10/29/2014

Como Conhecer o Deus do Céu

Como Conhecer o Deus do CéuQuebra-gelo: Se sua vida fosse inteiramente governada por Deus seria diferente?

Textos: Lucas 11:1-13; Lucas 18: 1-8

Introdução: É difícil sustentar hoje a idéia de que não existe um ser superior, é difícil negar a existência de Deus; porém, muitos mesmo admitindo a existência de Deus, acham que Deus não interfere na sua criação. Acham que Deus criou o mundo e deixou ao cuidado do ser humano e o ser humano tem que se virar para viver sem a interferência de Deus. Isso é um erro tão grande quanto negar a existência de Deus.

Deus não abandona Sua criação, nós é que rejeitamos ao comando de Deus e decidimos governar nossas vidas e nosso mundo, por isso vivemos nessa bagunça.

Jesus quando veio a essa terra deixou claro, através de sua vida, como seria a vida de alguém totalmente submissa a Deus; alguém governado por Deus. Convivendo com Jesus seus discípulos ficaram admirados com Ele várias vezes, e pediram-Lhe que os ensinasse várias coisas, uma delas foi orar (Lucas 11-1).

Orar é aproximar-se de Deus, conversar com Deus, conhecê-lo melhor. Se não aprendermos a orar corretamente nunca conheceremos a Deus verdadeiramente (Mateus 6:9-15).

Para conhecermos a Deus precisamos:

1) Arrependermos-nos.

Precisamos arrependermos-nos de ter desprezado o governo de Deus e pedir perdão a Ele por o termos desprezado.

Quando você faz coisas contrárias a vontade de Deus você o está desprezando. Alguns desprezam tanto a Deus que não sabem nem qual é a vontade de Deus hoje. Arrependa-se.

2) Renunciar ao nosso controle sobre a nossa vida.

Estar arrependido por ter desprezado a Deus é o início mas só isso não adianta nada se você não permite que Deus seja seu Senhor (que Deus controle sua vida).

Sem entregar sua vida a Ele para que Ele seja seu Senhor sendo submisso(a) a Ele, você continuará desprezando a Deus.

Entregue o controle da sua vida a Deus.

3) Confiar em Deus.

No texto de Lucas 11 e Lucas 18 Jesus insiste com os discípulos sobre o perseverar em oração, sem desanimar. Só insiste em algo que acredita. Se confia em Deus para cuidar de você, insistirá em permanecer submisso(a) a Ele, esperando em Deus.

Precisamos aprender a confiar em Deus como Jesus.

Conclusão: Você gostaria que algumas coisas mudassem em sua vida? Por quê não deixa governar você?

Gostaria de ser uma pessoa como Jesus? Gostaria de conhecer a Deus como Jesus conhecia? Por quê não se submete a Deus como Jesus fez?

Você quer entregar sua vida a Deus? Que deixá-lo governá-la? Levante a mão, vamos orar.

Neemias: Um servo disponível para Deus

Neemias: Um servo disponível para Deus“Oh, como é doce trabalhar o dia todo para Deus e então deitar de noite debaixo de seu sorriso!” (R. Murray M’Cheyne)

Introdução: A História de Neemias fascina qualquer pessoa interessada em fazer a obra de Deus. Espiritualidade e Liderança são os assuntos principais do livro da Bíblia que tem o seu nome. Em nosso estudo, descobriremos pelo menos três fases da vida dele.

  1. O copeiro (1.1 a 2.10);
  2. O construtor (2.11 ao fim do cap. 6); e
  3. O governador (7.1 até o fim do livro).

O livro de Neemias registra detalhadamente os fatos acerca da reconstrução dos muros de Jerusalém, além das reformas realizadas entre o povo. Revela muitos personagens que estiveram ao seu lado e alguns opositores da obra. É uma história especial, inspiradora e motivadora.

Neemias (consolo do Senhor) – Não há registro do tempo total de vida de Neemias nem da forma como morreu. Ele era filho de Hacalias, irmão de Hanani, trabalhou para o rei da Pérsia Artaxerxes I (465-424 a.C.) na corte em Susã, ocupando o cargo de copeiro do rei (1.1,11). Ele não era apenas um trabalhador da cozinha: ocupava um cargo de confiança: era um alto funcionário da corte. Uma de suas mais importantes responsabilidades era provar o vinho e os alimentos que seriam ingeridos pelo rei. Neemias era a garantia de que o rei jamais seria envenenado e, consequentemente, o Império, abalado. Segundo o escritor evangélico norte-americano Charles Swindoll, “Alguns historiadores da antiguidade supõem que o copeiro, com exceção da esposa do rei, era a única pessoa em posição de influenciar o monarca”.

A Importância dos muros – As cidades precisavam ser cercadas para se protegerem dos inimigos. Uma cidade sem muros estaria sempre vulnerável. Reedificar os muros era a recuperação da capacidade da cidade em proteger a população, abrigar as caravanas de mercadores e, como consequência, atrair o prestígio político e econômico para Jerusalém.

Uma visão geral de Neemias

Neemias foi grande líder, cujo exemplo de vida vem ao longo dos séculos influenciando muitas pessoas. Ele nos inspira a enfrentar com sabedoria e espiritualidade as batalhas do dia a dia. Sua capacidade de avaliar o passado, viver o presente e sonhar com um futuro se constitui num verdadeiro manual para todo aquele que deseja ser bem-sucedido diante dos desafios da vida.

Em todo o tempo Deus está à procura de pessoas como Neemias, para serem usadas na realização de sua obra. Das sete realidades apresentadas por [1]Henry T. Blackaby e Claude V. King no livro “Conhecendo Deus e fazendo a sua vontade” é interessante em nosso estudo destacar a 1ª, 2ª, 3ª e a 6ª.

1ª) Deus está agindo constantemente ao seu redor;

2ª) Deus busca um relacionamento de amor contínuo com você que seja real e pessoal;

3ª) Deus convida você a envolver-se com ele em sua obra;

6ª) É preciso fazer ajustes profundos na vida para juntar-se a Deus naquilo que ele está fazendo.

Deus estava agindo ao redor de Neemias. O Senhor tinha algo revolucionário para fazer na vida das pessoas que habitavam em Jerusalém. Precisava contar com um servo comprometido, que o conhecesse na intimidade. O chamado de Deus nunca será por acaso. Na agenda de Deus não existem coincidências. Tudo tem um propósito e “todas as coisas contribuem juntamente para o bem dos que o amam” (Romanos 8.28).

Infelizmente, em nossos dias, muitas pessoas querem ser usadas por Deus sem ser antes moldadas por ele. Pessoas que muitas vezes estão perto da igreja, mas longe de Deus.

Um olhar mais detalhado no homem de Deus chamado Neemias revelará algumas qualidades necessárias aos que desejam ser usados por Deus para reedificar aquilo que está em ruínas.

1. Espiritualidade (1.4; 2.8; 2.20)

Neemias era uma pessoa dependente de Deus. Um homem de oração, que só tomava decisões após consultar o Senhor. Ele conhecia o caráter de Deus (1.8), confiava no poder dele (4.20) e tinha consciência de que o seu sucesso dependia de Deus (8.10).

Para estar a serviço de Deus será indispensável a virtude da espiritualidade. Sem ela faremos muitas coisas de valor para os homens, mas nada de valor para Deus. O missionário e missiólogo brasileiro Ronaldo Lidório afirmou: “Jesus conhece o secreto da sua vida. É certo que ele não se impressiona com as grandes construções que você levantou, as realizações aclamadas por multidões ou as teses defendidas debaixo dos holofotes. O carpinteiro olha direto para o seu coração e vasculha a sua alma. E é justamente nesse campo que você será encontrado fiel, ou não”.

2. Empatia (1.4; 1.6; 2.17; 4.21)

Neemias sentiu a dor daqueles que estavam sofrendo em Jerusalém. Pessoas que ele não conhecia pessoalmente, mas que precisavam de alguém que trabalhasse em favor delas. A empatia é uma virtude que leva a pessoa a sentir o que o outro está sentindo. Neemias demonstrou empatia ao lamentar e chorar pela situação das pessoas que estavam sendo humilhadas em Jerusalém.

A obra de Deus precisa de pessoas empáticas. Gente capaz de sentir a dor do outro. O envolvimento na obra de Deus depende da capacidade do crente em perceber as necessidades que precisam ser atendidas. Muitas famílias estão em crise. Os missionários precisam de auxílio. Os ministérios precisam de líderes. Há muitas visitas por fazer. Almas estão perecendo sem Cristo. Em cada situação há muita dor. Somente os cristãos empáticos dirão: “Eis-me aqui, envia-me” (Isaias 6.8).

3. Visão (2.5; 2.20; 6.3)

Segundo George Barna, “visão é uma nítida imagem mental de um futuro desejável concedida por Deus aos seus servos escolhidos, baseada numa compreensão correta de Deus, do ego e das circunstâncias”. John Richardson definiu as pessoas em três espécies: “Aquelas que deixam acontecer, aquelas que fazem acontecer e aquelas que se espantam com o que aconteceu”.

Neemias fazia parte do grupo de pessoas que fazem acontecer. Em meio ao caos, ele conseguiu visualizar a cidade restaurada. Ele sabia que a mão do Senhor estava com ele e por isso a vitória seria apenas uma questão de trabalho, tempo e submissão à vontade de Deus (6.3).

Por ser um homem visionário, Neemias tornou-se o maior defensor da restauração dos muros de Jerusalém. Por intermédio de sua motivação, empenho e visão, a realidade dos habitantes de Jerusalém mudaria para sempre.

Nossas igrejas precisam de homens e mulheres de visão. Pessoas que consigam ver o que poucos conseguem ver. Pessoas ousadas que sabem por experiência própria que “a alegria do Senhor é a nossa força” (8.10). Precisamos orar todos os dias conforme cantamos: “Abre meus olhos, dá-me visão, Senhor”.

Conclusão: Precisamos de mais servos de Deus como Neemias. Pessoas disponíveis que evidenciem virtudes como espiritualidade, empatia e visão. Deus só comunicará seus planos aos servos que se preocuparem em nutrir uma espiritualidade saudável e obedecer a ele em qualquer circunstância. Precisamos abrir os nossos olhos porque visão ministerial sem espiritualidade não vem de Deus.

10/21/2014

Sansão: Uma vida comprometida pelas más escolhas

Sansão: Uma vida comprometida pelas más escolhasA verdadeira conversão dá segurança ao homem, mas não lhe permite cessar de vigiar”. (C. H. Spurgeon)

Texto: Juízes 16.1-22

A Bíblia nos adverte que “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas”. A história de Sansão é uma prova de que nossas emoções podem comprometer a nossa caminhada com Deus, levando-nos ao sofrimento. Sabemos que o nosso sucesso, ou o nosso fracasso, está diretamente ligado à qualidade das nossas escolhas. Daí a importância de vigiarmos constantemente (Mateus 26.41). Nosso alvo deve ser poder dizer como Paulo: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé”.

Em nossa lição de hoje vamos analisar alguns fatos sobre a vida de Sansão. Um homem que apesar de todos os seus equívocos foi muito importante para a história de Israel. Seu nome está registrado na galeria dos heróis da fé (Hebreus 11.32).

Quem foi Sansão

Sansão (ilustre, pequeno sol) viveu por volta de 1075 a.C. Sua história está registrada nos capítulos 13 a 16 do livro dos Juízes. Era filho de Manoá, um homem de Zorá, da tribo de Dã. Sua mãe era estéril quando foi visitada por um anjo do Senhor. Ela foi avisada de que daria à luz um menino, que livraria o povo de Israel das mãos dos Filisteus. Sansão era um nazireu de Deus (Números 6.1-21; Juízes 13.5). Um homem consagrado antes mesmo do nascimento. Deus era com Sansão (13.24,25; 14.6; 15.14). Sansão casou-se com uma filisteia de Timna (14.1). Foi traído ao ter o segredo do seu enigma revelado. Ele então se apaixonou por uma mulher chamada Dalila, que subornada pelos filisteus usou todo o seu charme para arrancar de Sansão, após quatro tentativas, o segredo de sua força (16.17). Ele nunca havia cortado o cabelo, mas deixando-se levar pela atração que nutria por Dalila, contou toda a verdade. Enquanto dormia teve seus cabelos cortados. Quando tentou abrir os olhos, era tarde demais. Ele havia perdido os olhos e a força e passou a ser como qualquer outro homem. Os filisteus o levaram para uma prisão, onde ele, humilhado, passou a trabalhar girando o moinho no cárcere.

Enquanto os filisteus exaltavam o deus “Dagom” e zombavam do Deus de Israel, Sansão se apoiou nas colunas mestras que sustentavam o templo e clamou ao Senhor (16.28). O templo desabou sobre todos os líderes, sobre o povo e sobre Sansão. Todos morreram. O corpo de Sansão foi levado por seus irmãos, que o sepultaram no túmulo de seu pai, Manoá. Sansão julgou Israel por 20 anos. Ele foi o 13° juiz.

A história de Sansão serve de alerta, nos proporciona as seguintes lições:

1. Devemos tomar cuidado com o nosso envolvimento no mundo

Sansão se envolveu com os filisteus; apaixonou-se e casou-se com uma filisteia, ignorando o alerta dos seus pais (14.3). Envolveu-se com uma prostituta quando foi a Gaza (16.1) e por fim rendeu-se aos encantos de Dalila, uma mulher que sabia usar seus encantos para conseguir seus intentos (16.16). A queda de Sansão está diretamente ligada a sua disposição em viver longe do seu povo. Ela aconteceu aos poucos.

Paulo fez o seguinte alerta para os cristãos: “Não se amoldem ao padrão deste mundo”. Temos visto a cada dia que passa um envolvimento maior da igreja com as coisas e pessoas deste mundo. Ao invés de transformar (Mateus 5.13) infelizmente estamos vendo uma geração de cristãos optando pelos mesmos gostos, as mesmas músicas, o mesmo estilo de festa, as mesmas roupas, os mesmos ambientes, o mesmo linguajar e o pior, projetos de vida muito semelhantes. Tiago nos alertou: “Portanto qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus”. Ao invés de fugir estamos nos aproximando e nos acostumando com o glamour (encanto) deste mundo. Ao jovem Timóteo Paulo aconselhou: “Foge também das paixões da mocidade, e segue a justiça, a fé, o amor, a paz com os que, de coração puro invocam o Senhor”.

George Barna fez uma pesquisa nos EUA onde constatou que apenas 43% dos adultos que se declaram cristãos são plenamente comprometidos com a fé cristã. Pelo que percebemos no dia a dia, podemos afirmar que no Brasil não é diferente. Lembremo-nos das palavras do Salmista: “Como é feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios,não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores!”

Enquanto igreja militante, teremos que viver, trabalhar, negociar e estudar neste mundo. Mas não podemos esquecer que “fomos chamados para fora”. Somos a igreja de Cristo, um povo que vive na terra com um estilo de vida de acordo com aqueles que um dia viverão no céu. “Não ameis o mundo, nem o que há no mundo”.

2. Não podemos colocar as emoções à frente da razão

Sansão deu vazão à emoção. Estava nos braços de uma bela mulher, que o levou à queda. Ele havia se acomodado ao ambiente, achava-se forte o bastante para qualquer situação. Ele teve três oportunidades de avaliar os fatos e reagir, mas optou por ignorar o perigo e em seguida caiu. Sansão tornou-se uma presa fácil para Dalila e para os filisteus.

A Bíblia nos alerta: “Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal”. Mesmo assim muitos estão optando por seguir dando vazão apenas às emoções. Vivemos numa época em que todos querem sentir, se arrepiar, etc. Poucos falam sobre pensar. Daí o grito do cantor João Alexandre ao escrever a canção intitulada “É proibido pensar”. Nossa vida precisa estar aliada à razão. Precisamos pensar antes de agir. Precisamos estabelecer princípios que priorizem nossa integridade diante de Deus. Precisamos cultuar de forma racional.

Precisamos ouvir a voz do Espírito Santo, o nosso ajudador. Precisamos priorizar andar segundo a Palavra de Deus (Salmo 119.11). Precisamos renovar o nosso entendimento diariamente. Agindo assim, experimentaremos a “boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.

3. Nem sempre será possível ser como antes

Essa é uma triste conclusão que a história de Sansão revela. A sua falta de vigilância custou muito caro. Mesmo Deus ouvindo a sua oração naquele templo, Sansão não teve como recuperar os seus dias de glória.

Um dos melhores antídotos contra o pecado é pensarmos nas consequências dele. No preço caríssimo a ser pago diante de Deus e dos homens. A maioria das quedas não acontece do dia para a noite. Há tempo para pensar, avaliar, resistir e se necessário fugir (Tiago 1.14,15). Quantas vidas e famílias seriam preservadas se aqueles que caíram tivessem aplicado essas e outras regras de segurança. Precisamos estabelecer limites, avaliar as consequências dos nossos atos antes de agir.

Sabemos que quando confessamos ao Senhor os nossos pecados (1Jo 1.9), eles são perdoados. Mas também sabemos que muitas vezes haverá um triste salário a ser pago em consequência deles. Na presença de Deus podemos resistir às tentações. Então: “Aquele, pois, que pensa estar em pé, olhe não caia”.

4. Mesmo estando “no fundo do poço” clame ao senhor

Os erros de Sansão o levaram a uma condição a que ele jamais havia imaginado chegar. Mas em meio às pesadas consequências ele fez um pedido a Deus e foi atendido.

Sempre é tempo de clamar. Foi o Senhor quem disse: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar aminha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra” (2 Crônicas 7.14).

Nenhuma condição deve nos afastar de Deus. Clamemos ao Senhor, não importa a circunstância. A. W. Pink afirmou: “O propósito da oração não é fornecer a Deus o conhecimento das coisas de que precisamos, mas confessar-lhe nosso sentimento de necessidade”.

Conclusão: A história de Sansão é um exemplo que serve de alerta quanto ao nosso envolvimento com o mundo. Um homem consagrado antes mesmo do nascimento, uma vida que tinha tudo para dar certo, mas que após viver momentos de extremo sofrimento teve um triste fim. Alguém poderia dizer: “Ah, se Sansão tivesse vigiado um pouco mais!”.

A história na vida real não se baseia em suposições. Ela é escrita com as decisões que tomamos no dia a dia. Por isso, “a melhor maneira de não falhar nunca é temer sempre”. É permanecer com a armadura de Deus para que possamos resistir no dia mau (Efésios 6.10-18). Portanto, antes que seja tarde demais, clame ao Senhor.