoa, dificilmente nos tornaremos amigos dessa pessoa se não tivermos interesses comuns (afim), como diz a Bíblia não há como andarem dois juntos se não houver entre eles acordo (Amós 3:3). Oportunidade também é essencial, por mais que gostemos de alguém, se não conseguirmos passar tempo junto com essa pessoa, não nos tornaremos amigos.

 

Como temos visto, Deus deseja ser nosso amigo, então porque poucos são íntimos do Senhor? A Bíblia fala no texto de Deuteronômio que nunca mais se levantou em Israel um profeta como Moisés, com quem Deus tratasse face a face; também vemos que entre milhares de pessoas que Deus desejava chamar de Seu povo, uns poucos foram chamados de amigos ou usufruíram da intimidade de Deus, por quê?

1) Falta de temor (Deuteronômio 5:29).

Temer a Deus é estimá-lo, honrá-lo, ter a maior consideração para com Ele, demonstrar respeito e valorização para com Deus e sua vontade.

Não gostamos de estar com pessoas que não nos respeitam.Você, de alguma maneira tem desrespeitado a Deus? Se sim, mude sua atitude.

2) Interesses diferentes (Tiago 4:4 e I João 2:15).

Em II Timóteo 4:10 Paulo fala que um companheiro dele o abandonou porque amou o presente século, desejou mais a outras coisas do que aquilo que fazia junto com Paulo para Deus. O mesmo acontece com muitos em relação a Deus, amam mais as coisas que podem adquirir e usufruir no mundo do que a vontade, a presença e a amizade de Deus em suas vidas. Prezam mais seu conforto e tranquilidade do que uma vida para honrar e glorificar a Deus. A Bíblia ensina que não é possível ser amigos dos dois, temos que escolher se queremos ser amigos do mundo ou de Deus.

3) Falta de tempo (Marcos 3:14).

O primeiro convite de Jesus é para estarmos com Ele. Se não fizermos isso nunca seremos amigos Dele.

 

Conclusão: Você gostaria de ser amigo de Deus? O que você está disposto(a) a fazer para isso? Está disposto(a) a entregar sua vida a Ele e deixá-lo mudar sua vida? Está disposto(a) a isso? Levante a mão, vamos orar.

12/23/2014

Esperança permanente

Esperança permanenteIntrodução: Vimos na semana passada que Natal é uma expressão do amor de Deus, que nos deu o maior de todos os presentes, nos deu a vida de seu próprio filho. A mensagem do natal é clara: Jesus é o Salvador, o Messias e o Senhor. E o apóstolo Paulo amplia este conceito ao escrever em Romanos 8.32 que “Aquele que não poupou a seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos DARÁ juntamente com ele, e de graça, todas as coisas?”. O amor de Deus é tão poderoso que ainda nos oferece todas as coisas como presentes da graça de Deus. No Natal, Deus nos deu uma clara mensagem de salvação. Mas nos deu também um presente fundamental para vivermos com alegria e saúde emocional e espiritual: Jesus veio para nos dar esperança permanente.

 

Leitura Bíblica: Romanos 15.13
Que o Deus da esperança os encha de toda alegria e paz, por sua confiança nele, para que vocês transbordem de esperança, pelo poder do Espírito Santo.


Pergunta: Deus é chamado de “O Deus da esperança”. O que isso deve significar para nós?


Com um nome destes, podemos ter certeza que conhecer e andar com Deus significará uma vida cheia de esperança, mesmo em momentos mais difíceis.


Observe a frase: “para que vocês transbordem de esperança, pelo poder do Espírito Santo”. Paulo está falando aos romanos sobre o projeto eterno de Deus de nos salvar através de Jesus, uma salvação que é para todos, judeus e não judeus como nós. Ele afirma que a salvação produz tanta alegria e paz que, cheios de confiança em Jesus, nós vamos transbordar de esperança.


Pergunta: Você está transbordando de esperança neste exato momento? Você tem vivido cheio de esperança desde que recebeu Jesus?


Se formos honestos, vamos constatar que nem sempre é assim que nos sentimos, não é? Porque as circunstâncias da vida nos afetam muito e ainda não aprendemos a manter nossa esperança e alegria mesmo com circunstâncias adversas.


Por exemplo, alguns terminaram a faculdade este ano, ou no ano passado, e ainda não conseguiram um emprego, e nem tem tanta esperança de conseguir um em curto prazo, porque o mercado não esta nada fácil para os recém formados, não é? E é difícil para alguns terem que continuar vivendo na casa dos pais e depender deles. Quanto mais demora, menos esperança. Como transbordar de esperança numa situação destas?


Alguns se casaram com a esperança de uma eterna lua de mel, mas agora a alegria se foi e estão vivendo uma grande crise que parece que não vai terminar nada bem. Outros estão bem como casal, mas esperavam engravidar com facilidade, mas já estão há anos tentando ter um bebê e nada; já estão perdendo a esperança.


Talvez o natal seja tenso para alguns porque significa ter que lidar com alguns parentes com os quais ainda tem questões nunca resolvidas, ou porque vão ter que encarar o ex-cônjuge com quem brigam pela guarda dos filhos. Ou ainda porque vão passar o Natal sozinhos, e dói tanto ver famílias reunidas, enquanto sua vida é tão solitária.

 

Leia também: O Verdadeiro Significado do Natal


Pergunta: alguém gostaria de compartilhar uma dificuldade ou demora que está “detonando”a sua esperança?

 

A verdade é que lidamos com muitas desilusões e desapontamentos na vida real. Por isso mesmo precisamos entender que o Natal significa, além de uma mensagem de salvação, uma promessa de esperança permanente. Deus quer e pode, através do Espírito Santo, nos fazer transbordar de esperança.


Vamos ler com muita atenção 1 João 3.1-3: Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu: sermos chamados filhos de Deus, o que de fato somos! Por isso o mundo não nos conhece, porque não o conheceu. Amados, agora somos filhos de Deus,
e ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é. Todo aquele que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro.


O apóstolo João faz algumas tremendas afirmações que precisamos compreender:

1. Hoje já somos filhos de Deus.

Ele diz: “Amados, agora somos filhos de Deus”. A principal afirmação do texto é que, quando recebemos a Cristo como Senhor, Salvador e Messias, somos feitos filhos de Deus (João 1.12). Filho de Deus é nossa nova identidade! E se somos filhos de Deus somos também herdeiros de todas as coisas que ele possui. Tudo que Deus tem é nosso. Não entendemos a grandeza do que é sermos filhos de Deus. Não conseguimos nem imaginar o que isto significa. É grande e maravilhoso demais, nem conseguimos alcançar. Somos filhos de Deus e ainda que passamos por circunstâncias temporais difíceis, esse não é o final da história.


Somos filhos de Deus e não podemos trocar esta posição grandiosa por qualquer coisinha que o mundo ou o pecado nos oferecer. Veja o exemplo louco de Esaú, que trocou sua herança de primogênito por um prato de lentilhas (Gênesis 25.29-34). Um péssimo negócio.

2. Já somos filhos de Deus, mas ainda não se manifestou o que havemos de ser.

Muitas vezes estamos decepcionados com nossa vida, como nosso nível de transformação, de vitória e até de pureza. Parece que nada está mudando e pensamos em desistir. Por isso mesmo o apóstolo João está dizendo que ainda não somos na vida real o que havemos de ser. Todos somos pecadores, infelizmente fazemos coisas erradas mesmo, mas não é isso que fomos feitos para ser. O pecado foi algo que invadiu nossa vida, como um vírus, e Jesus veio exatamente para nos livrar disso. Não fomos feitos para o pecado, mas fomos feitos para sermos filhos de Deus, amigos de Deus, coparticipantes da natureza de Deus, cooperadores de Deus, para fazermos a sua vontade e sermos semelhantes a ele.


Ter esperança significa saber encarar esta questão do tempo. O que somos hoje já não seremos amanhã. Estamos sendo transformados gradativamente até sermos semelhantes a Jesus: “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito. Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Romanos 8.28-29). Esta é a promessa de Deus e podemos confiar nela. Paulo afirma ainda em Filipenses 1.6: “Estou convencido de que aquele que começou boa obra em vocês, vai completá-la até o dia de Cristo Jesus”.


Os humanistas dizem que a vida é só o que vemos aqui na terra. Mas Deus diz que nos fez à sua imagem e semelhança, e que através de um relacionamento pessoal com Jesus, Deus restaura a glória de Deus em nós. Deus nos coroa de glória e honra (Salmo 8.4-5).


Não devemos nos julgar por como estamos hoje, porque o texto diz que ainda não somos o que seremos. Estamos sendo transformados por Deus.

3. Devemos depositar nossa esperança somente em Jesus.

Todos depositam sua esperança em alguma coisa. Muitos põem sua esperança no mundo e nas coisas do mundo: põem sua esperança nas pessoas, na família, no trabalho e na profissão de sucesso, põem sua esperança no prazer que coisas podem dar, nos bens materiais. Depositam sua esperança nas coisas. Todas as vezes que colocamos a nossa esperança de felicidade em coisas ou pessoas, estamos fazendo delas um ídolo em nossa vida, a nossa fonte de prazer e alegria.

 

Ninguém pode por sua esperança em dois senhores. Não pode servir a Deus e ao mundo, as riquezas. Nenhuma pessoa pode fazer outra pessoa feliz. Vira um peso e vai ser frustrante demais.


Onde esta sua esperança? Hoje já somos filhos de Deus, mas ainda não se manifestou o que isso significa para nós. Ponha nisso a sua esperança. A recompensa será incomparável.


Precisamos vigiar a nossa esperança. Não podemos trocar nossa esperança. E não pode ser uma esperança dividida, do tipo (Jesus + bens materiais) me farão feliz. Ou ainda (Jesus + uma linda família) é toda a minha esperança. Só uma coisa determina a qualidade de nossa vida: é a presença de Deus em nós e a sua benção que a acompanha. Nunca serão as circunstâncias que nos farão felizes.

 

Conclusão: No Natal, os anjos vieram aos pastores e disseram que o menino que havia nascido, Salvador do mundo, seria chamado de Emanuel, que quer dizer “Deus Conosco”. Mais do que um anúncio angelical, seu nome é uma promessa de Deus. Jesus estará sempre conosco, com todos nós. Ele prometeu que estará sempre conosco, com emprego ou sem emprego, com muito amor do cônjuge ou sem amor, com filhos ou sem. Sua presença garantida é certeza de qualidade de nossa vida. Não deixe outros elementos invadirem o seu coração e contamina-lo com dúvida e desânimo. Diga a Deus: só em ti vou ter a minha esperança. Coloque sua esperança na pura, maravilhosa, gloriosa pessoa de Jesus.


Abrace a sua esperança: você é filho de Deus e em breve se manifestará a sua esperança. Vigie para que haja uma só esperança em seu coração.

12/22/2014

Alegria Incrível – Natal

Alegria Incrível–NatalIntrodução: Com tudo o que acontece na época do Natal, tanta agitação, festas e compras, é fácil ficarmos meio confusos e
acabarmos nos esquecendo do propósito do Natal. O propósito de Natal se resume no mais famoso de todos os versos bíblicos: Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3:16)


Em certo sentido, podemos dizer que a tradição de dar presentes de Natal começou com Deus mesmo. Ele nos deu o primeiro presente, o mais valioso, o incomparável, o grande presente: Ele nos deu seu único Filho.

 

Paulo afirma em Romanos 5.8: Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores.  Ou seja:
• O Natal mostra que Deus nos ama incondicionalmente;
• Nós não fizemos nada para merecer, ganhar ou conquistar esse presente, pelo contrário, éramos pecadores. Os homens nem sequer pediam ou perguntavam por este presente. Deus tomou a iniciativa própria e amorosa de , “enquanto pecadores”, nos dar Jesus. É isso o que chamamos de graça, este favor, esta bondade imerecida de Deus.
Mas precisamos continuar e seguir a lógica da Bíblia. Em Romanos 8.32 está escrito: Aquele que não poupou a seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas.


O fato é que tudo o que temos é um dom da graça de Deus! E precisamos entender como Deus é, o seu caráter amoroso e cheio de graça. Jesus, que conhece seu Pai perfeitamente, disse o seguinte: Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai de vocês, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem! (Mateus 7.11)


O Natal fala sobre o nosso privilégio de receber presentes de Deus pra nós. E precisamos entender que Deus nos dá presentes dentro de um presente. Ele nos deu Jesus, e juntamente com Ele nos concede muitos outros presentes.


Pergunta: Você já teve alguma vez a surpresa de receber um presente escondido ou incluído dentro de outro presente?


Pois é, todos os presentes de Deus para nós são embrulhados em Jesus. E hoje vamos abordar apenas três dos muitos presentes de Natal acondicionados dentro de Jesus. Podemos afirmar que quando nós decidimos confiar a nossa vida a Jesus e recebê-lo como Senhor e Salvador, junto com Ele nós recebemos:

1. Uma Nova Identidade

A verdade é que, ao longo da vida, nossa verdadeira identidade foi sendo roubada pelo pecado, por pressões de família, colegas, pela influência danosa da cultura, etc. Acabamos recebendo uma identidade não do que nós somos como pessoa, mas sim do que nós fazemos, do que possuímos, da nossa aparência, às vezes até da nossa cor de pele, nacionalidade, de um talento ou habilidade esportiva que temos ou não temos, etc.


A boa notícia é que Deus quer dar-nos uma nova e verdadeira identidade. Veja 2 Coríntios 5.17 com atenção: Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!

 

Ser uma nova criatura não significa que imediatamente nunca mais vamos pecar ou cometer falhas, mas que recebemos Dele uma nova identidade. Quando nos convertemos nós nascemos de novo e nos tornamos filhos de Deus (João 1.12).


Pergunta: quando nos convertemos e Deus nos dá uma nova identidade, há uma cerimônia muito especial para marcar este momento. Você sabe como ela se chama?


É isso mesmo, o batismo é a cerimônia que marca o fato espiritual de que eu nasci de novo e recebi uma nova identidade de meu pai celeste. Na Central, a nossa igreja tão linda, milhares já foram batizados Você já foi batizado? Se ainda não, por que não? Todos os que já nascemos de novo TEMOS que ser batizados, nossa vida antiga deve ser enterrada e recebermos nossa nova identidade.


Todos nós precisamos receber e conhecer muito bem a nossa nova identidade de Deus! Através dele agora somos “preciosos”, “aceitos”, “perdoados”, “filhos de Deus e herdeiros dele”, “mais que vencedores”, “uteis”, etc.


Então, a primeira coisa que nós precisamos é conhecer a verdade sobre nossa nova identidade. Mas precisamos de mais do que isso. Porque todos nós temos áreas que sabemos que precisamos de mudar, mas não conseguimos. Tentamos, tentamos, até nos esforçamos, mas simplesmente não podemos mudar. Falta força pra isso. Deus sabe disso! Por isso, ele inclui um segundo presente. Quando eu aceito Jesus, o presente de Deus, recebo também.

2. Uma Nova Capacidade

Deus me enche de um novo poder, uma força, uma capacidade. Agora, nós não dependemos apenas da força de vontade humana. Há um novo poder dentro de nós e é o Espírito Santo de Deus!
E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu (Romanos 5:5).


Nosso problema é que até podemos ter o desejo de fazer a coisa certa, mas não temos naturalmente o poder para fazer. Jesus nos deu seu Espírito Santo como fonte de poder para nos ajudar e levar a uma vida de vitória. Todos os crentes recebem o Espírito Santo ao nascerem de novo. Paulo ainda explicou isto em Filipenses 2.13 onde afirma: “pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele”.


Em 2 Timóteo 1.7 também acrescenta: Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio. O Espírito Santo que nos é dado traz para a nossa vida os três ingredientes que precisamos para ter nossa vida transformada: poder (ou força), amor e equilíbrio ( ou autocontrole).


Quando nós aceitamos Jesus, o presente de Deus, recebemos uma nova identidade, uma nova capacidade e também.

3. Uma Nova Comunidade

Nós não fomos feitos para passar por esta vida sozinhos e sem apoio ou suporte. Por isso mesmo Deus nos criou dentro de uma família natural, com pai, mãe e irmãos. Da mesma forma, quando nascemos de novo, Deus nos dá uma nova família espiritual para nos amar, ajudar e apoiar. Esta família é a igreja.


Porque Deus nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença. Em amor nos predestinou para sermos adotados como filhos por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da sua vontade. (Efésios 1:4-5).


Cristianismo não é só acreditar, é pertencer. Pertencer a Cristo e pertencer à sua família da fé. A igreja é uma família, não é uma organização, muito menos um clube ou um empreendimento. Ela vai durar eternamente. Por isso, Paulo diz em 1 Timóteo 3.15 que a família de Deus é a igreja do Deus vivo, o apoio e fundamento da verdade. Deus criou a igreja para ser uma família que cuida e apoia a gente.


A maioria das pessoas não percebe a necessidade de ter a família da igreja, mas sem esta família nós somos alguém sem nenhum apoio e sem fundamento. Desprotegidos e sem orientação. O fato é que precisamos uns dos outros e estamos melhores juntos!
Veja 1 Coríntios 12.7:  “Um dom espiritual diferente é dada a cada um de nós na família de Deus, para que possamos ajudar uns aos outros para o bem comum.”

 

Há 53 anos a IBC vem trabalhando em conjunto para edificar muitas vidas sobre o amor de Deus.


Pergunta: Você AMA sua igreja? EU AMO. A igreja é pra quem? PARA TODOS! Somos uma congregação de gente de todo tipo, por isso se parece com um pedaço do céu.


Este tipo de suporte e apoio espiritual e pessoal que todos necessitamos, vem melhor em pequenas embalagens, por isso estamos organizados em mais de 1200 pequenos grupos nas casas. Mas jamais podemos parar de nos reunir aos domingos para nos unirmos em adoração, para celebrarmos o que Ele tem feito e servirmos uns aos outros e à nossa comunidade.

 

Conclusão: Quando recebemos Jesus, recebemos também uma nova identidade, uma nova capacidade e uma nova comunidade. Como Paulo escreveu em Efésios 3. 18-19 (ler juntos), oramos para que todos aqui sejam capazes de sentir e compreender quão grande é o amor de Deus por nós e experimentarmos este amor plenamente.

 

Desafio: Vamos todos da célula participar do Musical de Natal EMANUEL, nos dias 20, 21 e 22 de Dezembro. Vai ser novamente maravilhoso. Marquem de irem juntos e insistam com os que nunca foram no prédio principal onde nos reunimos.

12/21/2014

A importância da perseverança

A importância da perseverançaTexto: Filipenses 3: 12- 17 ” v. 12-

“….mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui alcançado por Cristo Jesus.”

Introdução: A perseverança é uma das mais belas e maravilhosas virtudes encontradas na vida cristã, acredito que a perseverança é uma das características que compõe a base, a estrutura, o alicerce para garantirmos o sucesso, alcançando todas as vitórias almejadas na vida cristã. E, também acredito que o motivo de muitas derrotas, na vida de muitos cristãos é devido à abstinência desta admirável virtude que é a PERSEVERANÇA.

Qual a definição de perseverança?

Conservar-se firme e constante; persistir, prosseguir, continuar, Continuar a ser ou ficar; manter-se, permanecer, conservar-se, persistir, Conservar a sua força ou ação; continuar, perdurar, subsistir, persistir, Ter ou mostrar perseverança, firmeza; permanecer sem mudar ou sem variar de intento.

I. Porque Perseverar?

Jesus nos mostrou a importância de perseverar, para alcançar a salvação.”Mas aquele que perseverar até o fim será salvo”, Mt 24: 13. Sem a perseverança você não pode alcançar a salvação, afinal ela é um ato feito pelo Amor de Deus, por meio de Jesus Cristo

A Bíblia nos mostra muitos homens e mulheres que perseveraram e obtiveram a conquista da sua vitória, a realização dos seus sonhos.

Exemplos bíblicos de perseverança:

Noé que perseverou, mesmo sendo criticado, humilhado, desprezado; contudo lutou na construção da arca e salvou-se juntamente com sua descendência.

Josué, perseverou em seguir ao Senhor, Josué 24:15. O nome Josué no hebraico quer dizer: Jeová é Salvação e no grego significa Jesus. Josué era filho de Num, da Tribo de Efraim, era um servo fiel e companheiro de Moisés. Ele foi designado por Deus como sucessor de Moisés, e através da perseverança ele estimulou o povo a destruir Jericó e também sorteou Canaã as tribos.

Rute, foi uma mulher que perseverou diante de Boaz, mantendo-se intacta em sua reputação até ser redimida e tomada por esposa, Rute 4: 13. E por galardão de sua nobre perseverança, o seu nome foi inserido na genealogia de Cristo Jesus, Mt 1:5 .

“No Novo Testamento, Jesus o mestre da perseverança, nos ensina que devemos dar frutos com perseverança, Lc 8: 15 Jesus diz: ¨Mas a que caiu em boa terra são os que, ouvindo a Palavra com coração reto e bom, a retêm e dão fruto com perseverança.”

O apóstolo Paulo constantemente levava uma só mensagem em seu coração : “os exortavam a que permanecessem na Graça de Deus”, Atos 13: 43.

Porém, entre todos os homens da Bíblia que vemos como exemplo de perseverança. Tomamos o exemplo de Cristo que logo no começo de seu ministério foi tentado por satanás, a não prosseguir; mas venceu este obstáculo, Mt 4: 10,11.

E após ter vencido esta difícil provação, que era de seus conflitos pessoais, os demais ele conseguiu superar, sendo vencedor nas provações seguintes. Sejamos, portanto, perseverantes em todo o trabalho que fizermos para Deus, em toda a nossa vida, II Cr 15: 7: “Vós, porém, esforçai-vos, e não desfaleçam as vossas mãos; porque a vossa obra terá uma recompensa.”

II. Não Deixes de Perseverar

Tivemos alguns homens que desistiram de perseverar deixando-se levar pelo pecado e a perda da comunhão de Deus.”

  • Judas, Mateus 27:4,5″
  • Ananias e Safira, Atos 5:1-9″
  • Himeneu e Alexandre, I Timóteo 1:19,20.

Não podemos deixar de perseverar, porque a perseverança: ” Nos conduz a salvação, Mt 24: 13″ Nos torna santos, Cl 1: 22″ Nos torna seguros, I Coríntios 15: 58

III. As Maravilhas da Perseverança

A perseverança trabalha na natureza, no temperamento, no comportamento do cristão, tornando-o resistente para vencer os obstáculos, II Pedro 1:4.

Logo, o cristão passa ter a mente de Cristo, I Coríntios 2: 16 .A perseverança ajuda o cristão a vencer as provações e tribulações da vida espiritual, Rm 12:12 .A perseverança é sinal de vitória, II Tm 4:7. A perseverança produz vitória !!! O cristão perseverante não pode se separar de Cristo, Gálatas 5: 4 .

IV. A Necessidade da Perseverança

Devemos perseverar porque a Bíblia nos diz em Mateus 24:13 – “Mas aquele que perseverar até o fim, será salvo”.

A Palavra de Deus também nos adverte em relação a apostasia, que significa: desviar-se da fé, desistir … , não podemos parar, não podemos desistir, e sim, devemos seguir olhando para o alvo que é Cristo Jesus, I Timóteo 4:1-3; Mateus 24:4-5. E satanás anda enganando, seduzindo o mundo, portanto não se deixe levar pelas banalidades desta vida, pelas camuflagens do inimigo, pois este mundo está rodeado de falsas aparências, seja um vencedor e tenha discernimento do Espírito de Deus para identificar as ciladas do inimigo, Apocalipse 12:9; I João 2:16,17.

 

Conclusão: A arte da perseverança está na renúncia, na busca constante da consagração e comunhão com o Senhor nosso Deus. É preciso abrir mão de muitos desejos pessoais, é preciso sacrificar as suas intenções naturais, para seguir no perfeito caminho da vontade de nosso Senhor Jesus Cristo.

 

Pr. Josias Moura de Menezes

Tentação e Provação

Tentação e ProvaçãoTexto: Tiago 1:12-18

Infelizmente muitos cristãos não sabem discernir quando estão passando por provações e quando estão sofrendo tentações.

O apóstolo começa assim: “Feliz é o homem que persevera na pro­vação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida, que Deus prometeu aos que o amam.” (v. 12). Esta palavra corresponde ao termo hebraico ashrê, e indica felici­dade, alegria. Para Tiago, a provação é uma bênção que o cristão não pode renegar. A palavra grega para provação é pcirasmos, que pode ser traduzida também como tentação.

Mas há uma diferença entre provação e tentação.

A provação é uma ação divina, em que Deus permite que passemos por momentos difíceis e que visa o nosso melhoramento. Esta ação divina pode ser vista com clareza nas Escrituras. Por exemplo, a Bíblia diz que Deus colocou Abraão à prova pedindo seu filho em sacrifício (Gênesis 22:1). Jó questiona porque o homem é posto à prova, se para Deus este não é nada (Jó 7:17,18). Paulo ressalta o amor das igrejas da Macedônia, apesar de estarem passando grandes provas e tribulações (II Coríntios 8:2). E o escri­tor aos Hebreus ressalta a fé de Abraão e de outros que sofreram provas e foram aprovados por Deus (Hebreus 11:17,36).

 

A Bíblia nos mostra a tentação como uma prova, um teste no sentido irrestrito, em que a pessoa e avaliada e suas qualidades são postas à prova. Mesmo sabendo que esta é uma ação de Satanás tentando desestabilizar os homens, sabemos que ele só age mediante permissão divina. Ou seja. Deus pode permitir que sejamos tentados, tendo cm vista uma ação que nos bene­ficiará.

Então Deus seria também um tentador?

A resposta é não! Tiago nos diz: “Quando alguém for tentado, não diga: ‘Esta tentação vem de Deus*. Pois Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo não tenta a nin­guém.” (Tg. 1:13). Devemos entender que Satanás não age sem permissão de Deus. Quem é o Senhor de todas as coisas no Universo é Deus e mais ninguém. Basta ler o início da história de Jó e você verá que Satanás não agiu independentemente.

 

O que faz os homens serem tentados é o desejo pecaminoso e isto não provém de Deus: “Mas as pessoas são tentadas quando são atraídas e enganadas pelos seus próprios maus desejos. Então esses desejos fazem com que o pecado nasça, e o pecado, quando já está madu­ro, produz a morte.” (Tg. 1:14,15). O importante é você saber que pode vencer a tentação. A tentação em si não se constitui pecado. Cristo foi tentado assim como nós mas não pecou (Mt. 4:1; Hb. 4:15). A tentação só se toma pecado quando a sugestão de fazer errado é aceita.

 

A Bíblia nos encoraja a vencer as tentações porque a força para isto vem de Deus: “As tentações que vocês têm de enfrentar são as mesmas que outros enfrentam; mas Deus cumpre a sua promessa e não deixará que vocês sofram tentações que vocês não têm forças para suportar. Quando uma ten­tação vier. Deus dará forças a vocês para suportá-la, e assim vocês poderão sair dela. (I Co. 10:13; II Pe. 2:9; Ap. 3:10). Cristo pode nos ajudar porque Ele sabe o que é ser tentado (Hb. 2:18).

 

Há com certeza uma diferença substancial entre a tentação e a prova­ção. Quando somos tentados o apelo é para que nos deixemos levar pelas obras da came e ceder aos nossos desejos pecaminosos. Quando estamos sendo provados o nosso caráter está sendo testado a fazer o mesmo que Jesus fez. Na provação temos a chance de andar nos mesmos passos de Jesus. Diferente da tentação, a provação se toma um desafio, um alvo a ser alcan­çado.

 

Pedro escrevendo as igrejas que estavam sendo perseguidas, diz: “Nisso vocês exultam, ainda que agora, por um pouco de tempo, devam ser en­tristecidos por todo tipo de provação. Assim acontece para que fique com­provado que a fé que vocês têm, muito mais valiosa do que o ouro que perece, mesmo que refinado no fogo, é genuína e resultará em louvor, gló­ria e honra, quando Jesus Cristo for revelado.” (I Pedro 1:6,7).

 

Por isso Tiago termina destacando a pessoa de Deus e Seu caráter.

 

O clamor do apóstolo é que ninguém se deixe enganar (v. 16). Nos versos 17 c 18 ele ressalta as qualidades divinas: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes. Por sua decisão ele nos gerou pela palavra da verdade, a fim de sermos como que os primeiros frutos de tudo o que ele criou.”.

Vejamos as maravilhosas qualidades de Deus:

Ele é Imutável: “…descendo do Pai das luzes, que nâo muda como sombras inconstantes.”. A expressão “Pai das luzes” é única em toda a Escritura. É certo que “luzes” se refere aos corpos celestes, incluindo o sol. a lua e as estrelas (SI. 136:7-9; Jr. 31:35). A Bíblia atesta que o firmamento dos céus é obra criadora de Deus (J6 38:4-15,19-21,31-33; Is. 40:22,26). Ele como Pai mostra-se bondoso desde sua criação e sua bondade não muda. Logo depois Tiago aponta para três palavras: varia­ção. que no grego é parallagê é um termo astronômico, em que os corpos celestes estão em movimento e mudanças nas relações espaciais. Deus não é como os planetas que se movem. Ele é permanente, sendo a fonte do bem nunca do mal; mudança, que no grego é tropês, e também é um termo astronômico, sendo uma palavra empre­gada para indicar o movimento dos corpos celestes. Este termo está ligado a terceira palavra, sombra, que no grego é aposkiasma, indicando mudanças na posição do sol e que modificam as sombras pro­jetadas por sua luz. Tiago tenta relacionar a criação e sua mutabilidade. com a imutabilidade e constância de Deus. Podemos confiar no Senhor porque a Sua ação é a mesma. Ele não é inconstante como a natureza e os seres humanos.

 

Ele é Senhor: “Por sua decisão ele nos gerou pela palavra da verdade, afim de sermos como que os primeiros frutos de tudo o que ele criou.”. E como Senhor Ele decidiu agir espontaneamente. É isso que a palavra grega boulêtheis quer dizer. A vontade de Deus dá vida, e isso não pode vir nunca dos homens. Por isso Ele não pode ser o agente da tentação, pois tudo aquilo que procede de Deus é bom. Nesta decisão Ele nos “gerou”, ou seja, a ênfase aqui é o novo nascimento.

 

A partir da “palavra da verdade”, que é Cristo (Jo. 1:1; 14:6), nascemos de novo e passamos a fazer parte da família de Deus (Hb. 2:10,11). Em Cristo nasce uma nova geração, que não é gerada pela carne nem o sangue, mas pelo Espírito (Jo. 3:3-8). E tudo isso aconteceu para que fôssemos os “primei­ros frutos”. Um filho primogênito tinha privilégios superiores, tais como, lugar de precedência na família, exercia autoridade sobre os irmãos mais novos, recebia uma bênção especial de seu pai, bem como a autoridade paterna e uma dupla porção na herança. Cristo é o primogênito (Cl. 1:18), e nele todos os crentes passam a participar de seus poderes e privilégios (Hb. 12:23). Os primeiros frutos também apontam para as colheitas, onde os melhores frutos eram dedicados a Deus. Assim, Deus é honrado com a dedicação das vidas daqueles que se submetem a Ele.

 

A tentação nunca pode vir de um Deus tão maravilhoso e sublime como Ele é. A tentação vem por causa do pecado, da carne que habita em nós e que tenta nos levar a fazer aquilo que desagrada a Deus. A tentação é operada por Satanás a fim de que nos afastemos de Deus. Já a provação é um momento em que a nossa fé passa por um teste. A provação visa sempre o melhor da nossa vida, o aperfeiçoamento de nosso caráter.

 

Que Deus nos ajude a sermos vencedores em todas as nossas provas e tentações.

 

Pr. Josias Moura

12/09/2014

O Filho que ficou em Casa

O Filho que ficou em CasaTexto: Lucas 15.25-32

Introdução: Jesus conta uma parábola visando confrontar os escribas e fariseus que o condenavam por receber pecadores e comer com eles.
Nós, cristãos, estamos sujeitos a cometer três graves erros:
1. Negar a prática do perdão como ensinado pelo nosso Senhor.
2. Murmurar contra o Pai, a exemplo dos judeus no Êxodo.
3. Deixar-se envaidecer a ponto de não mais reconhecer seus próprios erros.
Jesus contou esta história querendo que um grupo de ouvintes seus se identificasse com este homem “certo” aos seus olhos, porém errado aos olhos do Pai Celestial.

1. Errou ao acusar o seu irmão.

“Vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado” (v.30).
Este irmão mais velho errava quando ao julgar seu irmão.
- Nem o considerava mais como tal.
- Condenava-o como um perdido.
- Ele não conseguiu dimensionar o resultado da experiência de seu irmão.
- O Pai viu corretamente: “Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado” (v.32).
- Aprendemos com o nosso Pai a misericórdia. Que seria de Moisés, Davi e Pedro, por exemplo, se nosso Deus não fosse misericordioso e perdoador?
- Erramos gravemente se não aprendemos a distinguir um pecador perdido de um pecador remido – “Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mt 18.21, 22).

2. Errou ao acusar o seu pai.

“Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai, procurava conciliá-lo. Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos” (vs.28, 29).
Errou ao murmurar contra seu pai.
- Ele reclamava de ser alvo de um tratamento desigual.
- Sentia-se injustiçado.
- O pai respondeu, mostrando-lhe a verdade: “Meu filho, tu sempre estas comigo; tudo o que é meu é teu” (v.31).
No Antigo Testamento murmuraram contra Deus no deserto, duvidando se Javé estaria mesmo presente e se ele realmente cumpriria suas promessas. A Bíblia também alerta para o fato de que nós, o rebanho de Jesus, continuamos correndo o risco de errar no tocante à murmuração contra nosso Pai – “Nem murmureis, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador. Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado” (1 Co 10.10, 11).

3. Errou ao acusar a si mesmo.

“Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos” (v.29).
- O irmão parece gêmeo do “Jovem Rico” da parábola em Lucas 18.18-23.
- Ele se julgava perfeito, sem erros. E este falso censo de justiça própria é terrivelmente danoso.
O terceiro erro deste homem que se julgava certo.
- Dispensou a humildade. A soberba é a avenida para o desastre (Pv.16.18).
- Os grandes homens de Deus foram todos humildes (Moisés: Ex 3.11; Gideão: Jz 6.14, 15; Jeremias: Jr 1.5; Pedro em Lucas 5).


Conclusão: Estes foram os três erros do homem que se julgava absolutamente certo.
Sua comunhão está rompida com algum outro irmão e você tem se negado a liberar perdão? Talvez você esteja envolvido no pecado da murmuração: Tem duvidado da fidelidade do Senhor. Tem se esquecido de que os méritos da sua salvação advêm do sangue do Cordeiro. Então ore agora e peça ao Espírito Santo para purifica-lo. Esteja livre destes erros.

 

Paulo Rogerio Petrizi