O grande paradoxo do cristianismo

Texto: Mateus 5.10-12

Introdução

-  Para nós é quase incompreensível associar perseguição com felicidade. Parece-nos coisas mutuamente exclusivas. Esse é um grande paradoxo.
- Mas Jesus termina as bem-aventuranças, dizendo-nos que o mais elevado grau de felicidade está ligado à perseguição.
-  Um aluno perguntou ao Rev. Francisco Leonardo:“Pastor, se a igreja for mais perseguida será mais fiel? Não, se for mais fiel, será mais perseguida”.
-  A nossa religião deve custar para nós as lágrimas do arrependimento e o sangue da perseguição, diz Thomas Watson.
- A cruz vem antes da coroa. O deserto precede a terra prometida, o sofrimento precede a glória. Importa-nos entrar no reino por meio de muitas tribulações.

1. O cristão é perseguido por quem ele é
– O cristão é perseguido por quem ele é. Porque você é um cristão o mundo o odeia, como odiou a Cristo:
“Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia” (Jo 15:18-19).

2. O cristão é perseguido por ser um pacificador
– O espírito que reina neste mundo é contrário à paz. O espírito que atua nos filhos da desobediência é o mesmo que é mentiroso, ladrão e assassino.

I. A NATUREZA DA PERSEGUIÇÃO

- O mundo ataca sua vida e sua honra. O mundo fere-o com a armas e com a língua. Procura destruir sua vida e também sua digniidade.

1. A perseguição da mão – v. 10
- Ao longo dos séculos a igreja tem sofrido perseguição. Os crentes foram perseguidos em todos os lugares, em todos os tempos.
- Paulo disse: “Todo aquele que quiser viver piedosamente em Cristo será perseguido” (2 Tm 3:12). Depois de ser apedrejado em Listra Paulo encorajou os novos crentes, dizendo-lhes:
“… através de muitas tribulações, nos importa entrar no Reino de Deus” (At 14:22). Escrevendo aos filipenses, Paulo disse: “Porque vos concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente de crerdes nele” (Fp 1:29).

2. A perseguição da língua – v. 11
- O cristão é atacado não apenas pela oposição e pela espada do mundo, mas também, pela língua dos ímpios. A língua é como fogo e como veneno. Ela é uma espada desembanhada (Sl 55:21). Você pode matar uma pessoa tirando-lhe a vida ou destruindo-lhe o nome.

Três são as formas dessa perseguição:
a) Injúria (v.11) – A palavra oneididzo jogar algo na cara de alguém, maltratar com palavra vis, cruéis e escarnecedoras. Cristo foi acusado de ser beberrão e endemoniado. Pesaram sobre os cristãos muitas coisas horrendas. Foram chamados de canibais, de imorais, de incendiários, de rebeldes, de ateus. Chamaram Paulo de tagarela, de impostor, de falso apóstolo.
b) Mentira (v.11) – A arma do diabo é a mentira. A mentira é a negação, ocultação e alteração da verdade. Chamaram Jesus de beberrão, de possesso, de filho ilegítimo. O cristão é abençoado por Deus e amaldiçoado pelo mundo.
c) Falar mal (v.11) – Os cristãos são alvos da maledicência. É a inimizade da serpente contra a semente sagrada.

II. A CAUSA DA PERSEGUIÇÃO

1. Por que um cristão não deve sofrer?
a) Um cristão não deve sofrer como malfeitor
– O apóstolo Pedro disse: “Não sofra nenhum de vós como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outrem” (1 Pe 4:15).
- Hoje a igreja evangélica está sendo motivo de chacota pela sua falta de integridade. A igreja cresce, mas a vida dos crentes não muda. Ser crente hoje não é sinônimo de ser íntegro, verdadeiro. Multiplicam-se os escândalos daqueles que se dizem cristãos.
b) Um cristão não deve sofrer pelas suas próprias ofensas
– Davi sofreu porque desobedeceu a Deus. Ele atraiu tragédia sobre a sua própria cabeça. O ladrão na cruz admitiu: “nós sofremos justamente…”. Muitas pessoas são como Saul, sofrem pelos problemas geradas por elas mesmas. Elas se lançam sobre sua própria espada. Elas tiram a sua própria vida.
c) Um cristão não deve sofrer para ganhar notoriedade – Paulo diz que ainda que um homem doasse todos os seus bens e entregasse seu corpo para ser queimado, isso nada valeria sem a motivação correta, que é o amor. Um homem pode sacrificar a própria vida para adquirir fama, mas isso nada vale aos olhos de Deus.

2. Quem são aqueles os perseguidos?
- A perseguição no verso 10 é generalizada, enquanto no verso 11 é personalizada. Ambos os versos, porém, falam do mesmo grupo. Quem são? São os mesmos descritos nos versos 3 a 9: os humildes, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede justiça, os misericordiosos, os limpos de coração, os pacificadores.
- 2 Tm 3:12: “Todo aquele que quiser viver piedosamente em Cristo, será perseguido”. André, irmão de Pedro foi amarrado na cruz para ter morte lenta. Pedro ficou preso 9 meses e depois foi crucificado de cabeça para baixo. Paulo foi decapitado por Nero. Tiago foi passado ao fio da espada. Mateus, Bartolomeu e Tomé foram martirizados. João foi deportado para a ilha de Patmos.
- Os apóstolos se consideravam o lixo do mundo, a escória de todos.
- Hoje os crentes querem ser estrelas. Estamos fabricando celebridades tão rápido como o mundo.
- Hoje os crentes gostam do sucesso, das coisas espetaculares.
- Hoje, as pessoas apresentariam Paulo assim: Formado na Universidade de Gamaliel, poliglota, amigo pessoal de muitos reis, maior plantador de igrejas do mundo, maior evangelista do século, dado por morto, arrebatado ao céu. Mas quais as credenciais que Paulo dá si mesmo?
Leia 2 Coríntios 11:23-27: “…”.

3. Quando sofrer é uma bem-aventurança?
a) Quando sofremos por causa da justiça (v.10)
– Alguns tomam a iniciativa de opôr-se a nós não por causa dos nossos erros, mas porque não gostam da justiça da qual temos fome e sede. A perseguição é simplesmente o conflito entre dois sistemas de valores irreconciliáveis. Sofrer pelo erro é não é bem-aventurança, mas vergonha e derrota. Sofrer pelo erro é punição e castigo e não felicidade. Sofrer porque foi flagrado no erro não é ser bem-aventurado. Um aluno não é feliz quando flagrado na prática da cola recebe um zero. Um funcionário não é feliz ao ser mandado embora por negligência. Um cristão não é feliz ao ser perseguido por ter violado a lei. Os crentes sofriam financeiramente por não participarem dos sindicatos comerciais que tinham suas dividandades padroeiros. Os crentes sofriam porque quando se convertiam eram desprezados pelos outros membros da família.
b) Quando sofremos por causa de nosso relacionamento com Cristo (v.11)
– O mundo não odeia o cristão, mas odeia a justiça, odeia a Cristo nele. Não é a nós que o mundo odeia, mas a verdade que representamos. O mundo está atrás de Cristo, é a ele que o mundo ainda está tentando matar.
- O mundo odiou Jesus e o levou à cruz. Assim, quando o mundo vê Cristo em sua vida, em suas atitudes, o mundo também o odiará. Às vezes, essa perseguição promovida pela língua não procede apenas do mundo pagão, mas dos próprios religiosos: Jesus foi mais duramente perseguido pelos fariseus, escribas e sacerdotes.
A religião apóstata tornar-se o braço do anticristo. 
b.1) Perseguição na igreja primitiva
- A igreja primitiva foi implacavelmente perseguida. Eles foram expulsos de Jerusalém. Eles foram espalhados pelo mundo. Nero iniciou uma sangrenta perseguição. Alguns eram jogados aos leões. Outros eram queimados na fogueira. Os crentes eram untados com resina e depois incendiados vivos para iluminar os jardins de Roma. Alguns crentes eram enrolados em peles de animais para os cães de caça morderem.
- Os crentes eram torturados, esfolados, chumbo fundido era derramado sobre eles. Placas de latão em brasa era fixadas nas partes mais frágeis do corpo. Partes do corpo eram cortadas e assadas diante dos seus olhos.
- O império tinha uma grande preocupação com sua unificação. Roma era adorada como deusa. Depois o imperador passou a personificar Roma. Os imperadores passaram a ser chamados: Senhor e Deus. O culto ao imperador passou a ser o grande elo da unificação política de Roma. Era obrigatório uma vez por ano todos os súditos do império queimarem incenso ao deus imperador num templo romano. Todos deviam dizer: “César é o Senhor”. Mas o cristãos se recusavam e eram considerados revolucionários, traidores e ilegais. Por isso eram presos, torturados e mortos.
b.2) Perseguições religiosas ao longo dos séculos
- Os crentes foram perseguidos pela intolerância e inquisição religiosa. Alguns pré-reformadores foram queimados vivos como John Huss e Jerônimo Savonarola. John Wicliff precisou se esconder. Lutero ficou trancado num mosteiro. William Tindayle foi esquartejado. Depois da Reforma, na França Catarina de Médicis promoveu dura perseguição aos crentes. Na Inglaterra, Maria Tudor levou à estaca os líderes e passou ao fio da espada milhares de crentes. O comunismo ateu e o nazismo nacionlista levou milhões de crentes ao martírio. Na Coréia, na China e ainda hoje nos países comunistas e Islâmicos os crentes são presos, torturados e mortos.

III. A FORMA COMO DEVEMOS ENFRENTAR ESSA PERSEGUIÇÃO

1. Com uma profunda alegria
- Não devemos buscar a vingança como o incrédulo; não ficar de mau humor como uma criança embirrada, nem ficar lambendo nossa própria ferida cheios de auto-piedade, nem negar a dor como um estóico, nem muito menos gostar de sofrer como um masoquista.
- As palavras que Jesus usa descrevem uma alegria intensa, maiúscula, superlativa, absoluta. A palavra “exultai” agalliasthe significa saltar, pular, gritar de alegria. É alguém que pula de alegria, que exulta com alegria indizível e cheia de glória.
- O cristão não é um masoquista – ele não tem prazer de sofrer. Ele não se alegra pela perseguição em si ou pelo próprio mal que está recebendo.
- O cristão exulta pelo significado dessa perseguição e pelas recompensas dela.

2. Com uma paciência triunfadora
- Os profetas sofreram e jamais se exasperaram. Jamais buscaram vingança. Jamais feriram aqueles que lhes feria a face. Eles se entregaram a Deus. Eles triunfaram pela paciência. Eles confiaram que Deus estava no controle, mesmo quando o mal paracia triunfar.
Exemplo:
1) A perseguição de Maria Tudor na Inglaterra em 1553-1558. A perseguição aos crentes coreanos.

3. Com um profundo discernimento espiritual
- A perseguição é a pedra de esquina da sinceridade. Ela distingue o verdadeiro crente do hipócrita. O hipócrita floresce na prosperidade, mas é sufocado pela perseguição (Mt 13:20,21). Um hipócrita não consegue navegar em mares tempestuosos. Ele irá seguir a Cristo ao Monte das Oliveiras, mas não ao Monte do Calvário.
- O verdadeiro crente carrega Cristo no coração e a cruz nos ombros. Cristo e sua cruz jamais podem ser separados. Jesus disse que no mundo teríamos aflições (Jo 16:33).

IV. A RECOMPENSA DIVINA DA PERSEGUIÇÃO

1. Uma felicidade superlativa – v. 10,11

- A palavra Macarioi descreve uma felicidade plena, copiosa, superlativa, eterna. Essa felicidade não é circunstancial. Ela não depende do que acontece à nossa volta. Ela vem do alto. Está dentro de nós.
- Vejamos o que Tiago diz para o povo perseguido na diáspora: Tg 1:2-4: “Meus irmãos, tende por motivo de toda a alegria, o passardes por várias provações…”.
- Jesus parabeniza aqueles que o mundo mais despreza, e chama de bem-aventurados aqueles que o mundo rejeita.

Por que os perseguidos são felizes?
a) Oportunidade para demonstrar lealdade a Cristo
– Policarpo, o bispo de Esmirna. Ofereceram a ele a oportunidade de negar a Cristo e adorar a César: “Durante 86 anos tenho servido a Cristo, e ele nunca me fez mal. Como posso agora, blasfemar de meu Rei e Senhor?”
b) Porque contribuem com o bem daqueles que vêm depois de nós
– Hoje desfrutamos liberdade e paz porque homens e mulheres do passado sofreram e pagaram um preço.
Exemplo: a abolição da escravatura, a luta contra o preconceito e o crime contra o racismo.

2. A posse de um reino glorioso – v. 10
- Essa última bem-aventurança termina como começou a primeira. Os perseguidos por causa da justiça recebem o reino dos céus. Aqui eles podem perder os bens, o nome e a vida, mas eles recebem um reino eterno, glorioso para sempre. Os sofrimentos do tempo presente não são para comparar com as glórias por vir a serem reveladas em nós (Rm 8:18).
- Os perseguidos podem ser jogados numa prisão, podem ser torturados, podem ser martirizados, mas eles recebem uma herança incorruptível, gloriosa. Eles são filhos e herdeiros. Eles um dia ouvirão Jesus lhes dizer: “Vinde benditos de meu Pai, entrai na posse do Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo”.

3. A certeza de que a recompensa final não é nesta vida – v. 12
- O mundo odeia pensar no futuro. O ímpio detesta pensar na eternidade. Ele tem medo de pensar na morte, mas o cristão sabe que sua recompensa está no futuro. Ele olha para frente e sabe que tem o céu. Sabe que tem a coroa. Disse Paulo, na ante-sala do martírio: “Eu sei que o tempo da minha partida é chegada [...]. Agora a coroa da justiça me está preparada…” (2 Tm 4:6-8). Sabe que lhe espera um grande galardão. Podemos perder tudo aqui na terra, mas herdaremos tudo nos céus. Hebreus 11:10 diz que aguardamos a cidade celestial.
- Crisóstomo, um grande cristão foi preso e chamado diante do imperador Arcadius por pregar a Palavra. Ameaçou baní-lo. Ele disse: Majestade, não podes me banir, pois o mundo é a casa do meu Pai. Então, terei de matá-lo. Não podes, pois minha vida está guardada com Cristo em Deus. Seus bens serão confiscados. Majestade isso não será possível. Meus tesouros estão nos céus. Eu te afastarei dos homens e não terás amigos. Isso não podes fazer, porque tenho um amigo nos céus que disse: “De maneira alguma te deixarei, jamais o abandonarei”.

4. A convicção de que é seguidor de uma bendita estirpe – v. 12
- Quando você estiver sendo perseguido por causa da justiça e por causa de Cristo, saiba que você não está sozinho nesta arena, nesta fornalha, neste campo juncado de espinhos. Atrás de você marchou um glorioso exército de profetas de Deus. A perseguição é um sinal de genuinidade, um certificado de autenticidade cristã, “pois assim perseguiram os profetas que viveram antes de vós”. Se somos perseguidos hoje pertencemos a uma nobre sucessão. Os ferimentos são como que medalhas de honra para o cristão. Jesus disse: “Ai de vós quando todos vos louvarem” (Lc 6:26).
- Dietrich Bonhoeffer executado no campo de concentração nazista de Flossenburg por ordem de Heinrich Himmler, em abril de 1945, disse que o sofrimento é uma das características dos seguidores de Cristo.
-= Isso prova que você verdadeiro é uma pessoa salva. Isso prova que verdadeiramente você está acompanhado por uma nuvem de testemunhas da mais alta estirpe espiritual. Quando você é perseguido, isso significa que você pertence à linhagem dos profetas.

CONCLUSÃO

Vejamos finalmente algumas considerações finais sobre essa bem-aventurança:
1. Precisamos considerar por quem sofremos?
-= Muitas pessoas sofrem por seus pecados, por sua luxúria, por seus prazeres, por seus bens materiais. Não deveríamos nós ter disposição para sofrer por Cristo? Se um homem é capaz de sofrer pelos seus pecados que o levam a morte, não deveríamos nós sofrer por Cristo que nos deu a vida?

2. Precisamos considerar que sofrer por Cristo é uma honra
-= Os apóstolos depois de serem açoitados pelo sinédrio, saíram regozijando por terem sido considerados dignos de sofrer afrontas por causa de Cristo (At 5:41). Os discípulos aspiravam um reino temporal (At 1:6), mas Cristo lhes disse que eles seriam mártires a levarem seu testemunho até aos confins da terra. Sofrer por Cristo é mais honroso do que ter um reino sobre a terra.

3. Precisamos considerar o que Cristo suportou por nós Toda a vida de Cristo foi uma vida de sofrimento.
a) Você é pobre? Também Cristo foi. Ele não tinha onde reclinar a cabeça.
b) Você está cercado de inimigos? Também Cristo esteve. Pedro disse: “Porque verdadeiramente se ajuntaram nesta cidade contra o teu santo servo Jesus, ao qual ungiste, Herodes e Pôncio Pilatos, com gentios e gente de Israel” (At 4:27).
c) Você tem sido traído pelos amigos? Também Cristo foi. “Judas tu trais o filho do homem com um beijo?” (Lc 22:48).
d) Você tem sido acusado injustamente? Também Cristo o foi: Acusaram Jesus de insurgir contra a lei, contra o templo, contra César. Acusaram-no de expulsar demônios pelo poder de Belzebu.
e) Você tem sido ultrajado com escárnio – Também Jesus o foi. Foi preso, espancado, cuspido, pregado na cruz.

4. Precisamos considerar que o nosso sofrimento aqui é leve e momentâneo quando visto à luz da recompensa eterna Paulo diz que a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória. Somos bem-aventurados!

5. Precisamos ter a convicção que a perseguição e o sofrimento jamais poderão nos separar do amor de Deus Paulo proclama em Romanos 8:35-39:
“Quem nos separará do amor de Cristo, será tribulação…?”.

Rev. Hernandes Dias Lopes


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O grande paradoxo do cristianismo Reviewed by Esboços de sermões on 2/02/2013 Rating: 5

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